segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Mais uma prova da aliança de circunstância entre o esquerdismo e os imigrantes como estratégia de luta política


Há uns dias, trouxe-vos aqui ao TU(f) o exemplo de uma brasileira que defendia abertamente a expropriação dos portugueses para dar casas aos imigrantes.

Hoje, trago-vos aqui a outra face da moeda, os "nossos próprios" esquerdalhos nacionais que também defendem expropriação "dos ricos" (quem serão "os ricos", exactamente?). E, é claro, defendem a imigração de fronteiras escancaradas como estratégia de prossecução desse e de muitos outros dos seus objectivos, alguns ainda mais sinistros.
 

Uma feminista entra numa mesquita...


          É que eu digo: o problema de demasiadas mulheres ocidentais é a sua falta de mundo. Por falta de mundo, eu não quero dizer falta de andar a viajar e a experimentar gastronomia exótica (não me refiro apenas a comida) em África ou na Ásia, como tantas delas fazem agora. Falta de mundo é raramente interagir directa e sistematicamente com as pessoas de outras culturas e, concomitantemente, nunca ter de lidar repetidamente com as suas crenças primárias, convicções antiocidentais e incivilidade altiva. 

Aliás, este é um problema transversal a todos os imbecis cosmopolitas, passe a redundância, mulheres e homens. O contacto directo com os "pobres coitadinhos" curaria muitas, talvez até mesmo todas as fantasias idílicas em que muitos deles acreditam! 


Mais uma grande "nevada"...


Ou talvez mais um "acto de extraordinária gestão", como diria o próprio...
 
  

 

Faço minhas as palavras destes comentadores (clicar em cima de cada imagem para aumentar o seu tamanho):

 




sábado, 10 de outubro de 2026

O PJW desmascara mais uma hipocritazinha hollywoodesca...


       É só para lembrar novamente os leitores deste blogue que, quem ainda for ao cinema ou a andar a subscrever Netflixes e afins, estará a enriquecer obscenamente esta "gente" que nos quer fazer desaparecer num ocenano de imigração ad infinitum...
 

O Prof. Miguel Morgado desmonta as mentiras dos direitinhas e dos esquerdalhos em relação à "crise da habitação"


Relembro aos mais distraídos que foram precisos ANOS para os direitinhas como o Miguel Morgado começarem a reconhecer isto. E ainda há muitos que não reconhecem!
 

Um comentário brilhante do Alberto Gonçalves a propósito dos "protestos estudantis" em França


Há quantos anos é que eu e outros nacionalistas andamos a tentar alertar o povinho para esta aliança de conveniência entre a extrema-esquerda e o Islão? O que mais será preciso para que o pessoal abra os olhinhos?...

«Acima de tudo, o que assusta, ou devia assustar, nos “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico) não é o embalo que isso concede aos movimentos ditos “fascistas”: são os “excessos” da extrema-esquerda (e do fervor islâmico). A ascensão eleitoral de forças menos amigas do “multiculturalismo” é consequência secundária e natural da incapacidade do “centro”, actualmente um vespeiro de oportunistas e irresponsáveis, em garantir um esboço de equilíbrio e sossego nas respectivas nações. A chatice é que, no mundo que temos, os ditos “fascistas” são institucionais e ascendem ou prometem ascender ao mando pela via democrática. E à “democrática” extrema-esquerda, excluída da simpatia popular e numa relação instrumental com migrantes “inadaptados” e organizações terroristas, sobra a rua, onde pratica a violência que, para não destoar na geografia, é a sua raison d’être.»

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

O laranjinha Aguiar-Branco volta a tentar impedir a CPI ao abominável homem das Neves! 🤬


O Alberto Gonçalves comenta a autêntica máfia em que se transformou o PSOE em Espanha e a falta de cobertura das suas atrocidades por parte dos grandessíssimos mé(r)dia "tugas" (não confundir com portugueses)


O historiador Rui Ramos denuncia a verdadeira causa dos "protestos estudantis" em França


«Em França, Mélenchon parece ter concluído que o jiadismo, ao pôr à sua disposição os jovens da imigração dos subúrbios para juntar nas ruas aos estudantes e aos “casseurs” esquerdistas, lhe deu mais um recurso: a “intifada”. Para quê? Nas presidenciais de 2027, Mélenchon gostaria de ir a uma segunda volta com Marine Le Pen. Perdesse ou ganhasse, submeteria toda a esquerda à sua liderança. Não poderá então o actual ensaio de violência emprestar-lhe fama de desordeiro e prejudicá-lo? Não necessariamente. Dá-lhe apenas outra opção. Imaginemos, por exemplo, que Le Pen é eleita. Mélenchon lança a intifada, e das duas, uma: ou uma presidente Le Pen recorre à força para conter a insurreição, e Mélenchon denuncia o “fascismo” e exige às elites francesas que provem ser “democratas” juntando-se à sua “luta”; ou Le Pen cede, exibe a mesma fraqueza de todos os governos franceses dos últimos 30 anos, e desacredita-se junto dos seus eleitores, que esperam ordem, e dos investidores e credores do Estado, que esperam reformas. Sem o consentimento de Mélenchon, dono da rua, ninguém poderia governar em França.

