terça-feira, 6 de janeiro de 2026

«Ser britânico é ser diverso»


6 comentários:

Osbert of Bawdsey disse...

Este vídeo "irritou-me". 😃
Os governantes britânicos estão mesmo loucos! 😕
Tenho pensado muito neste tipo de assuntos e concluí que... Todos os sistemas políticos e civilizacionais que não conseguem aumentar em número as suas populações nativas são um fracasso. Pelo que, não entendo porque é que essa gente (políticos e povo) não conseguem entender que os sistemas Democrático-Liberais e Maçônico-Laicos, foram e continuam a ser um FRACASSO civilizacional.
Vivemos nesta merda de regime desde o fim da 2GM e verifico que já está provado e comprovado em todos os países de matriz ocidental, que este é um regime fracassado. Está na hora de mudar!... 😠 Ou entãããuummm... Os políticos e os oligarcas querem mesmo extinguir as raças ocidentais. 🤔 (Ás vezes a teoria da conspiração parece-me mesmo real.) 🤔
De que nos adianta gabarmo-nos de sermos muito evoluídos moralmente e economicamente, se daqui por 200 anos os nossos descendentes estão extintos e quem vai tomar o lugar deles na Europa e restantes países de matriz ocidental, são os menos "evoluídos" de outras espécies humanas?... 😢
Enfim...
S/N

Afonso de Portugal disse...

«De que nos adianta gabarmo-nos de sermos muito evoluídos moralmente e economicamente, se daqui por 200 anos os nossos descendentes estão extintos e quem vai tomar o lugar deles na Europa e restantes países de matriz ocidental, são os menos "evoluídos" de outras espécies humanas?»

Há muito que vou dizendo isso aqui no TU(f) e no TU original, mas o pessoal não se convence que, de facto, "demografia é destino".

Pela primeira vez na história da humanidade, aconteceu algo que mudou completamente as regras do jogo: hoje em dia, a evolução não está a seleccionar os melhores, mas sim os que são melhores a parasitar o sistema, por mais incompetentes que sejam no resto. A maior parte dos europeus e norte-americanos, nacionalistas incluídos, tem sido incapaz de perceber esta mudança. E isto inclui até muitas pessoas que eu considero inteligentes e trabalhadoras.

Entre os nacionalistas, continua a prevalecer a parvoíce autista de que “basta fechar as fronteiras”, como se isso fosse possível num futuro próximo. E, ainda pior do que isso, como se fechar as fronteiras não se tornasse cada vez mais improvável à medida que a estrutura demográfica do eleitorado vai sendo adulterada pela miscigenação. Nada de incentivar a família, nada de promover a natalidade. Muitos deles sem sequer têm filhos, mas acham que vão ganhar a guerra racial mandando umas postas de pescada sobre a “inevitável” guerra civil que há-de vir no dia de S. Nunca à tardinha, lutada por autistas que passaram praticamente a vida toda atrás de um computador.


«Vivemos nesta merda de regime desde o fim da 2GM e verifico que já está provado e comprovado em todos os países de matriz ocidental, que este é um regime fracassado.»

É fracassado para nós, povos europeus. Mas não é fracassado para as “elites” que decidiram destruir as nossas nações a troco de riqueza ou da simples promessa de riqueza. Veja-se os casos de Durão Barroso e António Costa, por exemplo. É por isso que o sistema perdura, 80 anos depois do fim da guerra. Há muita gente a governar-se à custa dele. Não é por acaso que a Hilária, por exemplo, se referia aos apoiantes do Trump como os “derrotados da globalização”. É mesmo assim que eles nos vêem, como ralé fracassada, como peões descartáveis dos seus joguinhos de poder.

Estou muito pessimista, infelizmente. Apesar do crescimento recente do Nacionalismo, ainda é preciso que a geração boomer morra toda para isto começar a mudar. E não só, também é preciso que as gerações mais novas comecem a interiorizar os valores da família e a perceber que nem tudo o que a Bíblia diz é treta. “Crescei e multiplicai-vos” não é um capricho ou uma ordem arbitrária… é um requisito essencial para o sucesso!

Durius disse...

"Entre os nacionalistas, continua a prevalecer a parvoíce autista de que “basta fechar as fronteiras”, como se isso fosse possível num futuro próximo. E, ainda pior do que isso, como se fechar as fronteiras não se tornasse cada vez mais improvável à medida que a estrutura demográfica do eleitorado vai sendo adulterada pela miscigenação. Nada de incentivar a família, nada de promover a natalidade. Muitos deles sem sequer têm filhos, mas acham que vão ganhar a guerra racial mandando umas postas de pescada sobre a “inevitável” guerra civil que há-de vir no dia de S. Nunca à tardinha, lutada por autistas que passaram praticamente a vida toda atrás de um computador."

