Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
quinta-feira, 5 de março de 2026
O negócio da imigração em Portugal vai de vento em popa...
...menos para os portugueses de classe média e baixa, é claro:
Se o Moedinhas alguma vez se candidatar a Primeiro-ministro ou a Presidente da República...
...não se esqueçam destes elogios babados que ele deu hoje ao cata-vento:
«Tendo eu sido emigrante em França, há um momento que nunca esquecerei. Um jantar no Palácio do Eliseu aquando das temporadas cruzadas entre Portugal e França. Ouvi o Presidente Marcelo fazer um dos melhores discursos em francês que alguma vez presenciei. Com naturalidade, com cultura, com elegância. Citando, sem olhar para o papel, de Balzac a Camus. A sala ficou suspensa.»
O "intelectual" 'tuga' é isto: "O gajo falava tão bem, pá! Era tão elegante, pá!!!"... Como se a medida do valor de um político fosse a conversa e não a prática, as acções e a obra que ficam efectivamente para a posterioridade.
A abrilada está hoje a chorar a morte do romanceiro Lobo Antunes...
Insanidade total na Holanda: a partir de 2028, o governo holandês poderá vir a taxar os lucros financeiros não realizados a 36%! 🤦♂️
«A Câmara dos Representantes dos Países Baixos votou na quinta-feira [12-Fev-2026] a aprovação da Lei do Retorno Real na Caixa 3 (Wet werkelijk rendement box 3), uma reforma que tributará os residentes a uma taxa fixa de 36% sobre os rendimentos obtidos com poupanças e investimentos, a partir de 1 de Janeiro de 2028.
No novo regime, o imposto incide não só sobre os rendimentos efectivamente recebidos, como juros, dividendos e rendas, mas também sobre a valorização anual de activos como acções, obrigações e criptomoedas, mesmo quando esses activos não tenham sido vendidos.»
Pensem bem no que isto implica, caros leitores. Se vocês fossem holandeses e tivessem uma carteira de acções e ETF que valorizasse 10 mil euros num ano, vocês teriam que pagar 3600 € ao estado, independentemente de terem vendido a carteira ou não. E se a bolsa cair no ano seguinte, azarito, perdem o dinheiro e perdem as acções!
Isto significa que esta lei inviabiliza ou, pelo menos, reduz fortemente o fenómeno de "compounding", o efeito de bola de neve que permite aos investidores enriquecer ao longo do tempo através do crescimento exponencial das suas poupanças. Se, a cada ano, os investidores tiverem que vender 36% das suas poupanças, i.e., da sua bola de neve, então a bola de neve nunca chegará a ganhar massa suficiente para se tornar uma bola decente, por mais tempo que ela role montanha abaixo.
E para além do crescimento do exponencial, há ainda o problema da distribuição do retorno dos activos financeiros, que segue uma lei de potência. Isto significa que a rentabilidade a longo prazo de uma carteira de acções e ETF depende fortemente do crescimento de uma pequena parte dos títulos detidos em carteira, aqueles títulos que crescem muito mais do que a média (as Nvidias, as Microsofts, as Berkshires, etc). Ora, se os investidores passarem a ser obrigados a vender as suas posições antecipadamente, por não terem liquidez suficiente para pagar o novo imposto, então o efeito destas acções "extraordinárias" desaparece, ficando o desempenho da carteira reduzido à média do mercado.
O mais assustador é que, se esta lei vier mesmo a ser aprovada, será apenas uma questão de tempo até que os restantes países da UE façam o mesmo. O que significa que passará a ser impossível a um cidadão de classe média europeu enriquecer através da bolsa, a menos que mude a sua residência fiscal para fora da Europa.
Faço notar que os "liberais" holandeses votaram a favor desta proposta, enquanto o "fascista" PVV votou contra. Mas depois os nacionalistas é que são antidemocratas e desrespeitadores das liberdades e dos direitos individuais...
quarta-feira, 4 de março de 2026
Quando a misandria e o ódio ao homem branco esbarram na realidade...
Um excelente exemplo da hipocrisia dos "liberais" tugas...
