Nenhum líder nacionalista que seja sério pode aspirar a mudar o que quer que seja sem consagrar a Liberdade de Expressão como um dos valores mais elevados a salvaguardar: não há democracia de facto sem Liberdade de Expressão. E, ao contrário do que julgam muitos dos analfabetos funcionais que se dizem nacionalistas quando são apenas nazionaliztaz, não há qualquer hipótese de o Nacionalismo crescer na ausência da Liberdade de Expressão: é a falar livremente que as pessoas se entendem. É contando os seus problemas umas às outras e confrontando as suas experiências de vida que elas se unem em torno de causas comuns.
Não perceber isto é nem sequer perceber a natureza humana, quanto mais o jogo político. A Liberdade de Expressão é, DE LONGE, a maior aliada do Nacionalismo!É por isso que os governos de todo o mundo querem censurar as redes sociais, as redes sociais são o último reduto da Liberdade de Expressão!
Honra ao Sr. Lowe por perceber o que é realmente importante. Com a excepção da difamação (entendida como a imputação de conduta criminal) e do apelo explícito à violência, a criminalização da opinião é sempre errada e é sempre totalitária!
Versão curta para os mais preguiçosos: abandanar a Lei dos Direitos Humanos de 1998, abandonar o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e abandonar a Convenção dos Refugiados das Nações Unidas. O objectivo, explica o Sr. Lowe, é que o parlamento britânico, cujos membros são eleitos pelos povos da Grã-Bretanha, tenha sempre o mais alto poder de decisão sobre o destino dos refujiadistas, podendo anular as decisões de qualquer tribunal, britânico ou estrangeiro, a esse respeito.
Quanto à logística da deportação dos imigrantes, o Sr. Lowe diz que o processo tem de passar por transformar a vida dos ilegais num inferno: não poderão ser empregados legalmente, não poderão alugar casa ou ser reconhecidos como residentes, não poderão aceder aos serviços públicos, não poderão ter conta bancária ou aceder a contas estrangeiras.
Quanto aos empregadores de mão de obra ilegal imigrante, o Sr. Lowe propõe que as empresas que o façam sejam fortemente multadas em primeira instância e processadas ou encerradas se reincidirem. As empresas que concorrerem a dinheiros públicos terão de demonstrar a legalidade da sua força de trabalho antes de poderem começar a receber o dinheiro dos contribuintes. O mesmo se aplica aos senhorios que arrendem os seus imóveis aos imigrantes ilegais: serão multados e, em última instância, poderão ter a sua propriedade confiscada.
O Sr. Lowe propõe ainda a criação de uma coligação internacional de países europeus, a que chama "OTAN da Imigração", para deportar os imigrantes ilegais de toda a Europa, argumentando que ter muitos países europeus do seu lado obrigará os países de origem dos ilegais a aceitá-los de volta.
Estas são apenas as medidas principais. No vídeo, o Sr. Lowe detalha outras tantas...
A entrevista é longa, mas muito interessante. O Sr. Lowe e o Sr. Rogan falam de muitos assuntos, desde a União Europeia (e do inevitável Brexit) até aos gangues de violadores muçulmanos do no Reino Unido. Dada a duração da conversa, deixo aqui alguns 'timestamps' para os pontos-chave feitos pelo Sr. Lowe:
8:17 o papel criminoso do socialista Tony Blair que, a partir de 1997, criou a legislação necessária para acelerar a imigração para o Reino Unido.
9:15a União Europeia é (na visão do Sr. Lowe) um projecto de índole colectivista, enquanto a Grã-Bretanha é, ou melhor, era uma sociedade individualista.
12:05a maior parte dos imigrantes que chegam ao Reino Unido recebem subsídios/apoios por parte do Estado, para além dos apoios directos (comida, transporte, alojamento, etc.)
13:53 há cada vez mais pessoas a viver no Reino Unido em comunidades muçulmanas segregadas, muitas das quais não trabalham, e cujas vidas são regidas por tribunais baseados na lei xária, funcionando paralelamente (à margem) dos tribunais britânicos, com a complacência do Estado.
16:37 a propósito do processo de islamização das nações, o Sr. Lowe relembra o exemplo do Líbano que, quando se tornou independente, em 1948, era um país maioritariamente cristão, sendo agora um país maioritariamente muçulmano, controlado pelos terroristas do Hezbollah.
