sexta-feira, 15 de maio de 2026
E a propósito de terrorismo, o Nuno Gonçalo Poças relembra-nos o que foram as FP-25... e o que continua a ser a cumplicidade silenciosa e criminosa dos mé(r)dia em relação a tudo o que elas fizeram
Os grandessíssimos mé(r)dia voltam a branquear o terrorismo dos esquerdalhos da "Climáximo"!
quarta-feira, 25 de março de 2026
Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (5): o Alberto Gonçalves critica a sonsice do Nuno Rogeiro, comentadeiro do sistema
Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (4): um bom comentário do Pedro Rosário ao comportamento repugnante dos mé(r)dia
terça-feira, 24 de março de 2026
Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (3): o Alberto Gonçalves condena a decisão judicial de libertar o terrorista
Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (2): o Prof. Miguel Morgado denuncia a hipocrisia monumental da agência "Lusa", que descreveu o sucedido como "um incidente"
Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida: o Observador da direitinha desceu a um novo mínimo moral e intelectual
Ao escrever sobre o atentado falhado contra a Marcha da Vida do último domingo, 22 de Março de 2026, o jornalista(?) Miguel Pinheiro Correia diz-nos, logo no título:
«Anarquistas terão tentado atacar Marcha pela Vida».
Terão tentado? TERÃO??? Tentado????? Este anormal só pode estar a gozar connosco! Então, um terrorista de extrema-esquerda atira um cocktail Molotov para o meio de uma multidão de pessoas, na qual se encontravam mulheres e crianças, muitas das quais ficaram com as roupas encharcadas de gasolina... e este cretino ainda tem a distinta lata de escrever que o animal "terá tentado"???
Ele não tentou coisa nenhuma, seu grandessíssimo filho da outra, ele ATACOU, literalmente!!!
Alguém acredita que, se este ataque tivesse sido levado a cabo por um nacionalista, a linguagem seria a mesma? É claro que não! O título diria antes algo como: "Nacionalistas tentaram queimar mulheres e crianças".
É esta hipocrisia constante, este descaramento aviltante que insulta a nossa inteligência e que faz com que haja tanta gente revoltada com os mé(r)dia!
Felizmente, nem todos os leitores do Observador da direitinha andam a dormir (clicar em cima dos comentários para aumentar o seu tamanho):
segunda-feira, 23 de março de 2026
O Alberto Gonçalves fala do atentado terrorista anarquista contra a Marcha pela Vida
domingo, 22 de março de 2026
'Marcha pela Vida' em Lisboa atacada por anarquistas que arremessaram um cocktail Molotov contra mulheres e crianças
«A “Marcha Pela Vida”, iniciativa anual que junta pessoasque acreditam[são da opinião] que a vida começa no momento da concepção, que se declaram anti-aborto e contra a despenalizaçãoda morte medicamente assistida[do aborto], ficou marcada pelo lançamento de um objecto incendiário contra as pessoas que se manifestavam pacificamente. A organização da “Marcha” fala em cocktail Molotov. Não houve registo de feridos.»
Corrigi o texto da notícia acima porque o emprego do verbo "acreditar", neste contexto, sugere que estamos no domínio religioso. Como é evidente, não estamos. A convicção de que a vida começa no momento da concepção, i.e. da fertilização do óvulo pelo espermatozóide, não é uma crença. Será, quando muito, uma convenção, tal como dizer que a vida só começa depois de x semanas é uma convenção da "Academia" (notar bem as aspas).
Já o eufemismo "morte medicamente assistida" é novilíngua (orwellianismo) que nunca será tolerada neste blogue. Os únicos termos aceitáveis para a matança cobarde bebés são aborto, homicídio e, no contexto de uma política de extermínio organizada, genocídio. Que se choquem todos os filhos da outra que acharem o contrário, que eu aqui não cedo nem um milímetro. Desde que o aborto foi legalizado em Portugal, em 2007, já foram mortos mais de 250 mil bebés portugueses (números de 2023). Eu sou filho de um homem que, nas condições de hoje, teria quase garantidamente sido abortado. A minha avó confessou várias vezes que não queria ter o meu pai, que já era o seu quinto filho. E que ela só o teve porque a religiosidade a impediu de o matar!
