sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O Alberto Gonçalves arrasa o facciosismo anti-Trump do comentadeiro ordinário que dá pelo nome de Mário Crespo


O Tribunal Supremo dos EUA anulou várias das tarifas alfandegárias que tinham sido impostas pelo Presidente Donald Trump

 
         Partilho esta notícia só para destacar o seguinte: dos nove juízes do TS dos EUA, 6 votaram contra as tarifas e 3 votaram a favor. Entre os 6 que votaram a favor, há dois republicanos, o Neil Gorsuch e a Amy Coney Barrett, ambos nomeados por Trump.
 
Por outras palavras, se os juízes nomeados por Trump tivessem votado a favor, as tarifas teriam permanecido em vigor com uma votação de 4 contra e 5 a favor.
 
Porque é que isto é relevante? Porque ilustra que a escolha dos juízes do TS não pode ser feita em cima do joelho. Segundo a AI da Google, os juízes democratas votam 94% das vezes alinhados com o seu partido, enquanto so juízes republicanos só votam 92% das vezes:
 
 


Ou como disse o Presidente Bukele:


É exactamente isto que também aconteceu aqui em Portugal. Fala-se constantemente em separação de poderes, mas os juízes do Tribunal Constitucional protegem sistematicamente a fortaleza de leis iníquas criada pela abrilada, impedindo qualquer reforma ou medida necessária para resgatar Portugal.

O "independente" Rui Moreira arranjou um tachinho na OCDE graças ao PSD


O comuna raivoso que odeia Portugal e os portugueses com um fervor doentio voltou a insultar-nos


        Encarem-no como um elogio, caros leitores. Quando um canalha antiportuguês como o (l)oliveira nos insulta, ele está a elogiar-nos da única forma que sabe. Este imbecil neomarxista ainda não percebeu que a "sua" (((opinião))) já não conta para nada. A não ser, talvez, para meter nojo aos cães!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O eunuco gerontófilo que preside à República Francesa deixou finalmente cair a máscara


«A imigração torna tudo melhor...»

 

...e quem discordar é racista! Hoje em França, amanhã em Portugal!!! 🤪
 

Se depender de mim, podem crer que vai acontecer! Vota peiésse, cambada! 25 de Abril, sempre! Portugal, nunca mais!!!

Ainda a polémica do "racismo" do Benfica


Carl Benjamin entrevista Rupert Lowe, líder do recém-criado Restore Britain


       Na sequência da posta anterior, aqui fica uma entrevista acabadinha de publicar que o Carl Benjamin fez ao líder do Restore Britain. Devo dizer que fiquei positivamente surpreendido: o Sr. Lowe quer acabar com o sistema de asilo e fazer a remigração de "grandes blocos de imigrantes". Vamos ver como é que o eleitorado britânico responde.
 

Há um novo partido no Reino Unido, chama-se Restore Britain e pretender disputar o eleitorado do Reform UK


       Eu próprio dei o benefício da dúvida ao Sr. Farage mas, perante estas declarações, é-me impossível continuar a fazê-lo.




terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Mais detalhes sobre o homicídio do jovem nacionalista em França pelos cobardolas terroristas antifa


Por cá, já se sabe, "é só grilos", que os mé(r)dia não se atrevem a tocar nesta história...

O Alexandre Sousa volta a lembrar-nos que muitos dos bebés que estão a nascer em Portugal já não são portugueses


O que vale é que "a natalidade não conta para nada, pá! O que interessa é fechar as fronteiras!!!" 🤪

Aqui o Afonso recomenda vivamente a leitura de «Presidenciais 2026: A vitória que revelou o sistema»


Pela Cristina Miranda, no blogue "Blasfémias".

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Sente saudades de Passos Coelho? Então, tome lá uma bocadinho de Johann Wadephul, enquanto o D. Sebastião da direitinha não volta! 🤪


É o regresso da austeridade! Confessem lá, já tinham saudades, não tinham? 😉

«A Alemanha pediu esta segunda-feira [16-Fev-2026] aos países europeus, especialmente a França, que adoptem medidas de austeridade que permitam cumprir a meta da NATO de investir 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa.

"Este apelo dirige-se a todos os países europeus. Serão necessárias discussões abertas e sinceras. Quem fala hoje de independência face aos Estados Unidos tem de fazer primeiro os trabalhos de casa", afirmou.

Wadephul rejeitou a emissão de dívida comum para financiar o aumento dos gastos militares, sublinhando que a meta de 5% aprovada na cimeira da NATO em Haia se refere a "prestações nacionais".

O ministro visou directamente o Presidente francês, Emmanuel Macron, que deverá discursar ainda em Fevereiro sobre temas estratégicos. "Quem fala de soberania europeia tem de agir no seu próprio país. Infelizmente, na República Francesa, os esforços têm sido insuficientes", criticou, sugerindo que Paris siga o exemplo de Berlim.

Wadephul defendeu que será necessário enfrentar "debates difíceis" e cortar na despesa social e noutros sectores para garantir a "capacidade de defesa da Europa".

O ministro elogiou ainda a intervenção do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na Conferência de Segurança de Munique, no fim-de-semana. "Sem o guarda-chuva nuclear dos Estados Unidos não somos capazes de nos defender, é a pura realidade", reconheceu.
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Isto podem ser boas ou péssimas notícias. A privação económica tende a fazer crescer os extremos do espectro político. Agora resta saber quem vai ganhar a corrida, se o Nacionalismo, se uma nova metamorfose do Marxismo...

O Alberto Gonçalves comenta o recente discurso do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na Conferência de Segurança de Munique


       O vídeo só começa por volta dos 40 segundos. Contrariamente ao que tinha aconteceido no ano passado, nenhum diplomata europeu acabou a chorar. 😅


O grande problema da direitinha...


...fica ilustrado de forma paradigmática neste artigo da Helena Matos. Como artigo está reservado aos assinantes do Observador, vou apenas transcrever este trecho que considero sintomático:
 

«Há décadas que sucessivos governos põem e dispõem sobre a família, com a arrogância de quem se considera superior e melhor informado que as famílias, essa instituição que na impossibilidade de substituir há que iluminar, no sentido jacobino do termo.»

 

Esta análise não está incorrecta: ao aprovar uma lei que impede os menores de aceder às redes sociais, o Estado está, efectivamente, a substituir-se às famílias dos menores.

Mas este problema, sendo grave, é o menor dos problemas que a lei suscita. O grande problema da lei é que todo e qualquer caramelo que queira aceder às redes sociais, menor ou não, vai ter que passar a identificar-se. O grande problema da lei é o controlo abusivo e orwelliano exercido sobre todos os cidadãos a pretexto de proteger alguns.

Dir-me-ão algumas alminhas menos dadas a pensar por si próprias: "mas não é assim nas salas de jogo, nos casinos, nos bares e nas discotecas? Não temos que mostrar a nossa identificação à entrada?" Temos, pois, mas em nenhum desses casos há uma limitação implícita da Liberdade de Expressão das pessoas controladas. Mostrar o cartão de cidadão à porta de uma discoteca não faz com que a pessoa controlada seja impedida de se expressar livremente e, mais importante, seja impedida de vocalizar a sua oposição contra os dirigentes políticos do seu e de outros países.

Mas controlar uma pessoa "à porta" das redes sociais, faz. E é aqui que reside o busílis da questão. Ter de se identificar antes de entrar no Facebook, no Instragram ou aqui no Blogger faz silenciar imediatamente as pessoas que frequentam essas plataformas no que respeita à sua opinião política. A menos, é claro, que essas pessoas só tenham coisas boas a dizer do governo e das elites.

Ao reduzir tudo à família, a Helena Matos comete um erro(?) muito típico da direitinha, que é o de inocentar os políticos de más intenções, em particular de intenções totalitárias. O problema é que essas intenções totalitárias são manifestas e já foram até verbalizadas pelo próprio líder do governo, Luís Montenegro, em ocasiões anteriores.

Cingindo-se apenas ao argumento liberal de que o Estado se está a substituir à família, a Helena falha(?) em denunciar o problema central, que é controlo e a censura estatais em nome do bem-estar dos menores. 

O Orwell e o Huxley fazem muita falta. O apreço pelo valor liberdade, em particular pela Liberdade de Expressão, faz ainda mais... 

O ódio "do bem" fez mais uma vítima


        Mas, como é evidente, não veremos nada sobre o assunto nos grandessíssimos mé(r)dia 'tugas' (não confundir com portugueses, que isso é outro campeonato). É que a vítima não tinha nem a cor, nem a ideologia correctas...