17:55o Sr. Lowe explica que o Inquérito aos gangues de violadores do no Reino Unido foi motivado pela recusa reiterada dos governos, em especial por parte dos governos do Labour (trabalhistas, socialistas), de investigar devidamente o que aconteceu nas várias cidades onde os gangues de violadores "asiáticos" actuaram.
20:20o Sr. Lowe culpa a falta de independência política dos mé(r)dia pela ignorância/desconhecimento do povo inglês em relação aos milhares de casos de violação perpetrados pelos gangues de violadores "asiáticos". O Sr. Lowe acredita que os mé(r)dia, sendo uma extensão do poder político, escolheram deliberadamente esconder o que se tinha passado do público.
21:30 ao levar a cabo o Inquérito aos gangues de violadores "asiáticos", o Sr. Lowe e a sua equipa descobriram que havia vários documentos oficiais dos tribunais ingleses que tinham desaparecido, em particular as transcrições dos interrogatórios feitos aos violadores. Por outras palavras, houve várias pessoas que, nas instituições judiciárias do Reino Unido, fizeram desaparecer provas testemunhais, confirmando as suspeições de encobrimento institucional dos abusos.
22:37a maior parte dos violadores que integravam os gangues sexuais veio do Paquistão, mas também há muitos do Bangladeche, da Somália, da Eritreia.
23:56 o Sr. Lowe culpa o Estado britânico por não ter recolhido dados fidedignos sobre os crimes perpetrados pelos violadores muçulmanos, incluindo a etnia e a religião dos abusadores. A polícia, os assistentes sociais e os serviços de saúde foram, segundo o Sr. Lowe, particularmente negligentes neste capítulo.
25:41 o Sr. Rogan volta a lembrar que, em 2024, foram presas 12 mil pessoas no Reino Unido por simples postas nas redes sociais, perguntando ao Sr. Lowe como é que isso é possível e aceite pela população britânica. O Sr. Lowe responde que, no Reino Unido dos dias de hoje, basta uma simples acusação (ainda por provar) para destruir a reputação e a empregabilidade de uma pessoa comum. E relembra o caso sintomático de Lucy Connolly, uma mulher de 42 anos que foi presa durante 32 meses por se insurgir contra o terrorista "inglês" que matou três crianças à facada no atentado de Southport, em 2024.
36:38 o Sr. Lowe diz que é praticamente impossível determinar o número exacto de imigrantes ilegais a viver no Reino Unido, mas que há estimativas que apontam para 1,8 a 2 milhões de ilegais.
37:58o Sr. Lowe diz que os imigrantes recém-chegados são imediatamente colocados no topo das listas de espera para tratamentos dentários (via SNS), um privilégio que os nativos britânicos não têm.
41:42 o movimento feminista "me too" no Reino Unido nunca acusou um homem não-branco de assédio, nem condenou a cultura misógina dos países islâmicos.
45:39o Sr. Rogan pede ao Sr. Lowe que confirme o número de meninas brancas que foram vítimas dos gangues de violadores "asiáticos". O Sr Lowe confirma: "pelo menos um quarto de milhão", ou 250 mil vítimas.
47:22 o Sr. Lowe dá vários exemplos dos horrores cometidos pelos violadores muçulmanos, desde raparigas que foram transportadas dentro de gaiolas em carrinhas de caixa aberta, até meninas que foram obrigadas e filmadas a ter sexo anal e/ou vaginal com cães, ou a lamber os pés dos seus violadores como demonstração de obediência.
48:42 algumas raparigas engravidaram dos seus violadores e foram forçadas a converter-se ao Islão; outras foram traficadas para a Arábia Saudita, para o Paquistão e para outros países da Ásia e do Oriente Médio.
49:42 o Sr. Lowe explica que os gangues de violadores são mesmo gangues, i.e., grupos organizados de homens muçulmanos que aliciam e abusam de meninas que chegam a ter apenas 10 ou 11 anos, passando depois a traficá-las pelo país (e para o estrangeiro).
54:05 a BBC, estação de televisão do Estado financiada com taxas compulsórias pagas pelos contribuintes britânicos, nem sequer mencionou o relatório/inquérito aos gangues de violadores. Outros grandes mé(r)dia, como a Sky News e o Daily Telegraph, foram igualmente ou quase tão omissos.