Eu nisto tenho uma abordagem á Steve Laws, temos que fechar as fronteiras e ao mesmo tempo reverter o declinio demografico, mas o principal é fechar as fronteiras, porque nao adianta se passamos de 80mil nascimentos para 100mil quando entram 150mil ou mais por ano.


" E não só, também é preciso que as gerações mais novas comecem a interiorizar os valores da família e a perceber que nem tudo o que a Bíblia diz é treta. “Crescei e multiplicai-vos” não é um capricho ou uma ordem arbitrária… é um requisito essencial para o sucesso!"

Pior é mesmo as mulheres. Eu ainda ha pouco tive uma conversa com um amigo meu sobre uma rapargia interessante que esta solteira mas só sai a noite, o meu amigo diz-me assim," esta é daquelas que vai ficar solteira pa sempre, como é moda agora".

E isto meio que já acontece, elas nao querem nada connosco, acho que se estivesses agora no mercado de relacionamentos ias ver que está bastante complicado.

Afonso de Portugal disse...

«Eu nisto tenho uma abordagem á Steve Laws, temos que fechar as fronteiras e ao mesmo tempo reverter o declinio demografico, mas o principal é fechar as fronteiras»

É claro que é preciso fechar as fronteiras, mas uma coisa é isso ser o ideal, outra coisa é ser possível num futuro próximo. O que eu critico no tipo de nacionalistas que mencionei não é que eles defendam fechar as fronteiras, mas sim que não vejam mais nada para além disso.


«nao adianta se passamos de 80mil nascimentos para 100mil quando entram 150mil ou mais por ano.»

Discordo, porque a alternativa ideal, que seria impedir os 150 mil de entrar, não é possível no futuro próximo. Eu também quero fechar as fronteiras, mas vejo perfeitamente que isso poderá nunca vir a acontecer. E, mesmo que venha a acontecer, não será nos próximos anos. Da forma como está a Europa, como quase 100% de líderes traidores e cada vez menos liberdade de expressão, temos de partir do pressuposto que não haverá fecho de fronteiras nos próximos anos, possivelmente nem mesmo na próxima geração.

Ora, ter 80 mil nascimentos/ano durante 10 anos dá 800 mil portugueses novos para lutar no futuro. 100 mil nascimentos/ano durante 10 anos dá 1 milhão de portugueses novos para lutar no futuro. Esses 200 mil, bem preparados e equipados, poderão vir a fazer muita diferença. E em 20 anos seriam 400 mil, em 30 anos seriam 600 mil, etc.

«Pior é mesmo as mulheres. Eu ainda ha pouco tive uma conversa com um amigo meu sobre uma rapargia interessante que esta solteira mas só sai a noite, o meu amigo diz-me assim," esta é daquelas que vai ficar solteira pa sempre, como é moda agora".»

Já sabes o que penso a esse respeito. As nossas escolhas determinam o comportamento geracional das nossas mulheres. As 304s devem evitar-se a todo o custo, só as mulheres que querem constituir família é que devem ser consideradas como parceiras potenciais. E eu aqui sou peremptório: mais vale uma mulher menos bonita que queira ter filhos connosco do que uma mulher superbonita que seja promíscua e viva como se não houvesse amanhã.


«acho que se estivesses agora no mercado de relacionamentos ias ver que está bastante complicado.»

Eu já ouço dizer isso há pelo menos 20 anos. Os poucos homens que conheci que eram realmente alfa tinham sempre filas de gajas para casarem e terem filhos com eles. O último deles só casou em 2012. Eu próprio, que fui alto nabo com as mulheres quando era novo, acabei por arranjar uma para assentar. Se eu consigo, qualquer um consegue, desde que esteja disposto a fazer o trabalho necessário.

Eu continuo a achar que o grande problema da tua geração é a falta de competências sociais por passar demasiado tempo ao computador e ao telemóvel. Não estou a dizer que tu és assim, mas os teus contemporâneos millennials, em geral, são. Por exemplo, no meu tempo (final dos anos 90, início de século) era impensável um gajo sair à noite e não falar com nenhuma gaja. Mas, hoje em dia, há muitos homens que fazem isso, saem em grupo mas não “atacam”, muitos nem sequer sabem por onde começar.

