Haja sempre alguém como o Alberto, a remar contra a corrente, para ir relembrando regularmente os portugueses que os maiores males são sempre feitos em nome do bem!
Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
sexta-feira, 27 de março de 2026
O Alberto Gonçalves volta a relembrar a impostura das vacinas covideiras
Haja sempre alguém como o Alberto, a remar contra a corrente, para ir relembrando regularmente os portugueses que os maiores males são sempre feitos em nome do bem!
O Prof. João Pedro Marques denuncia mais um crime contra Portugal e contra os portugueses: os "nossos" representantes na ONU abstiveram-se de dizer não às "reparações" exigidas pelos países africanos!
«A Assembleia-Geral da ONU aprovou na quarta-feira [25-Mar-2026] uma resolução que declara o tráfico de africanos escravizados e a escravização racializada como o "crime mais grave contra a humanidade" e defende reparações históricas, numa votação em que Portugal se absteve.O texto, apresentado à Assembleia pelo Gana e co-patrocinado por dezenas de Estados-membros da ONU, obteve 123 votos a favor, três contra e 52 abstenções dos 193 Estados-membros da ONU.
Votaram contra os Estados Unidos da América, Israel e a Argentina. Portugal, Reino Unido, Espanha e França estão entre os países que se abstiveram. Entre os Estados que co-patrocinaram a resolução estão Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe. Entre os restantes membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), também Brasil e Timor-Leste votaram a favor.
A resolução aprovada insta os Estados-membros da ONU a considerarem pedir desculpa pelo tráfico de escravos e a contribuírem para um fundo de reparações.
Pede medidas de restituição, compensação, reabilitação, satisfação, garantias de não repetição e alterações às leis, programas e serviços para combater o racismo e a discriminação sistémica.»
Agora, a reacção do Prof. João Pedro Marques:
«A Assembleia Geral da ONU deliberou que o tráfico transatlântico de escravos foi o mais grave crime contra a humanidade. Reparem que não foi um crime contra a humanidade — algo que já fora definido há 200 anos, ainda que noutra terminologia, e com que, ao que suponho, todos certamente concordamos — foi, segundo a ONU, o maior, o mais grave, de todos eles. Sim, leram bem, maior do que o Holocausto, por exemplo, ou do que dezenas de outros grandes e devastadores crimes que se cometeram no passado e que é histórica e moralmente impossível de hierarquizar entre si.
(...) Foi esse passo absurdo que a ONU veio agora dar para fazer a boca doce aos objectivos políticos dos países africanos e à sua visão dos acontecimentos da história universal. Que esta aberração tenha sido votada favoravelmente por 123 países, incluindo, claro está, o Gana e os países africanos que a propuseram e os das Caraíbas que andam há muito a prepará-la, e faróis dos direitos humanos e da não-violência como, por exemplo, o Irão, não deverá espantar-nos.
Aliás, nunca tive dúvidas de que sendo a ONU aquilo que é, a proposta do Gana iria passar facilmente e teria em Guterres um apoiante e acólito. Mas tinha curiosidade em ver qual seria a posição europeia e tinha, confesso, a esperança de que fosse clara e francamente contrária às pretensões do Gana. O que me espanta e revolta é que só tenha havido três votos contra essa pretensão — os dos Estados Unidos, da Argentina e de Israel — e que tenham sido contadas 52 abstenções entre as quais as dos países da europeus, tanto os que tiveram um passado colonial em África, como o Reino Unido ou a França, como os que nada tiveram a ver com esse quadro, como sejam a Hungria ou a Albânia. O facto de todos esses países se terem abstido revela bem até que ponto o trabalho de sapa levado a cabo ao longo de décadas nas escolas e universidades, adubado pelowokismo[marxismo cultural] de tempos mais recentes, conseguiu plantar eu fazer frutificar um sentimento de culpa das populações europeias brancas relativamente à história colonial de algumas delas.
Portugal foi um dos países que se absteve, quando, em minha opinião, deveria ter votado contra pelas razões que ando a defender há anos. A abstenção do nosso país na votação do dia 25 de Março e a sua dificuldade em (ou o seu receio de) assumir frontalmente que não faz qualquer sentido histórico ou filosófico classificar uma violência como sendo a maior de todas, e que o único propósito que isso tem é o de ir preparando os espíritos de governantes, governados e legisladores para o futuro pagamento de reparações, são a meu ver vergonhosas.
Igualmente vergonhoso é que o governo não se tenha dado ao trabalho de explicar esta sua posição ao país. Nesta área, como, aliás, na área do ensino da História, o governo evita falar. Não quer comprometer-se nem dar nas vistas. Avança pela calada, cosido com as paredes para não se fazer notado, procura camuflar-se e dissolver-se no meio dos seus congéneres europeus. A interpretação mais benevolente é a de que não tem qualquer posição quanto a isto e que anda a reboque de Bruxelas numa espécie de “Maria vai com as outras”; a tese mais dura, mas provavelmente mais próxima da verdade, é a de que, à semelhança de Marcelo Rebelo de Sousa, os nossos actuais governantes Luís Montenegro, Paulo Rangel e outros altos responsáveis pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros consideram que o tráfico negreiro praticado pelos europeus foi, efectivamente, o maior crime contra a humanidade alguma vez praticado e que isso merecerá castigo, pedidos de desculpa e uma gorda indemnização, estando dispostos a pagá-la.
