sexta-feira, 26 de junho de 2026

Elon Musk bem, mais uma vez, ao partilhar no X um filme que as "elites" alemãs tentaram censurar


Há um erro na notícia que o Alexandre cita, o filme chama-se "Cidadão Vigiliante", do original "Citizen Vigilante", e não "cidadãos vigilantes".

Ainda não vi o filme, por isso não sei se é recomendável. Mas qualquer filme que seja cancelado pelos donos disto tudo merece pelo menos uma oportunidade, ao contrário de toda a porcaria antibranca e antiocidental que tem saído de jewllywood, que deve ser boicotada, pelo menos financeiramente. Deixo aqui a nota, para quem estiver curioso. 
 

O grande erro desta senhora é mesmo não ser 'racista'


Ela ainda não percebeu que o 'racismo', conceito desonesto inventado propositadamente para amordaçar os europeus na sua própria terra, é a única defesa possível contra a situação que ela denuncia.
 

O Banco de Portugal continua a esbanjar o nosso dinheiro para enriquecer as clientelas partidárias


Qual é, afinal, o sentido da vida?

 
É isto que se vê neste vídeo. Tão simples quanto isto. Tudo o resto é secundário, por mais que possa ser importante.
 
 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

As deputadas Rita Matias, Madalena Cordeiro e Cláudia Estêvão intervêm na AR em defesa da maternidade e da natalidade


      Infelizmente, as medidas que as senhoras deputadas preconizam são manifestamente insuficientes. Não basta recompensar financeiramente quem tem filhos, também é preciso penalizar aqueles que não os têm. Infelizmente, a sociedade ainda não está preparada para ir tão longe... e é por isso que continuamos a perder terreno, demograficamente falando. 
 



O Rupert Lowe fala do momento político actual na Grã-Bretanha, em particular da forma como a "diversidade" está a destruir o seu país


Em França, um jovem (sem aspas) nativo foi espancado até à morte por cinco "jovens" (agora com aspas)


        Não há volta a dar: os filhos acabam sempre por pagar pelos pecados dos pais. O Antigo Testamento (Êxodo 34:7) bem nos avisou. Mas, infelizmente, há pessoas que não conseguem olhar para a Bíblia como o documento histórico que é realmente e não apenas como um livrinho de histórias...

 

Em Itália: "engenheiro mecânico" que veio "fazer o que nós não queremos" filmado em Milão a destruir "enriquecer" automóveis!


quarta-feira, 24 de junho de 2026

Em França, continua a dança (10)...


A realidade supera a ficção: o alógeno Luc Mombito faz mesmo aquilo que muitos nativos não querem fazer... criticar a Igreja Católica!


Pasmem, caros leitores, nem mesmo o André Ventura teve coragem de dizer isto:
 
«A compaixão cristã é essencial, mas sem distinguir claramente entre quem realmente precisa de protecção e quem explora o sistema, e sem exigir responsabilidades aos países de emigração, o discurso perde credibilidade junto daqueles que todos os dias pagam a conta com mais tempo de espera e menor qualidade de vida.»

Os direitinhas começam a reconhecer finalmente que a sobrecarga do sistema de saúde e a crise da habitação se devem essencialmente à imigração


Foi preciso mais de uma década para finalmente começarem a reconhecer o que era absolutamente evidente para qualquer português médio! 🤡
 

Como a imigração está a transformar os europeus em cidadãos de segunda categoria nos seus próprios países


         O que se vê neste vídeo é apenas o que está a acontecer nos transportes públicos. Trata-se por isso do pico ou da ponta do icebergue: seria preciso ver também o que está a acontecer nos hospitais, nos centros de saúde, nas escolas, no acesso à habitação, na atribuição de subsídios, etc. para termos o quadro completo.

Mas lá que esta amostra é bastante reveladora, lá isso é...
 

As novas do Afrogal


       O segundo vídeo (mais abaixo) confirma uma velha previsão que eu tenho feito ao longo dos anos: a conversa do colonialismo e das "reparações" vai servir cada vez mais de pretexto para os "jovens" abusarem dos portugueses.
 
É por isso que o revisionismo histórico de Esquerda não é apenas uma monstruosidade anticientífica, mas sobretudo criminosa, porque legitima a agressão dos negros aos brancos do presente como retribuição por supostos crimes do passado longínquo.
 

terça-feira, 23 de junho de 2026

O Prof. Miguel Morgado comenta os números do INE que eu divulguei aqui ontem


          Como é evidente, eu não concordo nada quando o Prof. Morgado diz que "ninguém estava à espera" que a população residente em Portugal tivesse aumentado. Todos os nacionalistas dignos desse nome estavam à espera!

E porque é que estávamos à espera? Porque nós, os nacionalistas, sabemos perfeitamente que contabilizar o número estrangeiros residentes sem contabilizar o número de naturalizados é uma falácia do tamanho da Via Láctea: os naturalizados são apenas estrangeiros que, por terem em seu poder um pedacinho de plástico (cartão de cidadão) a "atestar" que são "portugueses", deixam de ser contabilizados pelas entidades oficiais como estrangeiros e passam a ser contabilizados como portugueses. E é por isso que a população residente pode aumentar (e deverá continuar a aumentar, pelo menos, nos próximos anos) mesmo que a imigração diminua!




