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sábado, 10 de outubro de 2026

Um comentário brilhante do Alberto Gonçalves a propósito dos "protestos estudantis" em França


Há quantos anos é que eu e outros nacionalistas andamos a tentar alertar o povinho para esta aliança de conveniência entre a extrema-esquerda e o Islão? O que mais será preciso para que o pessoal abra os olhinhos?...

«Acima de tudo, o que assusta, ou devia assustar, nos “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico) não é o embalo que isso concede aos movimentos ditos “fascistas”: são os “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico). A ascensão eleitoral de forças menos amigas do “multiculturalismo” é consequência secundária e natural da incapacidade do “centro”, actualmente um vespeiro de oportunistas e irresponsáveis, em garantir um esboço de equilíbrio e sossego nas respectivas nações. A chatice é que, no mundo que temos, os ditos “fascistas” são institucionais e ascendem ou prometem ascender ao mando pela via democrática. E à “democrática” extrema-esquerda, excluída da simpatia popular e numa relação instrumental com migrantes “inadaptados” e organizações terroristas, sobra a rua, onde pratica a violência que, para não destoar na geografia, é a sua raison d’être.»

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

O historiador Rui Ramos denuncia a verdadeira causa dos "protestos estudantis" em França


«Em França, Mélenchon parece ter concluído que o jiadismo, ao pôr à sua disposição os jovens da imigração dos subúrbios para juntar nas ruas aos estudantes e aos “casseurs” esquerdistas, lhe deu mais um recurso: a “intifada”. Para quê? Nas presidenciais de 2027, Mélenchon gostaria de ir a uma segunda volta com Marine Le Pen. Perdesse ou ganhasse, submeteria toda a esquerda à sua liderança. Não poderá então o actual ensaio de violência emprestar-lhe fama de desordeiro e prejudicá-lo? Não necessariamente. Dá-lhe apenas outra opção. Imaginemos, por exemplo, que Le Pen é eleita. Mélenchon lança a intifada, e das duas, uma: ou uma presidente Le Pen recorre à força para conter a insurreição, e Mélenchon denuncia o “fascismo” e exige às elites francesas que provem ser “democratas” juntando-se à sua “luta”; ou Le Pen cede, exibe a mesma fraqueza de todos os governos franceses dos últimos 30 anos, e desacredita-se junto dos seus eleitores, que esperam ordem, e dos investidores e credores do Estado, que esperam reformas. Sem o consentimento de Mélenchon, dono da rua, ninguém poderia governar em França.

Se é esse o plano, não é mal pensado. A associação com o radicalismo islâmico, em regiões de grande migração muçulmana, deu à extrema-esquerda uma força como nunca teve desde os anos 1970. Podia servir-lhe só para eleger presidentes de câmara, como em Berlim ou Nova Iorque. Mas para estes revolucionários, a violência foi sempre a maneira mais coerente de fazer política, e a Mélenchon, talvez a insurreição pareça a melhor jogada. A questão é saber se a restante esquerda e as elites bem-pensantes em geral se deixarão liderar por gente como Mélenchon a pretexto do “antifascismo”. Há anos que à oligarquia europeia só interessa ver perigos à direita, entre aqueles que contestam as suas políticas de estagnação económica, caos migratório e desmantelamento da cultura nacional. Por isso, nem deu pela emergência desta extrema-esquerda com motor jiadista. Vai perceber agora? E, percebendo, vai resistir?»

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

O Alexandre Sousa comenta os "protestos estudantis" em França


O direitinha José Manuel Fernandes comenta os motins em França


          É de lamentar que o JMF mencione os vários actos de vandalismo e literalmente incendiários, mas praticamente não refira as inúmeras agressões, algumas delas de uma violência extrema, perpetradas pelos "manifestantes" (a excepção é uma senhora que foi queimada pelos "seres humanos como nós" ao tentar defender uma paragem de autocarro em Marselha).

Igualmente lamentável é a tentativa, por parte do JMF, de relacionar os motins com a falta de condições nas escolas francesas. Se o problema fosse esse, haveria motins em muitos outros países do mundo civilizado. O nível de violência a que temos assistido é inaudito, pelo menos, nos últimos 80 anos.