59:00 o Sr. Lowe diz ao Sr. Rogan que o símbolo/brasão da Sociedade Fabiana é um lobo vestido com pele de cordeiro. O Sr. Rogan pede ao seu staff para confirmar e a confirmação surge aos 59:53.
1:00:37 o Sr. Lowe diz que o ex-primeiro-ministro comuna Kier Starmer é membro da Sociedade Fabiana, tal como grande parte dos membros do Partido Trabalhista britânico.
1:35:23 o Sr. Rogan relembra que, durante o mandato do Bidé, houve uma tentativa de deslocar números significativos de imigrantes para os estados "azuis", i.e., os estados em que o Partido Republicano costuma vencer as eleições, para assim tentar subverter os processos eleitorais do futuro (pessoas dependentes do Estado tendem a votar mais em partidos estatistas).
1:43:24 o Sr. Lowe sublinha que, num país democrático como o Reino Unido (e como Portugal), a única forma de mudar as coisas é deter uma maioria parlamentar. Esta é uma realidade incontornável que muitos nacionalistas teimam em não (querer) perceber. A lógica tem obrigatoriamente de ser 'top-down', i.e. da mais alta instância governativa, o parlamento, para todas as instâncias inferiores, desde o poder local às demais instituições do Estado.
1:43:45o que não implica, evidentemente, que não se possa operar, em paralelo, o controlo do poder local (autarquias, freguesias, direcções de escolas e hospitais, etc). A este respeito, o Sr. Lowe sublinha que os gangues de violação puderam operar livremente, em grande parte, devido à negligência criminosa do poder local, não apenas do poder legislativo central/nacional.
1:46:16 em 2016, em véspera da votação do Brexit, o governo do "conservador" David Cameron enviou uma carta a todos os eleitores britânicos a recomendar o voto na permanência da UE.
Começo pelo prefácio escrito pelo seu principal autor e impulsionador, o líder do partido Restore Britain, Rupert Lowe (página 3 do documento original). Os meus comentários aparecerão a cor verde, como já é habitual neste blogue.
Prefácio
A [Grã-]Bretanha não tem um problema de racismo, tem um problema de imigração.
Rupert Lowe
Tal como muitos britânicos decentes e trabalhadores, eu desconhecia a enorme dimensão da maldade que foi, e continua a ser, perpetrada por homens, principalmente muçulmanos paquistaneses, contra jovens mulheres e meninas brancas vulneráveis nas comunidades de todo o país. Mas uma única transcrição judicial de um destes casos horríveis — amplificada por Elon Musk no início do ano passado — deu início a um há muito esperado ajuste de contas nacional sobre o assunto, que inspirou mais de 20 mil patriotas britânicos a ajudar a financiar o nosso Grande Inquérito sobre os gangues de violadores. O que se segue [este documento] é um relatório abrangente das suas conclusões. É essencial que todos os documentos judiciais relacionados sejam preservados em segurança, tanto por razões legais como históricas.
Estou grato a todos os membros da minha equipa que contribuíram para denunciar este capítulo demoníaco da história britânica. A combinação do medo paralisante das acusações de "racismo" e a corrida aos votos das subculturas estrangeiras importadas permitiu que o mal puro se metastizasse. E o terrível sofrimento ainda não terminou. A causa principal foi a imigração, começando com a Lei da Nacionalidade Britânica de 1948 e intensificando-se sob o governo de Tony Blair a partir de 1997. Acreditando que as nações orgulhosas [no sentido nacionalista, i.e., orgulhosas de si e da sua história] eram responsáveis pela destruição da Europa em meados do século XX, os nossos líderes do pós-guerra abraçaram a diversidade e o multiculturalismo como a alternativa supostamente civilizada. Este relatório estabelece, sem sombra de dúvida, que esta obsessão por uma "sociedade aberta" possibilitou, na verdade, uma barbárie sem precedentes. Água e azeite não se misturam. E as diferenças culturais, que remontam a séculos, são a génese deste problema.
Exorto todos os britânicos a lerem este relatório na íntegra [e eu exorto todos os portugueses, porque o que aconteceu no Reino Unido pode muito bem acontecer em Portugal, se é que não está a acontecer já]. É preciso aprender com os erros do passado e é necessário que sejam instaurados processos judiciais pela terrível cobardia daqueles que se recusaram a resistir a tais horrores. As penas mais severas possíveis, incluindo a pena de morte, devem ser aplicadas àqueles que ainda não foram devidamente punidos, ou sequer punidos, pelos seus crimes abjectos e inenarráveis.
