Hoje, trago-vos aqui a outra face da moeda, os "nossos próprios" esquerdalhos nacionais que também defendem expropriação "dos ricos" (quem serão "os ricos", exactamente?). E, é claro, defendem a imigração de fronteiras escancaradas como estratégia de prossecução desse e de muitos outros dos seus objectivos, alguns ainda mais sinistros.
Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
Blogosfera Relevante
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Mais uma prova da aliança de circunstância entre o esquerdismo e os imigrantes como estratégia de luta política
Hoje, trago-vos aqui a outra face da moeda, os "nossos próprios" esquerdalhos nacionais que também defendem expropriação "dos ricos" (quem serão "os ricos", exactamente?). E, é claro, defendem a imigração de fronteiras escancaradas como estratégia de prossecução desse e de muitos outros dos seus objectivos, alguns ainda mais sinistros.
Uma feminista entra numa mesquita...
Aliás, este é um problema transversal a todos os imbecis cosmopolitas, passe a redundância, mulheres e homens. O contacto directo com os "pobres coitadinhos" curaria muitas, talvez até mesmo todas as fantasias idílicas em que muitos deles acreditam!
Mais uma grande "nevada"...
Faço minhas as palavras destes comentadores (clicar em cima de cada imagem para aumentar o seu tamanho):
domingo, 11 de outubro de 2026
sábado, 10 de outubro de 2026
O PJW desmascara mais uma hipocritazinha hollywoodesca...
O Prof. Miguel Morgado desmonta as mentiras dos direitinhas e dos esquerdalhos em relação à "crise da habitação"
Um comentário brilhante do Alberto Gonçalves a propósito dos "protestos estudantis" em França
«Acima de tudo, o que assusta, ou devia assustar, nos “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico) não é o embalo que isso concede aos movimentos ditos “fascistas”: são os “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico). A ascensão eleitoral de forças menos amigas do “multiculturalismo” é consequência secundária e natural da incapacidade do “centro”, actualmente um vespeiro de oportunistas e irresponsáveis, em garantir um esboço de equilíbrio e sossego nas respectivas nações. A chatice é que, no mundo que temos, os ditos “fascistas” são institucionais e ascendem ou prometem ascender ao mando pela via democrática. E à “democrática” extrema-esquerda, excluída da simpatia popular e numa relação instrumental com migrantes “inadaptados” e organizações terroristas, sobra a rua, onde pratica a violência que, para não destoar na geografia, é a sua raison d’être.»
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
O laranjinha Aguiar-Branco volta a tentar impedir a CPI ao abominável homem das Neves! 🤬
O Alberto Gonçalves comenta a autêntica máfia em que se transformou o PSOE em Espanha e a falta de cobertura das suas atrocidades por parte dos grandessíssimos mé(r)dia "tugas" (não confundir com portugueses)
O historiador Rui Ramos denuncia a verdadeira causa dos "protestos estudantis" em França
«Em França, Mélenchon parece ter concluído que o jiadismo, ao pôr à sua disposição os jovens da imigração dos subúrbios para juntar nas ruas aos estudantes e aos “casseurs” esquerdistas, lhe deu mais um recurso: a “intifada”. Para quê? Nas presidenciais de 2027, Mélenchon gostaria de ir a uma segunda volta com Marine Le Pen. Perdesse ou ganhasse, submeteria toda a esquerda à sua liderança. Não poderá então o actual ensaio de violência emprestar-lhe fama de desordeiro e prejudicá-lo? Não necessariamente. Dá-lhe apenas outra opção. Imaginemos, por exemplo, que Le Pen é eleita. Mélenchon lança a intifada, e das duas, uma: ou uma presidente Le Pen recorre à força para conter a insurreição, e Mélenchon denuncia o “fascismo” e exige às elites francesas que provem ser “democratas” juntando-se à sua “luta”; ou Le Pen cede, exibe a mesma fraqueza de todos os governos franceses dos últimos 30 anos, e desacredita-se junto dos seus eleitores, que esperam ordem, e dos investidores e credores do Estado, que esperam reformas. Sem o consentimento de Mélenchon, dono da rua, ninguém poderia governar em França.Se é esse o plano, não é mal pensado. A associação com o radicalismo islâmico, em regiões de grande migração muçulmana, deu à extrema-esquerda uma força como nunca teve desde os anos 1970. Podia servir-lhe só para eleger presidentes de câmara, como em Berlim ou Nova Iorque. Mas para estes revolucionários, a violência foi sempre a maneira mais coerente de fazer política, e a Mélenchon, talvez a insurreição pareça a melhor jogada. A questão é saber se a restante esquerda e as elites bem-pensantes em geral se deixarão liderar por gente como Mélenchon a pretexto do “antifascismo”. Há anos que à oligarquia europeia só interessa ver perigos à direita, entre aqueles que contestam as suas políticas de estagnação económica, caos migratório e desmantelamento da cultura nacional. Por isso, nem deu pela emergência desta extrema-esquerda com motor jiadista. Vai perceber agora? E, percebendo, vai resistir?»
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
De volta a França: encorajados pela impunidade face aos "motins", os "jovens" estão agora a ameaçar o Jordan Bardella (RN) de morte!
Mais duas bimbas ocidentais foram "viver a aventura" asiática! 🤪
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
«Demografia é destino», outra vez
«Os protestos estudantis intensificaram-se e transformaram-se em tumultos generalizados em França, com escolas incendiadas e professores agredidos e encharcados com gasolina.
Manifestantes semearam o caos nas grandes cidades do país depois de o que começou por ser protestos pacíficos contra a situação da educação ter degenerado em violência.
Os protestos começaram na passada segunda-feira [5-Out-2026], quando estudantes e professores saíram às ruas de cidades francesas para exigir a substituição de professores ausentes, o aumento dos recursos educativos, reformas nas escolas e condições de aprendizagem "dignas".
Mas a desordem alastrou desde terça-feira [7-Out-2026], com cerca de 600 detenções e 85 polícias feridos.
A agitação ganhou força esta semana depois de o presidente da câmara de esquerda de Saint-Denis, Bally Bagayoko, ter dito aos manifestantes, na terça-feira, que "a violência pode ser legítima", em declarações que provocaram indignação em todo o país.
Desde então, a polícia de Paris apresentou queixa contra o Sr. Bagayoko por “incitamento à prática de um crime”.»
O direitinha José Manuel Fernandes comenta os motins em França
Seja como for, este vídeo vale sobretudo pelo recapitular dos vários "protestos" "juvenis" que, ao longo das últimas décadas, têm assolado a "república da liberdade, igualdade e fraternidade". E que são, por mais que custe a muita gentinha falsamente convencida da sua superioridade moral e intelectual, o resultado inevitável do multikulti/multirracy que tem sido criminosamente impingido aos povos do Ocidente.