Seja como for, este vídeo vale sobretudo pelo recapitular dos vários "protestos" "juvenis" que, ao longo das últimas décadas, têm assolado a "república da liberdade, igualdade e fraternidade". E que são, por mais que custe a muita gentinha falsamente convencida da sua superioridade moral e intelectual, o resultado inevitável do multikulti/multirracy que tem sido criminosamente impingido aos povos do Ocidente.
 

sábado, 22 de agosto de 2026

O Prof. Miguel Morgado arrasa o Corruptino Morais por dar o nome do terrorista abrileiro Otelo Saraiva de Carvalho a uma avenida em Oeiras


         De referir que também concordo com as críticas do Prof. Miguel Morgado ao Doutor André Ventura. Eu tenho votado no Chega por causa da questão da imigração, e até percebo que o Doutor André Ventura sinta a necessidade de seduzir os eleitores de Esquerda com a conversa da redução da idade de reforma. Mas a matemática não engana: a menos que o Doutor André Ventura consiga ir buscar receitas extraordinárias a algum lado, é impossível baixar a idade da reforma em Portugal sem colocar ainda mais em risco o valor das pensões futuras. O Doutor André Ventura está a fazer um jogo político muito perigoso que lhe poderá vir a custar muito caro no futuro!
 

terça-feira, 24 de março de 2026

Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (3): o Alberto Gonçalves condena a decisão judicial de libertar o terrorista


O vídeo só começa por volta dos 42 segundos.
 

Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (2): o Prof. Miguel Morgado denuncia a hipocrisia monumental da agência "Lusa", que descreveu o sucedido como "um incidente"


         Como é óbvio, eu não concordo com a parte em que o Miguel Morgado quando ele põe o grupo 1143 ao mesmo nível do terrorista do cocktail Molotov. O grupo 1143 não fez nada que fosse tão grave como isto! 
 
Mas este vídeo vale pela denúncia da duplicidade de critérios dos mé(r)dia e das instituições no tratamento do terrorismo de Esquerda.

Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida: o Observador da direitinha desceu a um novo mínimo moral e intelectual


Ao escrever sobre o atentado falhado contra a Marcha da Vida do último domingo, 22 de Março de 2026, o jornalista(?) Miguel Pinheiro Correia diz-nos, logo no título: 

 

«Anarquistas terão tentado atacar Marcha pela Vida».

 

Terão tentado? TERÃO??? Tentado????? Este anormal só pode estar a gozar connosco! Então, um terrorista de extrema-esquerda atira um cocktail Molotov para o meio de uma multidão de pessoas, na qual se encontravam mulheres e crianças, muitas das quais ficaram com as roupas encharcadas de gasolina... e este cretino ainda tem a distinta lata de escrever que o animal "terá tentado"???

Ele não tentou coisa nenhuma, seu grandessíssimo filho da outra, ele ATACOU, literalmente!!!

Alguém acredita que, se este ataque tivesse sido levado a cabo por um nacionalista, a linguagem seria a mesma? É claro que não! O título diria antes algo como: "Nacionalistas tentaram queimar mulheres e crianças".

É esta hipocrisia constante, este descaramento aviltante que insulta a nossa inteligência e que faz com que haja tanta gente revoltada com os mé(r)dia!

Felizmente, nem todos os leitores do Observador da direitinha andam a dormir (clicar em cima dos comentários para aumentar o seu tamanho):

 



 
 



domingo, 22 de março de 2026

'Marcha pela Vida' em Lisboa atacada por anarquistas que arremessaram um cocktail Molotov contra mulheres e crianças


Se este ATENTADO tivesse sido cometido por nacionalistas, abriria todos os noticiários e encheria as páginas dos jornais durante semanas a fio... mas, tendo sido cometido por anarquistas, não passa de uma nota de rodapé nos grandessíssimos mé(r)dia:

«A “Marcha Pela Vida”, iniciativa anual que junta pessoas que acreditam [são da opinião] que a vida começa no momento da concepção, que se declaram anti-aborto e contra a despenalização da morte medicamente assistida [do aborto], ficou marcada pelo lançamento de um objecto incendiário contra as pessoas que se manifestavam pacificamente. A organização da “Marcha” fala em cocktail Molotov. Não houve registo de feridos.»

 

Corrigi o texto da notícia acima porque o emprego do verbo "acreditar", neste contexto, sugere que estamos no domínio religioso. Como é evidente, não estamos. A convicção de que a vida começa no momento da concepção, i.e. da fertilização do óvulo pelo espermatozóide, não é uma crença. Será, quando muito, uma convenção, tal como dizer que a vida só começa depois de x semanas é uma convenção da "Academia" (notar bem as aspas).

Já o eufemismo "morte medicamente assistida" é novilíngua (orwellianismo) que nunca será tolerada neste blogue. Os únicos termos aceitáveis para a matança cobarde bebés são aborto, homicídio e, no contexto de uma política de extermínio organizada, genocídio. Que se choquem todos os filhos da outra que acharem o contrário, que eu aqui não cedo nem um milímetro. Desde que o aborto foi legalizado em Portugal, em 2007, já foram mortos mais de 250 mil bebés portugueses (números de 2023). Eu sou filho de um homem que, nas condições de hoje, teria quase garantidamente sido abortado. A minha avó confessou várias vezes que não queria ter o meu pai, que já era o seu quinto filho. E que ela só o teve porque a religiosidade a impediu de o matar!

Isto significa - e há muitos nacionalistas que não parecem entender isto - que o aborto não mata apenas os bebés abortados, ele mata também TODOS os seus descendentes! Se o aborto tivesse sido permitido em meados do século XX, eu não estaria aqui hoje!

Por último, o "jornalista" escreve 'Molotov' com letra minúscula. Pode ter sido apenas de ignorância... mas, tratando-se do Carrapatoso Jr., não podemos excluir a hipótese de ter sido uma tentativa de branquear a conduta criminosa do ministro soviético ao qual se deve o nome do "engenho" e, que terá afirmado, durante a Segunda Grande Guerra, que as missões de bombardeamento incendiário sobre a Finlândia eram, na verdade, "entregas humanitárias aéreas de alimentos" aos seus vizinhos "famintos".  


«De acordo com a Rádio Renascença, o incidente aconteceu à frente do Parlamento, já no final da iniciativa e já depois de terem acabado os discursos. “Um indivíduo atirou um objecto incendiário na direcção de mulheres, crianças e bebés. O objecto não chegou a incendiar”, avança a mesma Renascença, citando a organização da “Marcha Pela Vida”. O agressor acabou por ser detido pelos agentes da PSP presentes no local.

Em declarações à Agência Lusa, Nuno Marques Afonso, um dos coordenadores da iniciativa, explicou o que aconteceu. “Felizmente o pavio encharcou e a garrafa caiu sem chegar a incendiar-se”. Ninguém ficou ferido, mas muitas pessoas ficaram molhadas com o líquido incendiário.

A Marcha pela Vida, realizada em Lisboa no quadro da Caminhada pela Vida, que hoje teve lugar em 12 cidades do país, “é uma iniciativa pacífica, apartidária e aconfessional”, segundo os organizadores, que “condenam veementemente este acto de violência”
.»

 

Já hoje, o Neves que diz que "é preciso distinguir entre estrangeiros e imigrantes" e que está sempre a alertar para o "perigo da extrema-direita", condenou a extrema-esquerda... só que não! Era só o que faltava!

 «O ministro da Administração Interna condenou este domingo [22-Mar-2026] o incidente [atentado falhado] ocorrido durante a Marcha pela Vida, no sábado [21-Mar-2026], em Lisboa, que classificou como uma demonstração de “extremismo violento”, e elogiou a “pronta intervenção da PSP”.

“Não toleramos qualquer forma de extremismo violento e continuaremos a agir com firmeza para o prevenir e combater, garantindo a segurança e a defesa dos valores democráticos”, sublinha Luís Neves, numa nota enviada às redações.

A Marcha pela Vida, realizada no sábado no centro de Lisboa, terminou com um incidente, sem feridos, em que uma pessoa atirou um objecto incendiário para o meio dos participantes.

O agressor — um homem de 39 anos — foi de imediato detido no local pela PSP, cuja “pronta intervenção” foi elogiada pelo ministro, que destacou a “eficácia e o profissionalismo na proteção dos cidadãos”.

De acordo com a PSP, o suspeito, que não participava no protesto, aproximou-se do local e “arremessou um engenho incendiário improvisado do tipo ‘cocktail Molotov’, contendo gasolina, na direcção das pessoas presentes”.

No momento do incidente, participavam no protesto cerca de 500 pessoas, incluindo crianças e bebés. O engenho embateu junto de um grupo de manifestantes, mas não chegou a deflagrar no momento do impacto. 

Além do suspeito, estavam no local outras pessoas que acabaram por fugir e que, segundo a PSP, estariam integradas “num grupo alegadamente de conotação anarquista, tendo mais tarde sido identificados três membros em outra artéria”.»

 

No vídeo que se segue, a parte relevante começa por volta dos 15:45.