Os vídeos abaixo detalham algumas das principais conclusões do inquérito, nomeadamente:
O relatório estima que, no total, foram violadas 250 mil raparigas britânicas (vídeo dos Lotus Eaters).
O primeiro caso de abuso sexual de menores inglesas levado a cabo por um gangue de "asiáticos" teve lugar em 1955, em Bradford(vídeo da GB News). Sim, caros leitores, 1955, há já mais de 70 anos!!!
87% dos condenados por abuso sexual em grupo (em gangue) entre 1997 e 2018 tinham nomes muçulmanos tradicionais. Os Lotus Eaters dizem que 95% eram muçulmanos (vídeo mais abaixo).
84% dos condenados por abuso sexual em grupo entre 2005 e 2017 tinham ascendência sul-asiática, a maioria do Paquistão; apenas 7% dos violadores condenados nesse período eram brancos, sendo que 8% eram negros (vídeo da GB News).
Os gangues de violadores operaram em 149 concelhos diferentes, do Norte ao Sul do Reino Unido, e não apenas no Sul de Inglaterra; isto corresponde a 40% de todos os concelhos do Reino Unido (vídeo da GB News).
Algumas das raparigas, que foram escolhidas por não serem muçulmanas, foram enviadas para o Médio Oriente, onde foram vendidas e forçadas a casar com homens locais (vídeo da GB News).
As raparigas, algumas com apenas 11 anos, foram sistematicamente drogadas, violadas e abusadas centenas de vezes, não apenas nas imediações das escolas que frequentavam, mas em muitos outros lugares para onde eram levadas e forçadas a prostituir-se; algumas engravidaram e foram obrigadas a abortar; tanto os agentes da polícia como muitos dos médicos que as atenderam nos serviços de urgência rejeitaram as suas acusações de que tinham sido violadas (vídeo da GB News).
Os taxistas "asiáticos" foram determinantes no sucesso de muitas das redes de violadores, ajudando a transportar as raparigas para os locais onde elas foram depois violadas (vídeo da GB News).
O relatório sublinha que tanto o Partido Trabalhista como o Partido "Conservador" britânicos ignoraram vários alertas sobre os gangues sexuais "asiáticos" para não alienar o voto muçulmano (vídeo da GB News).
E muito mais... vejam o vídeo e leiam o relatório, se tiverem estômago para isso!
Vejam bem este segmento. Só dura alguns segundos...
Viram? Pois, agora, eu pergunto: mas será que alguém acredita que o valor do trabalho e do mérito vai regressar ao Reino Unido com um simples movimento político? Que o estrago civilizacional levado a cabo pelos nossos inimigos nas últimas duas gerações (pelo menos) vai ser corrigido do dia para a noite?
É claro que não vai! Se começássemos hoje mesmo, ainda seriam precisas no mínimo outras duas gerações para reverter os danos que nos foram causados ao Ocidente. E isto assumindo que, antes de começarmos, já nos teríamos livrado das forças que minaram a nossa outrora gloriosa civilização: o globalismo, o marxismo, o liberalismo, o cosmopolitismo e, por muito que custe a alguns leitores deste blogue, a vocação universalista do cristianismo. Não é possível manter uma nação tendo os padres e os bispos constantemente a dizer que temos de acolher os imigrantes como se fossem nossos irmãos.
O Ocidente, infelizmente, vai ter de passar por momentos muito difíceis para se voltar a reerguer. Vai ter de regressar às origens, vai ter de abdicar de muitas vacas sagradas e de "direitos" consagrados. Não bastará deportar os imigrantes, se é que isso ainda é possível. É preciso garantir que, mesmo depois de deportados os imigrantes, todos aqueles que os trouxeram nunca mais voltam a tentar fazê-lo.
Na sequência da posta anterior, aqui fica uma entrevista acabadinha de publicar que o Carl Benjamin fez ao líder do Restore Britain. Devo dizer que fiquei positivamente surpreendido: o Sr. Lowe quer acabar com o sistema de asilo e fazer a remigração de "grandes blocos de imigrantes". Vamos ver como é que o eleitorado britânico responde.