Aliás, eu estou convencido de que é por isso que os “jovens” têm cada vez mais sucesso com as nossas mulheres, mas já sei que tu aqui discordas…

Durius disse...

"Já sabes o que penso a esse respeito. As nossas escolhas determinam o comportamento geracional das nossas mulheres. As 304s devem evitar-se a todo o custo, só as mulheres que querem constituir família é que devem ser consideradas como parceiras potenciais. E eu aqui sou peremptório: mais vale uma mulher menos bonita que queira ter filhos connosco do que uma mulher superbonita que seja promíscua e viva como se não houvesse amanhã."

Eu namorei 2 anos com uma gaja incrivel que eu nao achava muito em termos de beleza, ou melhor, nao era o meu estilo mas seria o de muitos, era bem composto, nao deu para mim. Quando os problemas chegam tens que te ter algo para segurar, e parece que nao a beleza, por muito que inicial ja que cai ao longo do tempo, dá para fazer isso.

"Eu já ouço dizer isso há pelo menos 20 anos. Os poucos homens que conheci que eram realmente alfa tinham sempre filas de gajas para casarem e terem filhos com eles. O último deles só casou em 2012. Eu próprio, que fui alto nabo com as mulheres quando era novo, acabei por arranjar uma para assentar. Se eu consigo, qualquer um consegue, desde que esteja disposto a fazer o trabalho necessário."

O que aconselhas. Ja agora, aconselhas por exemplo a fazer algum chase, no sentido de ir tentando com uma gaja que ja conheces, mas ela nao faz nenhum move definitivo e meio que te vai ignorando. Nao achas que "agua mole em pedra dura tanto bate ate que fura"?

Afonso de Portugal disse...

«era bem composto, nao deu para mim»

Mas porque é que não deu? Foi culpa tua ou dela?


«parece que nao a beleza, por muito que inicial ja que cai ao longo do tempo, dá para fazer isso.»

Entendo. A boa notícia é que, com o passar dos anos, um gajo tende a tornar-se menos exigente nesse aspecto. À medida que vamos envelhecendo, o leque de gajas que nos parecem bonitas tende a aumentar. Há gajas que eu não achava bonitas quando era mais novo, mas agora acho Deve ser a forma que a natureza arranjou de compensar a redução de oportunidades a partir de certa idade.


«O que aconselhas.»

Já falamos sobre isso noutras ocasiões: 1. mantêm-te em forma (não precisas de ficar como o Arnaldo, mas também não convém ficares gordo), 2. tenta ganhar o mais dinheiro que puderes, de preferência fazendo algo de que gostes, e 3. “ataca” sempre que puderes para manteres a boa forma social (i.e., o game no ponto).

Uma coisa que se vai tornando cada vez mais difícil com o passar dos anos é manter uma rede social de amigos/conhecidos para sair de vez em quando. Se puderes fazê-lo, é o ideal, porque as oportunidades para conhecer novas mulheres aumentam exponencialmente com a dimensão da nossa rede de contactos. Muitos homens descuram este aspecto, sobretudo a partir da meia-idade, e depois admiram-se por ficarem completamente sozinhos quando a desgraça (divórcio, despedimento, doença, etc.) lhes bate à porta.


«Nao achas que "agua mole em pedra dura tanto bate ate que fura"?»

Acho que isso até pode resultar, mas é uma péssima estratégia. Normalmente, o interesse das gajas por nós decresce com a nossa insistência. Se uma gaja acaba por ceder à insistência, normalmente, é porque ela não tem grandes alternativas, i.e., ela acha que não consegue fazer melhor. É claro que há excepções a esta regra, mas eu acho sinceramente que apostar na insistência é um mau princípio. Pela minha experiência, as gajas que gostam de nós tendem quase sempre a gostar de nós desde o início. Quando temos de as convencer, isso é normalmente porque há algo em nós que lhes causa repulsa.

O que eu recomendo, no teu caso em concreto, é que andes com outras gajas e que ela te veja com essas outras gajas. Isso costuma provocar uma sensação de perda, i.e., mesmo que ela não goste de ti, ela vai achar que “te perdeu”, e isso pode fazê-la olhar para ti de outra forma. Ao mesmo tempo, nunca deixes de flirtar com ela, sem grande insistência, só o suficiente para ela ir pensando em ti. Leva sempre tudo na brincadeira, mas nunca gozes contigo próprio, goza antes com ela, e sempre de uma forma divertida. Se começares a ganhar um bom dinheiro, arranja forma de ela se inteirar, mas subtilmente. Nunca te gabes do teu salário ou das tuas posses, deixa-la ler nas entrelinhas.