terça-feira, 9 de junho de 2026

Da série "a natalidade não interessa para nada, pá!!!"

 
Mas mesmo nada, hem!!! Os dados que o Alexandre partilha neste vídeo são completamente irrelevantes! Aliás, eu só partilho este vídeo porque sou masoquista, dãããã!!!! 🤪
 
"O mundo já tem gente mais, pá!" Ouve-se dizer por aí, à mesma malta sem um pingo de vergonha no focinho que anda a dizer desde os anos 70 que o mundo vai acabar por causa do aquecimento global! E que, só por acaso - mas só mesmo por acaso, hem! - milita quase sempre na Esquerda e um pouco menos na direitinha bem castradinha de que a Esquerda gosta... mas atenção, isto é só um pormenor! Qualquer pessoa bem formada sabe que não deve ter filhos! Por isso, temos que parar de nos reproduzir tão cedo quanto possível, que é para o resto do mundo poder vir todo para aqui substituir-nos! "É o nosso dever moral, pá!!!!!!"
 

O Paul Joseph Watson põe a nu a hipocrisia monumental dos mé(r)dia britânicos e dos pulhítcos norte-irlandeses perante a tentativa de decapitação o enriquecimento de Belfast


O Alberto Gonçalves goza à força toda com a parolice futeboleira dos pulticos portugueses...


...que é, convém sempre sublinhar, é o reflexo da parolice futeboleira do povo português. Aliás, os políticos só fazem estas figurinhas tristes para "entreter" e anestesiar o povo português que, infelizmente, se interessa muito mais pela bola do que pelo futuro do seu país. 
 

O Matt Walsh confirma que a vítima do ataque enriquecimento de Belfast era um homem branco


«Eles vêm fazer o que nós não queremos, pá! Precisamos deles para salvar a segurança social, pá!!!!!!!!!!!» (3)


Em Belfast, Irlanda do Norte: sudanês ser humano como nós® tenta decapitar enriquece outro homem


Não consegui apurar se a vítima é irlandesa ou outra coisa mas, neste vídeo, parece tratar-se de um homem branco. Pelo andar da carruagem, os irlandeses ainda vão ter saudades do IRA... 
 



Actualização: o líder do Restore Britain, Rupert Lowe, já comentou o sucedido.

Como o PS e o PSD compram votos em Portugal (e porque é que eles adoram a "diversidade")


E o caro(a) leitor(a), já pagou a sua casa ao banco?
 

O Prof. Miguel Morgado desanca novamente o globalista Luís Neves, o sonso arrivista que nos quer enfiar a "diversidade" pela goela abaixo


       E ainda tem tempo para voltar a denunciar o xuxa Sánzhez, o José Sócrates espanhol, bem como a hipocrisia estratosférica do xuxa Carneiro e da Comissão Europeia, todos caladinhos que nem ratos perante a corrupção monumental que grassa em Espanha...


domingo, 7 de junho de 2026

Singh Bond, 4º Espisódio 🤣


Se ainda não viram, convém verem primeiro os outros três episódios, senão algumas das piadas neste vídeo serão difíceis de entender...

Lembrete diário de que o Reino Unido é um estado totalitário (8): a polícia voltou a usar força desproporcional contra os ingleses brancos


Uma advertência: as imagens são absolutamente revoltantes. Se não quiserem ficar mal-dispostos, não as vejam! Todos os polícias envolvidos nestas agressões são criminosos. TODOS!

Mais uma para os defensores da UE - desta UE, em que a Comissão Europeia manda - tentarem justificar (7)


       Esta "nova" estratégia da CE parece ser tentar evitar que os imigrantes se concentrem apenas nos países mais ricos, para assim impedir (ou, pelo menos, atrasar) a ascensão do nacionalismo nesses países. A concentração de imigrantes em determinadas zonas exacerba os problemas que eles criam, pelo que a "solução" encontrada pela Comissão é "distribuir os males pelas aldeias".
 

sábado, 6 de junho de 2026

Entretanto, no Brá-zíu...


Deve ser por estas e por outras que as empresas portuguesas estão a contratar cada vez mais brasileiros... eles estão realmente noutro nível!
 

Ora, confessem lá, já tinham saudades da comuna (cai o) Carmo Afonso, não tinham? 🤪


Então, fiquem a saber que a criatura defendeu, como advogada, os seis arruaceiros 'antifa' que foram presos e frente ao Parlamento na manifestação contra a lei laboral!

O criminoso globalista George Soros confirmou as minhas suspeitas: muitos dos portugueses que, ao longo dos anos, traíram Portugal e os portugueses, trabalham directa ou indirectamente para ele!


       Quem é podia ter previsto uma coisa destas?... EU, que nem sequer sou particularmente inteligente!!! Eu e muitos outros nacionalistas com olhos na cara!!! É absolutamente evidente que as nossas "elites" têm de estar ao serviço de terceiros, tal é o grau de concordância e de partilha de objectivos entre elas! Por vezes, elas chegam até a papaguear os mesmos chavões imbecis, como quando o anormalzinho do Moedas disse que havia "demasiadas caras brancas" nos retratos e pinturas da câmara municipal de Lisboa, algo que o ex-primeiro-ministro "da Escócia" Houmza Yousaf também disse acerca dos dirigentes políticos escoceses em 2020!
 