Isto significa - e há muitos nacionalistas que não parecem entender isto - que o aborto não mata apenas os bebés abortados, ele mata também TODOS os seus descendentes! Se o aborto tivesse sido permitido em meados do século XX, eu não estaria aqui hoje!
Por último, o "jornalista" escreve 'Molotov' com letra minúscula. Pode ter sido apenas de ignorância... mas, tratando-se do Carrapatoso Jr., não podemos excluir a hipótese de ter sido uma tentativa de branquear a conduta criminosa do ministro soviético ao qual se deve o nome do "engenho" e, que terá afirmado, durante a Segunda Grande Guerra, que as missões de bombardeamento incendiário sobre a Finlândia eram, na verdade, "entregas humanitárias aéreas de alimentos" aos seus vizinhos "famintos".
«De acordo com a Rádio Renascença, o incidente aconteceu à frente do Parlamento, já no final da iniciativa e já depois de terem acabado os discursos. “Um indivíduo atirou um objecto incendiário na direcção de mulheres, crianças e bebés. O objecto não chegou a incendiar”, avança a mesma Renascença, citando a organização da “Marcha Pela Vida”. O agressor acabou por ser detido pelos agentes da PSP presentes no local.
Em declarações à Agência Lusa, Nuno Marques Afonso, um dos coordenadores da iniciativa, explicou o que aconteceu. “Felizmente o pavio encharcou e a garrafa caiu sem chegar a incendiar-se”. Ninguém ficou ferido, mas muitas pessoas ficaram molhadas com o líquido incendiário.
A Marcha pela Vida, realizada em Lisboa no quadro da Caminhada pela Vida, que hoje teve lugar em 12 cidades do país, “é uma iniciativa pacífica, apartidária e aconfessional”, segundo os organizadores, que “condenam veementemente este acto de violência”.»
Já hoje, o Neves que diz que "é preciso distinguir entre estrangeiros e imigrantes" e que está sempre a alertar para o "perigo da extrema-direita", condenou a extrema-esquerda... só que não! Era só o que faltava!
«O ministro da Administração Interna condenou este domingo [22-Mar-2026] o
incidente[atentado falhado] ocorrido durante a Marcha pela Vida, no sábado [21-Mar-2026], em Lisboa, que classificou como uma demonstração de “extremismo violento”, e elogiou a “pronta intervenção da PSP”.
“Não toleramos qualquer forma de extremismo violento e continuaremos a agir com firmeza para o prevenir e combater, garantindo a segurança e a defesa dos valores democráticos”, sublinha Luís Neves, numa nota enviada às redações.
A Marcha pela Vida, realizada no sábado no centro de Lisboa, terminou com um incidente, sem feridos, em que uma pessoa atirou um objecto incendiário para o meio dos participantes.
O agressor — um homem de 39 anos — foi de imediato detido no local pela PSP, cuja “pronta intervenção” foi elogiada pelo ministro, que destacou a “eficácia e o profissionalismo na proteção dos cidadãos”.
De acordo com a PSP, o suspeito, que não participava no protesto, aproximou-se do local e “arremessou um engenho incendiário improvisado do tipo ‘cocktail Molotov’, contendo gasolina, na direcção das pessoas presentes”.
No momento do incidente, participavam no protesto cerca de 500 pessoas, incluindo crianças e bebés. O engenho embateu junto de um grupo de manifestantes, mas não chegou a deflagrar no momento do impacto.
Além do suspeito, estavam no local outras pessoas que acabaram por fugir e que, segundo a PSP, estariam integradas “num grupo alegadamente de conotação anarquista, tendo mais tarde sido identificados três membros em outra artéria”.»
No vídeo que se segue, a parte relevante começa por volta dos 15:45.