Se é esse o plano, não é mal pensado. A associação com o radicalismo islâmico, em regiões de grande migração muçulmana, deu à extrema-esquerda uma força como nunca teve desde os anos 1970. Podia servir-lhe só para eleger presidentes de câmara, como em Berlim ou Nova Iorque. Mas para estes revolucionários, a violência foi sempre a maneira mais coerente de fazer política, e a Mélenchon, talvez a insurreição pareça a melhor jogada. A questão é saber se a restante esquerda e as elites bem-pensantes em geral se deixarão liderar por gente como Mélenchon a pretexto do “antifascismo”. Há anos que à oligarquia europeia só interessa ver perigos à direita, entre aqueles que contestam as suas políticas de estagnação económica, caos migratório e desmantelamento da cultura nacional. Por isso, nem deu pela emergência desta extrema-esquerda com motor jiadista. Vai perceber agora? E, percebendo, vai resistir?»

Milagre! Uma sondagem que não é deprimente! 😮


Vale o que vale, mas convém sublinhar que a Aximage constuma favorecer o PS.
 



quarta-feira, 7 de outubro de 2026

O Alexandre Sousa comenta os "protestos estudantis" em França


Ainda os "protestos" em França: a Helena Matos denuncia a hipocrisia de quem se recusa a nomear os agressores


«Demografia é destino», outra vez


Em Saint-Denis, comuna francesa da região de Paris com cerca de 150 mil habitantes, o Presidente local, que é um "jovem", decidiu juntar-se aos "protestos estudantis":

«Os protestos estudantis intensificaram-se e transformaram-se em tumultos generalizados em França, com escolas incendiadas e professores agredidos e encharcados com gasolina.

Manifestantes semearam o caos nas grandes cidades do país depois de o que começou por ser protestos pacíficos contra a situação da educação ter degenerado em violência.

Os protestos começaram na passada segunda-feira
[5-Out-2026], quando estudantes e professores saíram às ruas de cidades francesas para exigir a substituição de professores ausentes, o aumento dos recursos educativos, reformas nas escolas e condições de aprendizagem "dignas".

Mas a desordem alastrou desde terça-feira
[7-Out-2026], com cerca de 600 detenções e 85 polícias feridos.

A agitação ganhou força esta semana depois de o presidente da câmara de esquerda de Saint-Denis, Bally Bagayoko, ter dito aos manifestantes, na terça-feira, que "a violência pode ser legítima", em declarações que provocaram indignação em todo o país.
 
Desde então, a polícia de Paris apresentou queixa contra o Sr. Bagayoko por “incitamento à prática de um crime”.»

 

O direitinha José Manuel Fernandes comenta os motins em França


          É de lamentar que o JMF mencione os vários actos de vandalismo e literalmente incendiários, mas praticamente não refira as inúmeras agressões, algumas delas de uma violência extrema, perpetradas pelos "manifestantes" (a excepção é uma senhora que foi queimada pelos "seres humanos como nós" ao tentar defender uma paragem de autocarro em Marselha).

Igualmente lamentável é a tentativa, por parte do JMF, de relacionar os motins com a falta de condições nas escolas francesas. Se o problema fosse esse, haveria motins em muitos outros países do mundo civilizado. O nível de violência a que temos assistido é inaudito, pelo menos, nos últimos 80 anos.

Seja como for, este vídeo vale sobretudo pelo recapitular dos vários "protestos" "juvenis" que, ao longo das últimas décadas, têm assolado a "república da liberdade, igualdade e fraternidade". E que são, por mais que custe a muita gentinha falsamente convencida da sua superioridade moral e intelectual, o resultado inevitável do multikulti/multirracy que tem sido criminosamente impingido aos povos do Ocidente.
 

Em França, continua a dança (13)...


       Ralph Schoellhammer, especialista em relações internacionais, acusa: a extrema-esquerda francesa está a fomentar estes motins "escolares", devidos em grande parte a "franceses" descendentes de imigrantes de segunda e terceira geração, para tentar intimidar os potenciais eleitores de Marine Le Pen. A ideia é transmitir a ideia de que "se os franceses votarem em Le Pen, isto será apenas o princípio". E ainda há quem tenha dúvidas de que os imigrantes são mesmo o "novo proletariado", aliás, a nova "vanguarda revolucionária" da Esquerda?