Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
Blogosfera Relevante
domingo, 6 de setembro de 2026
Chupem, globalistas: a AfD terá obtido 44% nas eleições estaduais da Alta Saxónia!
O Ireneu Teixeira volta a denunciar a iminvasão em Ceuta e aproveita para mandar umas farpas àqueles que o querem calar
A Polícia Marítima investiga um relato de desembarque de dezenas de pessoas numa praia de Sesimbra
«A polícia está a investigar uma denúncia que dá conta de que 30 pessoas terão chegado de barco à praia de Sesimbra. As autoridades estão a realizar buscas por terra e por mar, na tentativa de localizar um barco que terá chegado à praia de Sesimbra com dezenas de pessoas.
À Rádio Observador, fonte da Polícia Marítima explicou que o alerta foi dado por volta das 7h00 deste domingo [6-Set-2026]. Em causa está o relato de um homem que ouviu um grupo de pescadores dizer que tinham visto cerca de 20 ou 30 pessoas a desembarcar na Praia da Foz, no Meco, concelho de Sesimbra.
A Polícia Marítima não consegue, para já, confirmar o ocorrido, mas revela que encontrou o bote, o motor e alguns pertences e mantimentos espalhados pela praia. Contudo, não foi avistada nenhuma pessoa. A autoridade marítima diz ter em cima da mesa todos os cenários e sublinha que as buscas vão continuar em conjunto com a GNR.»
O Jornal de Notícias diz-nos que o barco já foi encontrado pela polícia:
«A Polícia Marítima já recolheu a embarcação, que não está registada em Portugal e, pelos movimentos que houve em terra durante o suposto desembarque de pessoas, leva a crer que em causa estava uma operação de descarga de produto estupefaciente.
A GNR está a desenvolver buscas no terreno no sentido de encontrar os indivíduos que saíram da embarcação. Não há, até à tarde deste domingo, informação sobre capturas ou detenções. A embarcação será agora alvo de perícias. Das provas recolhidas, apesar de não envolver produto estupefaciente apreendido a bordo, e aliado à forma como decorreu este desembarque, levam as autoridades a crer que se trata de uma operação de narcotráfico.»
Faço notar que, caso se verifique que este barco só serviu mesmo para o tráfico de droga, isso não invalida que outros barcos futuros venham a servir para o tráfico de seres humanos. Ou já se esqueceram dos marroquinos do Cabrita?
Quando o conflito russo-ucraniano se estender ao resto da Europa...
Discurso do Presidente do Chega, André Ventura, na rentrée (não aos estrangeirismos pirosos) abertura do ano político de 2026/2027
sábado, 5 de setembro de 2026
O direitinha Telmo Azevedo Fernandes dá uma tareia monumental ao abominável homem das Neves
Se eu me chamasse Luís Neves e visse este vídeo, morreria de vergonha! Mas desconfio seriamente que a vergonha não é algo que o "nosso" MAI consiga sentir...
"E agora , algo completamente diferente..."
O governo da Áustria quer proibir o Islão político
"O mundo seria muito melhor se fossem as mulheres a mandar, pá!" (17)
«Acreditem nas mulheres, pá! Porque é que elas haveriam de mentir, pá?! Morte ao Patriarcado!»
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
A jornalista Felícia Cabrita explica, mais uma vez, porque é que a actuação do abominável homem das Neves é particularmente grave
Sandra Felgueiras vs. Manuel Magalhães e Silva, um amiguinho do peito do abominável homem das Neves
Brava!👏 Precisávamos de muitas outras como ela!
O comentadeiro careca (f)Lopes volta a denfender o abominável homem das Neves; o Alexandre Sousa esfarrapa a sua "argumentação"
O Alberto Gonçalves denuncia o "jornal" Expresso, um órgão de desinformação dos donos disto tudo
O programa só começa por volta dos 46 segundos do vídeo.
O deputado Rodrigo Taxa (Chega) explica, mais uma vez, porque é que o abominável homem das Neves não tem condições para continuar a ser MAI
Uma coisa raríssima nos "nossos" mé(r)dia: uma crónica a favor da natalidade!
«Vivemos numa sociedade que não se limita a ter menos filhos. Aprendeu também a falar deles como se fossem, antes de tudo, um problema. Não é preciso procurar muito. Está nas conversas, nas séries e filmes, nos artigos dos jornais, nas redes sociais, na forma como a maternidade e a paternidade são apresentadas quase sempre a partir daquilo que obrigam a perder: tempo, dinheiro, liberdade, corpo, sono, carreira, viagens, espontaneidade.
Os filhos aparecem cada vez menos como uma continuação natural da vida e cada vez mais como uma espécie de imposto pessoal sobre tudo aquilo que aprendemos a considerar importante.
(...) Até a linguagem denuncia esta mudança. “Childless” era uma descrição: não ter filhos. “Childfree” é uma declaração de libertação. O sufixo importa. Somos debt-free, smoke-free, cancer-free. Ficamos “free” de coisas que nos limitam, prejudicam ou das quais queremos escapar. A expressão pode parecer inofensiva, mas contém uma ideia bastante clara: a criança deixa de ser uma ausência e passa a ser uma prisão evitada.
O caso recente de Lindsay Clancy é um exemplo particularmente desconfortável desta tendência. Clancy está a ser julgada por ter estrangulado os seus três filhos pequenos. A defesa sustenta que sofria de uma perturbação mental grave no período pós-parto e que isso deve ser tido em conta na avaliação da sua responsabilidade criminal. É uma questão séria, tanto do ponto de vista médico como jurídico, e seria absurdo fingir que a doença mental não existe ou que não pode ter consequências devastadoras.
Mas uma coisa é tentar compreender uma doença. Outra é assistir à forma como o centro moral da história se desloca. Centenas de mulheres juntaram-se para demonstrar apoio a Clancy, e muitas outras manifestam esse apoio online. A conversa pública concentrou-se nela, no sofrimento dela, na pressão sobre as mães, na solidão da maternidade, na falta de apoio, no peso psicológico de ter filhos.
E os três filhos mortos quase desapareceram da história. Implicitamente, foi como se tivessem merecido. Como se não fossem as verdadeiras vítimas, mas os contribuidores responsáveis pelo evento.
(...) Os filhos tiram identidade, matam carreiras, isolam, prendem, transformam uma mulher numa versão diminuída daquilo que poderia ter sido. Dar prioridade à casa e à família é exploração patriarcal; obedecer a um patrão e dedicar a vida a uma empresa é o expoente máximo da emancipação feminina.
(...) Vivemos num tempo curioso, em que aceitamos o esforço como condição de quase tudo aquilo que respeitamos. Uma carreira exige anos. Um negócio exige risco. Um casamento exige paciência. Um corpo saudável exige disciplina. Aprender uma arte, dominar uma profissão, construir alguma coisa de valor, tudo isso custa tempo, energia e renúncia. Só quando chegamos aos filhos é que o sacrifício passa subitamente a ser apresentado como prova de que alguma coisa correu mal.
(...) Ter filhos não é uma forma de escapar à vida. É uma das formas mais profundas de entrar nela. Obriga-nos a sair do centro, a aceitar que nem tudo gira à nossa volta e a construir alguma coisa que continuará muito depois de a nossa carreira, o nosso salário e as nossas ambições profissionais terem deixado de interessar a alguém.
É isto que esta cultura tem dificuldade em admitir: os filhos não nos libertam das responsabilidades. Libertam-nos, muitas vezes, da ideia de que a nossa vida só tem valor enquanto nos pertencer inteiramente.»