É para mim claro que quando o nosso representante na ONU se abstém em vez de se opor frontalmente a algo que é absurdo e que visa, de forma explicita, obter reparações materiais pelo tráfico transatlântico de escravos e a escravidão — e, futuramente, pelo colonialismo — tem a perfeita noção, tal como o governo em Lisboa também a terá, de que esse voto equivale a um “nim” e que é meio caminho andado para vir a anuir, num próximo futuro, a pagamentos aos países africanos e caribenhos. Terão, também, provavelmente, a convicção de que é preciso esconder isso do país, pois é o que têm feito.»
quinta-feira, 26 de março de 2026
O André Ventura anuncia/confirma que o Chega vai mesmo indicar o juiz Luís Brites Lameiras para o Tribunal Constitucional
Ainda a questão dos ciganos e da perseguição política ao Presidente da Câmara de Albufeira
Um dos vídeos mais hilariantemente red pill de sempre! 😂
A falência moral da Igreja Anglicana
A falência moral do movimento ateísta ocidental
quarta-feira, 25 de março de 2026
Lembrete diário de que o Reino Unido é um estado totalitário (4): nas escolas de Inglaterra, já vigoram leis anti-blasfémia de facto
Damas e cavalheiros, eis a "mulher" ocidental! (11)
Quando pensamos que já batemos no fundo, isto acontece:
Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (5): o Alberto Gonçalves critica a sonsice do Nuno Rogeiro, comentadeiro do sistema
O Corruptino Morais está novamente sob investigação do Ministério Público, desta feita por "desviar 150 mil euros para refeições, álcool e tabaco"
Mais uma prova inequívoca de que PS = PSD (23): o Rui Cristina, Presidente da Câmara de Albufeira eleito pelo Chega, está a ser investigado pelo Ministério Público por "suspeitas de discriminação racial e incitamento ao ódio" a pedido de uma deputada municipal eleita pelo PSD
«A Polícia Judiciária (PJ) está a realizar buscas na Câmara de Albufeira por suspeitas de discriminação racial e incitamento ao ódio. O visado da operação é o presidente da autarquia, Rui Cristina, eleito pelo Chega. Em causa estão declarações proferidas numa reunião da Assembleia Municipal, a 26 de Novembro do ano passado.
Nessa sessão, o autarca garantiu que não iria gastar dinheiro em casas para elementos da comunidade cigana no concelho. “Eu não vou gastar dinheiro com a etnia cigana enquanto tenho albufeirenses com necessidade de casa. Podem chamar-me xenófobo ou o que quiserem! Primeiro estamos nós, que pagamos impostos, e depois estas comunidades. É tão simples como estou a dizer e é assim que vai ser.”, declarou Rui Cristina quando inquirido por um munícipe.
No mandado de buscas, emitido pelo Ministério Público (MP) de Évora, foi ordenada a apreensão para clonagem de suportes digitais na autarquia de Albufeira. O objectivo dos procuradores e investigadores é poderem ter acesso a computadores onde estejam emails e outro tipo de documentação de Rui Cristina sobre o processo em investigação.
Helena Palhota, deputada municipal do PSD de Albufeira fez uma denúncia ao MP por causa das declarações de Rui Cristina.»
Agora leiam só a justificação da denunciante laranjinha:
«A deputada municipal, Helena Palhota, eleita pelo PSD, confirmou que apresentou uma participação ao Ministério Público por causa de declarações proferidas pelo presidente da câmara na Assembleia Municipal.
“Os albufeirenses são albufeirenses, não têm cor, não têm etnias”, afirmou Helena Palhota, que disse ter chamado a atenção de Rui Cristina pela forma como se referiu à comunidade cigana, em termos que considerou incorrectos. Na sequência dessa intervenção, acrescentou a deputada, “vários elementos de outras bancadas pediram ao senhor presidente que se retratasse, mas ele não o fez”.
O debate em torno deste tema prosseguiu, tendo Helena Palhota, advogada de profissão, solicitado à mesa da assembleia que extraísse cópia da acta e a enviasse para o Ministério Público. Uma vez que isso não sucedeu, adianta: “Fui eu que fiz uma participação ao MP”.»
Coitadinhos dos ciganos em Alfbufeira, que foram "referidos" em "termos incorrectos"!🤦♂️ Será que Ministério Público não tem nada melhor para fazer?...
O líder do Chega já reagiu no X a mais este belíssimo episódio da "democracia" abrilina:

