quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

«A imigração torna tudo melhor...»

 

...e quem discordar é racista! Hoje em França, amanhã em Portugal!!! 🤪
 

Se depender de mim, podem crer que vai acontecer! Vota peiésse, cambada! 25 de Abril, sempre! Portugal, nunca mais!!!

Ainda a polémica do "racismo" do Benfica


Carl Benjamin entrevista Rupert Lowe, líder do recém-criado Restore Britain


       Na sequência da posta anterior, aqui fica uma entrevista acabadinha de publicar que o Carl Benjamin fez ao líder do Restore Britain. Devo dizer que fiquei positivamente surpreendido: o Sr. Lowe quer acabar com o sistema de asilo e fazer a remigração de "grandes blocos de imigrantes". Vamos ver como é que o eleitorado britânico responde.
 

Há um novo partido no Reino Unido, chama-se Restore Britain e pretender disputar o eleitorado do Reform UK


       Eu próprio dei o benefício da dúvida ao Sr. Farage mas, perante estas declarações, é-me impossível continuar a fazê-lo.




terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Mais detalhes sobre o homicídio do jovem nacionalista em França pelos cobardolas terroristas antifa


Por cá, já se sabe, "é só grilos", que os mé(r)dia não se atrevem a tocar nesta história...

O Alexandre Sousa volta a lembrar-nos que muitos dos bebés que estão a nascer em Portugal já não são portugueses


O que vale é que "a natalidade não conta para nada, pá! O que interessa é fechar as fronteiras!!!" 🤪

Aqui o Afonso recomenda vivamente a leitura de «Presidenciais 2026: A vitória que revelou o sistema»


Pela Cristina Miranda, no blogue "Blasfémias".

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Sente saudades de Passos Coelho? Então, tome lá uma bocadinho de Johann Wadephul, enquanto o D. Sebastião da direitinha não volta! 🤪


É o regresso da austeridade! Confessem lá, já tinham saudades, não tinham? 😉

«A Alemanha pediu esta segunda-feira [16-Fev-2026] aos países europeus, especialmente a França, que adoptem medidas de austeridade que permitam cumprir a meta da NATO de investir 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa.

"Este apelo dirige-se a todos os países europeus. Serão necessárias discussões abertas e sinceras. Quem fala hoje de independência face aos Estados Unidos tem de fazer primeiro os trabalhos de casa", afirmou.

Wadephul rejeitou a emissão de dívida comum para financiar o aumento dos gastos militares, sublinhando que a meta de 5% aprovada na cimeira da NATO em Haia se refere a "prestações nacionais".

O ministro visou directamente o Presidente francês, Emmanuel Macron, que deverá discursar ainda em Fevereiro sobre temas estratégicos. "Quem fala de soberania europeia tem de agir no seu próprio país. Infelizmente, na República Francesa, os esforços têm sido insuficientes", criticou, sugerindo que Paris siga o exemplo de Berlim.

Wadephul defendeu que será necessário enfrentar "debates difíceis" e cortar na despesa social e noutros sectores para garantir a "capacidade de defesa da Europa".

O ministro elogiou ainda a intervenção do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na Conferência de Segurança de Munique, no fim-de-semana. "Sem o guarda-chuva nuclear dos Estados Unidos não somos capazes de nos defender, é a pura realidade", reconheceu.
»


Isto podem ser boas ou péssimas notícias. A privação económica tende a fazer crescer os extremos do espectro político. Agora resta saber quem vai ganhar a corrida, se o Nacionalismo, se uma nova metamorfose do Marxismo...

O Alberto Gonçalves comenta o recente discurso do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na Conferência de Segurança de Munique


       O vídeo só começa por volta dos 40 segundos. Contrariamente ao que tinha aconteceido no ano passado, nenhum diplomata europeu acabou a chorar. 😅


O grande problema da direitinha...


...fica ilustrado de forma paradigmática neste artigo da Helena Matos. Como artigo está reservado aos assinantes do Observador, vou apenas transcrever este trecho que considero sintomático:
 

«Há décadas que sucessivos governos põem e dispõem sobre a família, com a arrogância de quem se considera superior e melhor informado que as famílias, essa instituição que na impossibilidade de substituir há que iluminar, no sentido jacobino do termo.»

 

Esta análise não está incorrecta: ao aprovar uma lei que impede os menores de aceder às redes sociais, o Estado está, efectivamente, a substituir-se às famílias dos menores.

Mas este problema, sendo grave, é o menor dos problemas que a lei suscita. O grande problema da lei é que todo e qualquer caramelo que queira aceder às redes sociais, menor ou não, vai ter que passar a identificar-se. O grande problema da lei é o controlo abusivo e orwelliano exercido sobre todos os cidadãos a pretexto de proteger alguns.

Dir-me-ão algumas alminhas menos dadas a pensar por si próprias: "mas não é assim nas salas de jogo, nos casinos, nos bares e nas discotecas? Não temos que mostrar a nossa identificação à entrada?" Temos, pois, mas em nenhum desses casos há uma limitação implícita da Liberdade de Expressão das pessoas controladas. Mostrar o cartão de cidadão à porta de uma discoteca não faz com que a pessoa controlada seja impedida de se expressar livremente e, mais importante, seja impedida de vocalizar a sua oposição contra os dirigentes políticos do seu e de outros países.

Mas controlar uma pessoa "à porta" das redes sociais, faz. E é aqui que reside o busílis da questão. Ter de se identificar antes de entrar no Facebook, no Instragram ou aqui no Blogger faz silenciar imediatamente as pessoas que frequentam essas plataformas no que respeita à sua opinião política. A menos, é claro, que essas pessoas só tenham coisas boas a dizer do governo e das elites.

Ao reduzir tudo à família, a Helena Matos comete um erro(?) muito típico da direitinha, que é o de inocentar os políticos de más intenções, em particular de intenções totalitárias. O problema é que essas intenções totalitárias são manifestas e já foram até verbalizadas pelo próprio líder do governo, Luís Montenegro, em ocasiões anteriores.

Cingindo-se apenas ao argumento liberal de que o Estado se está a substituir à família, a Helena falha(?) em denunciar o problema central, que é controlo e a censura estatais em nome do bem-estar dos menores. 

O Orwell e o Huxley fazem muita falta. O apreço pelo valor liberdade, em particular pela Liberdade de Expressão, faz ainda mais... 

O ódio "do bem" fez mais uma vítima


        Mas, como é evidente, não veremos nada sobre o assunto nos grandessíssimos mé(r)dia 'tugas' (não confundir com portugueses, que isso é outro campeonato). É que a vítima não tinha nem a cor, nem a ideologia correctas...
 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

O Alberto Gonçalves aniquila totalmente o PS e o PS2 a respeito da limitação do acesso às redes sociais aos menores de 16 anos


       O Alberto diz muitas das coisas que eu já escrevi ontem aqui no TU(f) [ver aqui e aqui], mas acrescenta algo importante: os portugueses, na sua maior parte, estão perturbadoramente CALADOS acerca a aprovação desta lei. Se tivesse sido o Donald Trump a aprovar umas coisas destas, haveria montanhas de indignadinhos e de falsos moralistas a dizer que ele era um tirano. Mas sendo o Maçom Negro e o Carneiro da AIMA a fazê-lo, ninguém se indigna, ninguém esboça sequer um protesto! Dá até a sensação de que a maior parte das pessoas não percebe a gravidade extrema do que acaba de acontecer!
 
Os portugueses são um povo de cornos mansos. Não há outra forma de dizê-lo, abdicamos de tudo sem oferecer o mínimo de resistência. Pior do que isso, muitos vezes apoiamos os nossos opressores de forma activa e até entusiasmada, engolimos tudo o que eles nos enfiam pelos olhos e ouvidos adentro e até, muitas vezes, pelas goelas abaixo...


Sobre as declarações "anti-imigração" de Jim Ratcliffe, co-proprietário do clube de tristebol inglês Manchester United


 «Sir Jim Ratcliffe, um britânico a viver no Mónaco, atacou as políticas imigratórias do Reino Unido. Starmer exigiu pedido de desculpas e red devils divulgaram comunicado defendendo a postura do clube.

Não se pode ter uma economia com nove milhões de pessoas a receber subsídios e um grande número de imigrantes a entrar. Quero dizer, o Reino Unido foi colonizado. Está a custar demasiado dinheiro. O Reino Unido foi colonizado por imigrantes, não é verdade? Quero dizer, a população do Reino Unido era de 58 milhões em 2020, agora é de 70 milhões. São 12 milhões de pessoas a mais”. As palavras de Sir Jim Ratcliffe, uma das pessoas mais ricas do Reino Unido, detentor do grupo INEOS e dono do Manchester United e emigrante britânico, numa entrevista à Sky News geraram polémica e originaram reacções governamentais e do próprio clube que detém.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, exigiu um pedido de desculpas, defendendo que as declarações foram “ofensivas e erradas” e que a “Grã-Bretanha é um país orgulhoso, tolerante e de diversidade”.

(...) 

Esta posição fê-lo lembrar do clube que detém: o Manchester United. “Já vi isso acontecer várias vezes no clube de futebol. Se fazemos coisas difíceis, que achamos que precisamos fazer no Manchester United… achamos que são as coisas certas a fazer. Mas ficamos muito impopulares durante um tempo”, afirmou. “Temos os mesmos problemas com o país”, disso Ratcliffe. “Se realmente queremos lidar com as principais questões da imigração, com as pessoas que optam por receber benefícios em vez de trabalhar para ganhar a vida, se quer lidar com isso, então terá de fazer algumas coisas que são impopulares e mostrar alguma coragem“, defendeu

No meio da polémica, o Manchester United, em comunicado, o Manchester United, sem referir a entrevista ou o co-proprietário, veio defender os valores do clube, descrevendo-se como uma instituição que representa “inclusão, diversidade e equidade”. Actualmente, pouco mais de um terço do plantel é britânico: os estrangeiros, onde se inserem os portugueses Bruno Fernandes e Diogo Dalot, representam 64,5% da equipa.»

 

 Entretanto, o Sr. Ratcliffe já veio amenizar as suas declarações:

 «O bilionário apresentou uma espécie de pedido de desculpas, afirmando: “Lamento que a minha escolha de palavras tenha ofendido algumas pessoas no Reino Unido e na Europa e causado preocupação, mas é importante levantar a questão da imigração controlada e bem gerida que apoia o crescimento económico. 
Os meus comentários foram feitos enquanto respondia a perguntas sobre a política do Reino Unido na Cimeira da Indústria Europeia em Antuérpia, onde discuti a importância do crescimento económico, dos empregos, da qualificação profissional e da indústria transformadora no Reino Unido.” E acrescentou: “A minha intenção era enfatizar que os governos devem gerir a imigração juntamente com o investimento na qualificação profissional, na indústria e no emprego, para que a prosperidade a longo prazo seja partilhada por todos. É fundamental que mantenhamos um debate aberto sobre os desafios que o Reino Unido enfrenta”.» 

 

Portanto, o Sr. Ratcliffe nunca esteve contra a imigração em si, mas sim contra a forma como a imigração se tem processado no Reino Unido, a um ritmo pura e simplesmente avassalador, tal como aqui, em Portugal.

O problema que ele identifica é que há demasiados imigrantes a viver à custa dos contribuintes britânicos, ao invés de trabalharem e produzirem riqueza. Mas esta simples observação, que é factual, foi o suficiente para que os indignadinhos do custume viessem imediatamente rasgar as suas vestes em público, com o inenarrável comuna Starmer a ter a ousadia de exigir um pedido de desculpas, como se agora as pessoas tivessem alguma obrigação de abdicar das suas opiniões e convicções pessoais.

É assim, o novo totalitarismo da "Europa progressista e tolerante". Mas é preciso dizer que os ingleses bem o merecem: quem vota num grandessíssimo anormal como o Starmer, que foi sempre abertamente totalitarista na sua forma de agir e até de falar, não pode queixar-se de agora ser oprimido. Ao contrário de outros, o Starmer nunca se armou em cordeirinho, foi sempre abertamente lobo, dizendo claramente o que pretendia...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O André Ventura reage ao neo-estalinismo cibernáutico imposto HOJE pela abrilada


       Ouçam bem o que o André diz: para além da censura das redes sociais, com esta Lei, o (des)Governo vai ter o poder de SUSPENDER os serviços prestados, seja pelas operadores, seja pelas plataformas comerciais online! 1984? Não, caros leitores, isto é mesmo 2026, que nem mesmo o Sr. Orwell imaginou uma coisa destas!
 
E volto a dizer: com todos os defeitos que os EUA têm, isto nunca poderia acontecer lá! Eles têm a Primeira Emenda, enquanto nós não temos nada, rigorosamente NADA que assegure a nossa Liberdade de Expressão contra o Estado! E isso quer dizer que, na prática, nós não vivemos em Democracia, porque não há Democracia sem Liberdade de Expressão!
 


Os deputados Ricardo Reis e Rita Matias também fizeram intervenções excelentes: 

O comentário do Alexandre Sousa à aprovação na AR da verificação da identidade pelo centrão abrilão


        Não concordo com o comentário que o Alexandre faz sobre a facilidade utilização das VPN. Acho que ele está a ser extremamente optimista. Em tudo o resto, concordo a 100%.

O Parlamento aprovou a limitação do acesso às redes sociais e às plataformas online por parte de menores de 16 anos


Confirma-se a possibilidade que eu tinha avançado na posta anterior:
 
«O projecto lei do PSD que limita o acesso de crianças e jovens a plataformas online e redes sociais foi esta quinta-feira [12-Fev-2026] aprovado no parlamento, com os votos favoráveis das bancadas do PSD, PS, PAN e JPP. 
A proposta contou com os votos contra das bancadas do Chega e da Iniciativa Liberal e com as abstenções dos deputados do CDS-PP, PCP, Livre, Bloco de Esquerda e do socialista Miguel Costa Matos. 
O diploma do PSD estabelece que é preciso ter pelo menos 16 anos para aceder a redes sociais como o Instagram, Tik Tok ou Facebook e que, entre os 13 e os 16 anos, o acesso só é permitido após o “consentimento parental expresso e verificado”. 
Com este novo projecto de lei, será preciso confirmar a idade do utilizador através do sistema Chave Móvel Digital para conseguir aceder às plataformas.»

Isto significa que os meus dias como Afonso de Portugal na Internet estão contados. E, concomitantemente, os dias do TU(f) estão contados. Agora é só uma questão de tempo até que a Google/Alphabet implemente as medidas exigidas pelo (des)governo.

E não pensem que são apenas as redes sociais. A partir de agora, quem quiser fazer compras na Internet vai ter de verificar a sua idade identidade:

 

«Também os prestadores de serviços passam a ser obrigados a implementar mecanismos que protejam as crianças e jovens, podendo ser alvo de coimas até “aos dois milhões de euros ou 2% do volume de negócios anual mundial”.»

 

A pior parte disto tudo é que o Nacionalismo vai sofrer uma machadada severa na sua capacidade de divulgação. Grande parte dos nacionalistas, por razões óbvias, prefere esconder a sua identidade no ciberespaço. Consequentemente, esta nova lei fará com que muitos patriotas desistam pura e simplesmente de comentar e até de frequentar a Internet da área nacionalista. Tal como aconteceu aos maiores sítios pornográficos em que a verificação da idade foi imposta, a audiência dos canais nacionalistas tenderá a cair a pique, ficando apenas uma pequena minoria de resistentes, muitos dos quais não têm sequer a consciência do enorme perigo que irão correr.

É que aquilo que virá depois disso é, infelizmente, perfeitamente previsível. Dado o que aconteceu na Alemanha, em França e no Reino Unido, os poucos nacionalistas que restarem tornar-se-ão alvo de uma caça às bruxas incessante. Não tenham a menor dúvida: tal como aconteceu nesses países, haverá portugueses a serem presos pelo que escreveram na Internet. Portugueses normais, não apenas Mários Machado ou membros do 1143. Mas quem vota na Abrilada não merece outra coisa. E quem nem sequer vota, merece ainda menos do que isso!

O Parlamento, ou melhor, a Esquerda + AD, deverão aprovar HOJE o fim das redes sociais para menores de 16 anos


Relembro aos mais "distraídos" que isto implicará a "verificação da idade" dos utilizadores das redes sociais, o que será, na prática, a verificação da identidade dos utilizadores.

«O livre acesso às redes sociais e plataformas online em Portugal será proibido a menores de 16 anos, segundo um diploma do PSD que deverá ser aprovado esta semana no parlamento com os votos favoráveis dos socialistas. 
Na quinta-feira, os deputados discutem e votam o projecto de lei do PSD que estabelece que é preciso ter pelo menos 16 anos para aceder a redes sociais como o Instagram, Tik Tok ou Facebook e que, entre os 13 e os 16 anos, o acesso só é permitido após o “consentimento parental expresso e verificado”
O diploma deverá ser aprovado com os votos favoráveis da bancada socialista: “[O projecto de lei] vai no mesmo sentido do que têm sido as nossas tomadas de posição, por isso não vejo como não seja aprovado, e desça à comissão para que a lei seja mais clara e bem construída”, disse o deputado socialista Pedro Delgado Alves

 

Reparem, caros leitores: mais uma vez, PS =PSD. Mas agora vem a parte que realmente interessa e que vai, muito provavelmente, acabar com a Internet nacionalista:

 

«O diploma defende que para aceder às redes é preciso confirmar a idade do utilizador através do sistema Chave Móvel Digital. A legislação actual já proibia o acesso a menores de 13 anos, mas não havia controlo nem a idade era verificada pelas plataformas.

O PSD quer ainda que os prestadores de serviços implementem “mecanismos de verificação de idade quando disponibilizem conteúdos potencialmente nocivos ou proibidos a crianças; serviços de redes sociais, jogos online, apostas online, partilha de vídeos; conteúdos ou funcionalidades susceptíveis de afectar a saúde, socialização, capacidade de aprendizagem e bem-estar das crianças”.

A fiscalização das medidas caberá à Autoridade Nacional de Comunicações e à Comissão Nacional de Protecção e Dados, que podem aplicar coimas até “aos dois milhões de euros ou 2% do volume de negócios anual mundial”.»

 

Resumindo e concluindo, o 'Dia do Juízo Final' da Internet nacionalista está a chegar. Eu, por mim falo: a partir do momento em que for exigida a chave móvel digital, deixarei de actualizar este blogue, bem como qualquer outra rede social. O motivo é simples: mesmo acedendo por VPN, estaremos a incorrer num crime, uma vez que a nova Lei nos obrigará a identificarmo-nos logo à entrada das redes sociais.
 
Por outro lado, mesmo admitindo a possibilidade de eu me identificar perante a Google, a blogosfera já está às moscas actualmente, pelo que exigir a identidade dos leitores deste blogue acabará de vez com a audiência. Não faz sentido, o benefício claramente não compensa o risco.
 
Tudo isto para avisar desde já os caríssimos leitores: não se admirem se, em breve, este blogue desaparecer de um dia para o outro. Assim que a Lei for aprovada e a Google anunciar que vai passar a verificar a identidade dos utilizadores, eu irei apagar TODAS as minhas contas, Google, Rumble e BitChute. Isto significará não apenas o fim deste blogue, mas também de todos os vídeos que tenho no YouTube e nas outras plataformas mencionadas. 
 
Não posso deixar de dizer isto: também aqui se vê o resultado da ESTUPIDEZ MONUMENTAL de todos os autoproclamados nacionalistas que, ao longo dos anos, se recusaram a votar. Como era evidente para qualquer pessoa com dois dedos de testa, manter no poder o PS/PSD só poderia acabar desta forma, uma vez que o crescimento do Chega iria sempre fazer com que estes partidos se defendessem, criando leis orwellianas como esta. As ordens, aliás, vêm da própria Comissão Europeia que, com o seu Regulamento dos Serviços Digitais (RSD), procura desesperadamente travar a ascensão do Nacionalismo na Europa.
 
Se os nacionalistas se tivessem mobilizado atempadamente, colocando no poder um partido nacionalista, este desfecho podia ter sido evitado. E não há a desculpa de que o Chega só apareceu em 2019, porque havia, desde o ano 2000, um partido nacionalista que se chamava PNR que, estando longe de ser perfeito, era mil vezes preferível aos partidos de Abril. Mas os nacionalistas(?) estavam mais ocupados a masturbar-se "intelectualmente" do que a preocupar-se com o futuro de Portugal e do povo português.