«As salvaguardas jurídicas e o complexo sistema de freios e contrapesos (checks and balances, na feliz expressão original) podem parecer por vezes frustrantes e até bizarros para quem, circunstancialmente, está do lado do poder mas o equilíbrio institucional que deles resulta é crucial para a preservação da liberdade. A importância desses freios e contrapesos só se torna para muitos compreensível quando deixam de estar alinhados com o poder, mas tal só faz com que seja ainda mais importante preservá-los em todas as circunstâncias.
A preservação de instituições robustas e independentes é fundamental para salvaguardar a liberdade e constitui um pilar imprescindível para suportar o desenvolvimento sustentável. Mas essa preservação não acontece sem esforço. Perante as muitas tentações de colagem aos detentores do poder a cada momento, ela exige não só independência mas também frequentemente uma dose assinalável de coragem.»
Qual é o problema desta conversa de chacha? É que o Andrezinho nunca teria aceitado a decisão do Tribunal Supremo dos EUA se ela tivesse sido em sentido contrário, i.e., no sentido da manutenção das tarifas. Como é que eu sei? É simples, a certa altura, o Andrezinho escreve isto:
«Daí que Gorsuch alerte também – e bem – os seus colegas Jackson, Kagan e Sotomayor – que neste caso alinharam com ele na limitação do abuso do poder executivo por parte do Presidente Trump – que foram no passado muito mais tolerantes com abusos do poder executivo por parte do Presidente Biden. E que, no mesmo espírito, realce que os seus colegas Alito, Kavanaugh e Thomas – que neste caso não detectaram qualquer abuso do poder executivo por parte do Presidente Trump – foram no passado – e bem – mais exigentes com abusos do poder executivo por parte do Presidente Biden.»
Muito bonito, só que o Andrezinho NUNCA se pronunciou sobre a benevolência dos juízes nomeados pelos presidentes democratas quando o Biden era presidente! Ele só se pronuncia AGORA, com Donald Trump na presidência! Isto que dizer que, na verdade, o Andrezinho só quer saber das "preservação de instituições robustas" na medida que essas "instituições robustas" podem travar as políticas de que ele não gosta, como as tarifas, não as políticas de que ele gosta, como o globalismo criminoso e a imigração de fronteiras escancaradas que ele e a sua IL defendem!
É isto que torna os cretinos da IL absolutamente insuportáveis: eles reclamam para si uma superioridade moral e um respeito pelas instituições que, quando devidamente escrutinados, tendem sempre para o mesmo lado! Elogiam a separação de poderes quando lhes convém, calam-se que nem ratos quando não lhes convém! Isto, de onde eu venho, chama-se querer fazer dos outros parvos. E se há coisa que me tira do sério é que me tentem fazer de parvo...
Para aqueles que não percebem o quão danoso é o recente acordo celebrado entre a CE e a Índia
terça-feira, 3 de março de 2026
O Alberto Gonçalves comenta o "feminismo" da xuxa feiosa Isabel Moreira
Da série «a imigração não tem nada a ver com a criminalidade, pá!» (2)
O Pedro Rosário comenta a islamização em curso nas escolas portuguesas (e não só), bem como o neo-estalinismo da Associação Académica de Coimbra
O Chega vai propor a proibição de entrada de imigrantes do Oriente Médio
«O Chega vai propor a proibição da entrada de imigrantes dos países afectados pelo conflito no Médio Oriente, além da isenção de IVA para os bens alimentares essenciais e um mecanismo temporário para a redução do preço dos combustíveis.
Em conferência de imprensa, o líder do Chega anunciou que o partido vai propor “uma suspensão da entrada de pedidos de asilo na Europa, oriundos do Médio Oriente”, nomeadamente do Irão, Líbano, Síria e Iraque, por forma a evitar uma nova “crise migratória” na sequência do ataque militar contra o Irão.
André Ventura justificou que estas zonas estão “altamente destabilizadas novamente e foram precisamente estes países que provocaram a crise imigratória de 2014 e de 2015, que ainda hoje está a ser paga com larga extensão por não ter havido nenhum controlo” e defendeu que “a Europa não aguentará sem movimentos políticos sistémicos outra vaga de "refugiados" deste tipo”.»
Bem, André Ventura e o seu Chega. A proibição não vai dar em nada, uma vez que todos os outros partidos vão votar contra. Mas ficará registado o protesto do único partido que se preocupa com a segurança dos portugueses.