Faço questão de partilhar aqui a lista integral dos traidores mencionados no artigo da Lobo Media:

 

«Há 14 portugueses representados nos membros do Conselho e peritos/staff:

Carlos Moedas (PSD) – Presidente da Câmara de Lisboa; antigo Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação;

António Vitorino (PS) – antigo Director-Geral da Organização Internacional para as Migrações; antigo Comissário Europeu para a Justiça e Assuntos Internos;

Claúdia Azevedo – CEO, Sonae;

Miguel Poiares Maduro (PSD) – Professor, Instituto Universitário Europeu; antigo Ministro do Desenvolvimento Regional;

João Gomes Cravinho (PS) – ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros; ex-Ministro da Defesa;

Diana Soller – Investigadora, Instituto Português de Relações Internacionais; apoiou a candidatura de João Cotrim de Figueiredo (IL) à Presidência da República.

Bruno Maçães (PSD) – Autor; antigo Secretário de Estado para os Assuntos Europeus;

Luís Amado (PS) – ex-Ministro da Defesa; ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros;

Fernando Andresen Guimarães – Conselheiro Diplomático do Presidente da Comissão Europeia; antigo Chefe de Coordenação de Políticas, Serviço Europeu de Acção Externa;

António Feijó – Presidente, Fundação Calouste Gulbenkian;

Carlos Gaspar – Membro do Conselho de Administração, Instituto Português de Relações Internacionais;

Teresa Gouveia (PSD) – ex-Ministra dos Negócios Estrangeiros;

Isabel Mota – antiga Presidente do Conselho de Curadores, Fundação Calouste Gulbenkian;

Tiago Antunes – Investigador Sénior Associado com as seguintes áreas de especialização: Política e Direito da UE, Política e Direito Climático/Ambiental, Direito Constitucional e Administrativo.

De notar que, Luís Amado, João Gomes Cravinho, Teresa Gouveia, Isabel Mota e António Vitorino já tinham participado em reuniões do clube Bilderberg. Ainda, tanto Carlos Moedas como Cláudia Azevedo já participaram no Fórum Económico Mundial. Por último, António Vitorino é membro da Comissão Trilateral (fundada por David Rockefeller). Igualmente, a Fundação Open Society está listada como parceira do FEM e participou em eventos do Fórum Económico Mundial.»

Não se deixem enganar: nacionalismo implica natalidade; quem vos disser o contrário, ou está a mentir, ou não sabe fazer contas!


       Esta é a primeira de muitas postas que tenciono fazer até ao final do ano sobre nacionalismo e natalidade. Continuo a ouvir, infelizmente, demasiadas pessoas que dizem ser nacionalistas a afirmar que "a natalidade é secundária, se é que é importante de todo. O que é preciso é fechar as fronteiras". Isto, para mim, é tão absurdo como alguém dizer que estudar, trabalhar e poupar é secundário, porque o que é preciso é ter dinheiro.
 
Aliás, esta forma de "pensar", por parte dos nacionalistas que desprezam a natalidade, é tão absurda que me faz lembrar aquele 'meme' da bifana inglesa que, confrontada com o problema de haver sem-abrigo, retorquiu, num dos exemplos mais espectaculares do efeito de Dunning-Kruger que eu já vi: "se és um sem-abrigo, então, simplesmente compra uma casa! Dããã!!!" 🤪 
 
Em ambos os exemplos, (i) fechar as fronteiras e (ii) ter dinheiro, o processo mental subjacente é falacioso, porque é aquilo a que o povo chama "pôr o carro à frente dos bois". A segunda condição (fechar as fronteiras; ter dinheiro) decorre da primeira (i) ter filhos suficientes para vencer as eleições e/ou guerras do futuro; (ii) estudar, trabalhar e poupar. Tal como não se pode aspirar a ter dinheiro sem primeiro fazer por ele (excluindo, evidentemente, aqueles que têm a sorte de já nascerem ricos), também não se pode aspirar a fechar as fronteiras sem haver uma quantidade suficiente de pessoas mobilizadas para, seja através da política (eleições), seja através do conflito (guerra), impor esse desfecho à superclasse globalista.
 
O grande erro destes nacionalistas resulta do facto de eles aparentemente não perceberem - ou não quererem perceber - que fechar as fronteiras é uma empreitada a longo prazo, é um objectivo a concretizar no futuro, a várias gerações, sendo impossível de realizar no presente a curto ou mesmo a médio prazo. E este intervalo temporal inescapável entre o que seria desejável fazer hoje e aquilo que é realmente possível fazer apenas no futuro cria imediatamente um GRANDE problema para o Nacionalismo: sendo a natalidade dos alógenos muito superior à nossa, à medida que o tempo passa, o número potencial de pessoas dispostas a lutar pelo fecho de fronteiras tenderá a diminuir, enquanto o número de pessoas dispostas a lutar contra o fecho das fronteiras tenderá a aumentar.
 
Muitos nacionalistas não querem ver isto porque, no passado recente, o Nacionalismo tem crescido eleitoralmente. Porém, sem a vitalidade demográfica do nosso lado, esse crescimento poderá não durar muito mais tempo: se as populações europeia e norte-americana brancas se tornarem minoritárias, tornar-se-á matematicamente impossível aos nacionalistas europeus alcançar as maiorias parlamentares requeridas para forçar o fecho das fronteiras.

Hoje não me vou alongar muito mais, porque já sei que, quando escrevo mais do que meia-dúzia de parágrafos, a esmagadora maioria das pessoas não os lê. Vou apenas relembrar que as projecções mais optimistas dizem que os brancos não-hispânicos que vivem nos EUA passarão a ser uma minoria já em 2045, enquanto os britânicos brancos deverão tornar-se minoritários no Reino Unido em 2063. Isto, em termos geracionais, é já ao virar da esquina.