Este segundo vídeo mostra um pouco mais da intervenção do Prof. Morgado:

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Hipócritas de m€#$@: a pérfida bruxa Hilária e o mulato Obama criticam a política de imigração do Presidente Trump quando fizeram exactamente o mesmo


A grande diferença é que, quando estavam lá a Hilária e o Merdama, não havia 'antifas' nem outros agentes pagos a protestar!  


Cotroso a ser cotroso...


Este também já não engana ninguém... é outro vende-pátrias, como todos os liberais!
 

Pérolas da arrogância alógena (4): brasileira vai à televisão gabar-se de contornar a lei portuguesa para legalizar imigrantes


O INE estima que havia, no final de 2025, 11,4 milhões de pessoas a viver em Portugal, 14% das quais eram imigrantes


A palavra-chave aqui é mesmo estima, porque, como veremos a seguir, há muitos rabos de palha nestes números:

«O Instituto Nacional de Estatística (INE) acaba de divulgar [22-Jun-2026] os dados sobre população residente em Portugal. São 11,4 milhões de pessoas, dos quais quase 1,6 milhões são imigrantes, o equivalente a 14% do total da população residente. Em números mais exactos, são 1 597 539 pessoas.»

Portanto, a acreditar nestes números do INE, a população imigrante em Portugal no final de 2025 (1 597 539) era mais ou menos a mesma do final de 2024 (1 546 521). Alguém acredita nisto? Eu, decididamente, não acredito! Como é que a população a viver em Portugal pode ter aumentado e o número de imigrantes ficado praticamente na mesma? Só há duas respostas possíveis: (1) o ou número de naturalizados (imigrantes que passaram a ser "portugueses") aumentou significativamente, ou o número relativo a 2025 não inclui todos os imigrantes.
 

«Este valor correspondeu a um aumento de 59 113 pessoas relativamente ao ano anterior, segundo INE. Entre 2021 e 2025, a população de nacionalidade estrangeira mais do que duplicou, o que correspondeu a um aumento de 849 384 pessoas (passando de 748 155 para 1 597 539).»

 

Ora bem, os números do INE, como já é habitual, não batem certo com os números divulgados por outras entidades. Ainda há uns dias, o Banco de Portugal dizia que, em 2025, tinham entrado em Portugal 6200 pessoas por mês. Isso dá 74,4 mil entradas, não dá 59,1 mil como diz o INE. Claro que aqui haverá que contraponha: "atenção, que os 59,1 mil constituem o saldo líquido, as entradas menos as saídas", mas isto é uma forma muito trapalhona de divulgar os dados.

Continua a haver uma enorme falta de seriedade na forma como cada entidade publica os dados, não havendo, aparentemente, um cruzamento rigoroso dos números provenientes de diferentes fontes. 

Aliás, logo no início da página 3 do comunicado do INE, pode ler-se "o acréscimo populacional resultou do saldo migratório positivo, de 70 862 [habitantes]". Ou seja, o próprio INE acaba por se contradizer, apresentando números diferentes em partes diferentes (pág. 3 vs. pág. 9) do documento que divulgou! Porque diferem os números? Uma explicação possível é que o os 59 113 imigrantes do primeiro parágrafo, sendo o número de residentes estrangeiros efectivos, corresponda ao 70 862 substraído dos naturalizados. Mas o documento do INE é omisso a este respeito, pelo que é impossível saber.


«Para chegar a estes dados, o INE utilizou os dados da Agência para Integração, Migrações e Asilo (AIMA), mas não só. Foram cruzados dados administrativos de outras tutelas, como Segurança Social, Finanças e Ministério da Educação.

De acordo com o INE, os aumentos mais expressivos ocorreram nos anos de 2022, com mais (326 090 imigrantes), 2023 (mais 275 929 imigrantes) e 2024, quando foram somados 188 252 cidadãos estrangeiros.» 

 

Faço notar que muitos destes imigrantes vão "deixar de o ser" já para o ano: os brasileiros e os africanos da CPLP podem pedir a nacionalidade portuguesa ao fim de 5 anos, pelo que muitos dos 326 mil imigrantes de 2022 vão "desaparecer" das estatísticas.


«O Algarve foi a região com maior peso da população estrangeira: 27,9%, num total de 161 556 pessoas. O número é mais significativo do que em Lisboa, que apresenta a segunda maior proporção (22,6%), seguida pela Península de Setúbal (18,3%).

Em relação ao perfil desta população, continua a ser predominantemente em idade activa, com 86,1% de pessoas entre os 15 aos 64 anos de idade, "muito distinta da população total". O grupo de menores de 14 anos constitui 8,9% do total de imigrantes e o de idosos 5% (acima dos 65 anos de idade). Segundo o INE, a concentração nas idades activas aumentou relativamente a 2021 em 3,6 pontos percentuais.

Os homens são a maioria entre a população estrangeira, correspondendo a 57% do total (913 249 pessoas). Mulheres são 684 290, o equivalente a 42,8%.

 

Esta parte é importante: a idade mediana dos homens em Portugal está a diminuir, enquanto a idade mediana das mulheres está a aumentar. A enorme zona branca na pirâmide etária publicada pelo INE (lado dos homens, faixas dos 25 aos 40 anos) não augura nada de bom para o nosso futuro colectivo: tantos homens sem mulher só podem mesmo acabar por fazer asneiras.

 

 


Este desequilíbrio torna-se ainda mais gritante quando olhamos apenas para a população estrangeira a viver em Portugal:

 

 



«A nacionalidade brasileira continua a ser a mais representativa, com 35,9% da população estrangeira residente. "Relativamente a 2021, o número de residentes nacionais do Brasil mais do que duplicou (106,5%), tendo registado um acréscimo de 296 086 pessoas", lê-se no relatório.

Em segundo lugar está a nacionalidade angolana, com 103 140 pessoas, o equivalente a 6,5% do total de estrangeiros. De acordo com os dados do INE. O aumento é "acentuado" se comparado com 2021, quando esta população tinha 33 099 pessoas em Portugal.

Cidadãos da Índia estão em terceiro lugar, com um total de 93 683 pessoas a residir em Portugal. Cabo Verde (76 099), Nepal (56 866), Bangladesh Bangladeche (56 724) e Guiné-Bissau (53 555) completam o conjunto das principais nacionalidades estrangeiras em 2025.
»

 

Os jornalistas "esqueceram-se" de dizer uma coisa extremamente importante: em termos relativos, as comunidades estrangeiras que mais cresceram em Portugal entre 2021 e 2025 foram as de Angola, de São Tomé e Príncipe, do Bangladeche e do Paquistão, os dois últimos países altamente islamizados, em grau de fanatismo religioso apenas ultrapassado pelo Afeganistão. Todos estes quatro países mais do que triplicaram o seu número de imigrantes em Portugal!

 

 

E estes números, volto a insistir, são apenas uma estimativa, sendo que não contemplam os imigrangtes ilegais!

domingo, 21 de junho de 2026

O Professor Jordan Peterson vai divulgar uma nova série de palestras, todos os domingos, a começar hoje


        Independentemente do que se pense acerca do Professor Peterson - e eu próprio tenho muitas reservas em relação ao que ele diz em relação às mulheres, à entrada dos jovens na vida política e, é claro, aos (((eleitos)) - o homem tem sido uma das vozes mais lúcidas da Direita anglófona no que respeita à crítica da Esquerda, em particular no que respeita à denúncia da forma com a Esquerda constrói os seus sistemas de repressão e implementa o totalitarismo.
 
Publico esta palestra aqui no TU(f), a primeira de uma série intitulada "Nós, que contendemos com Deus", por três motivos: (1) para dar conta que o Prof. Peterson está de regresso ao fim de um período de ausência prologada devido a doença; (2) para irritar as pessoas certas, i.e., os fariseus do nazionalismo (notar bem o 'z') que dizem que só devemos ouvir quem diz exactamente o que eles querem ouvir; isso não é nacionalismo, é apenas autismo; o nacionalismo requer convicção e a convicção, para ser verdadeira e não apenas cegueira, requer o confronto com as visões políticas e filosóficas alternativas; e (3) porque a forma como o Prof. Peterson encara a religião nos obriga a olhar para a Bíblia - e para os textos sagrados em geral -, de uma forma diferente daquela a que os padrecos e os bispecos nos habituaram, não como a palavra de um Deus literal, mas como a cristalização da sabedoria milenar da espécie humana. Concorde-se ou não com a abordagem do Prof. Peterson, a abordagem tem pelo menos o mérito de nos obrigar a pensar um bocadinho, coisa cada vez mais rara entre os internautas dos tempos quem correm.
 
Para quem eventualmente quiser saber, a música de abertura desta palestra é o terceiro movimento (Presto agitato) da Sonata ao Luar (ou Sonata à Luz da Lua), também conhecida por Sonata para Piano N.º14 em dó# menor, do Beethoven.


A realidade supera a ficção: em Jackson (Mississípi, EUA) um vereador "jovem" quer fechar uma estação de serviço argumentando que ela propicia o crime


        O "argumento" do vereador reza mais ou menos assim: nas imediações da estação de serviço em causa tem havido muito crime (assaltos, vandalismo e agressões); logo, é preciso fechar a estação de serviço para combater o crime! 🤪

Estão-se a rir, caros leitores? Então, esperem só mais uns anitos até verem o que os "jovens" em Portugal também vão começar a exigir... ou será que vocês acham que podemos ter centenas de milhares de terceiro-mundistas em Portugal sem passarmos a ter terceiro-mundismo?