Eu não vou parar de publicar estes vídeos. Eu estou convencido que o Luís Neves é mesmo o novo José Sócrates e que, dado o enorme perigo que ele representa, todos os portugueses têm o dever de travar este fulano AGORA, enquanto ainda é tempo, antes que ele nos faça o mesmo que o José Sócrates nos fez!
Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
Blogosfera Relevante
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Sandra Felgueiras vs. Manuel Magalhães e Silva, um amiguinho do peito do abominável homem das Neves
Brava!👏 Precisávamos de muitas outras como ela!
O comentadeiro careca (f)Lopes volta a denfender o abominável homem das Neves; o Alexandre Sousa esfarrapa a sua "argumentação"
O Alberto Gonçalves denuncia o "jornal" Expresso, um órgão de desinformação dos donos disto tudo
O programa só começa por volta dos 46 segundos do vídeo.
O deputado Rodrigo Taxa (Chega) explica, mais uma vez, porque é que o abominável homem das Neves não tem condições para continuar a ser MAI
Já agora, não posso deixar de fazer uma observação em relação aos frequentadores deste blogue: não pude deixar de reparar que, sempre que eu coloco aqui muitos vídeos sobre o Luís Neves, quase todos os comentadores do TU(f) desaparecem, com a honrosa excepção do Durius. Para quem anda sempre com a conversa da treta das revoluções e da guerra civil, é deveras curioso que vocês nem sequer se consigam chegar à frente nas caixas de comentários de um blogue praticamente às moscas...
Uma coisa raríssima nos "nossos" mé(r)dia: uma crónica a favor da natalidade!
«Vivemos numa sociedade que não se limita a ter menos filhos. Aprendeu também a falar deles como se fossem, antes de tudo, um problema. Não é preciso procurar muito. Está nas conversas, nas séries e filmes, nos artigos dos jornais, nas redes sociais, na forma como a maternidade e a paternidade são apresentadas quase sempre a partir daquilo que obrigam a perder: tempo, dinheiro, liberdade, corpo, sono, carreira, viagens, espontaneidade.
Os filhos aparecem cada vez menos como uma continuação natural da vida e cada vez mais como uma espécie de imposto pessoal sobre tudo aquilo que aprendemos a considerar importante.
(...) Até a linguagem denuncia esta mudança. “Childless” era uma descrição: não ter filhos. “Childfree” é uma declaração de libertação. O sufixo importa. Somos debt-free, smoke-free, cancer-free. Ficamos “free” de coisas que nos limitam, prejudicam ou das quais queremos escapar. A expressão pode parecer inofensiva, mas contém uma ideia bastante clara: a criança deixa de ser uma ausência e passa a ser uma prisão evitada.
O caso recente de Lindsay Clancy é um exemplo particularmente desconfortável desta tendência. Clancy está a ser julgada por ter estrangulado os seus três filhos pequenos. A defesa sustenta que sofria de uma perturbação mental grave no período pós-parto e que isso deve ser tido em conta na avaliação da sua responsabilidade criminal. É uma questão séria, tanto do ponto de vista médico como jurídico, e seria absurdo fingir que a doença mental não existe ou que não pode ter consequências devastadoras.
Mas uma coisa é tentar compreender uma doença. Outra é assistir à forma como o centro moral da história se desloca. Centenas de mulheres juntaram-se para demonstrar apoio a Clancy, e muitas outras manifestam esse apoio online. A conversa pública concentrou-se nela, no sofrimento dela, na pressão sobre as mães, na solidão da maternidade, na falta de apoio, no peso psicológico de ter filhos.
E os três filhos mortos quase desapareceram da história. Implicitamente, foi como se tivessem merecido. Como se não fossem as verdadeiras vítimas, mas os contribuidores responsáveis pelo evento.
(...) Os filhos tiram identidade, matam carreiras, isolam, prendem, transformam uma mulher numa versão diminuída daquilo que poderia ter sido. Dar prioridade à casa e à família é exploração patriarcal; obedecer a um patrão e dedicar a vida a uma empresa é o expoente máximo da emancipação feminina.
(...) Vivemos num tempo curioso, em que aceitamos o esforço como condição de quase tudo aquilo que respeitamos. Uma carreira exige anos. Um negócio exige risco. Um casamento exige paciência. Um corpo saudável exige disciplina. Aprender uma arte, dominar uma profissão, construir alguma coisa de valor, tudo isso custa tempo, energia e renúncia. Só quando chegamos aos filhos é que o sacrifício passa subitamente a ser apresentado como prova de que alguma coisa correu mal.
(...) Ter filhos não é uma forma de escapar à vida. É uma das formas mais profundas de entrar nela. Obriga-nos a sair do centro, a aceitar que nem tudo gira à nossa volta e a construir alguma coisa que continuará muito depois de a nossa carreira, o nosso salário e as nossas ambições profissionais terem deixado de interessar a alguém.
É isto que esta cultura tem dificuldade em admitir: os filhos não nos libertam das responsabilidades. Libertam-nos, muitas vezes, da ideia de que a nossa vida só tem valor enquanto nos pertencer inteiramente.»
Um dos vídeos mais (((vibrantes))) de todos os tempos! 😅
Ver um alógeno a colocar um (((deles))) no seu devido lugar é algo que eu nunca esperei ver na minha vida... mas não deixa de ser épico, nem deixa de ser justiça poética! 🥳
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Luís Neves: as máscaras dos laranjinhas vão caindo, uma a uma... confirmando, cada vez mais, que PS = PSD
O deputado André Ventura (Chega) responde às objecções do laranjinha Aguiar-Branco
O laranjinha Aguiar-Branco diz que o requerimento feito pelo Chega para a realização da CPI à gestão da PJ pelo abominável homem das Neves "tem de ser reformulado"
"O mundo seria muito melhor se fossem as mulheres a mandar, pá!" (16)
O caso Lindsay Clancy está a ter desenvolvimentos verdadeiramente perturbadores: nas ruas e nas redes sociais, dezenas de milhares de mulheres norte-americanas estão a manifestar o seu apoio à psicopata que matou os seus três filhos bebés, asfixiando-os até à morte. E muitas dessas mulheres estão a fazê-lo de uma forma genuinamente macabra, desde aquelas que defendem descaradamente a inocência da assassina, mesmo depois de ela ter confessado o crime, até àquelas que sugerem que também matariam os seus próprios filhos se não houvesse consequências...
Lembrem-me lá outra vez, quais foram mesmo os benefícios que o feminismo trouxe ao Ocidente?
O deputado João Tilly (Chega) denuncia mais um caso GRAVE envolvendo o abominável homem das Neves
E o Miguel Pinheiro não é o único! Outros dois direitinhas reconhecem que o André Ventura tem razão:
«O que faz tantos terem medo de Luís Neves? A pergunta não é ilegítima nem desproporcionada. É a consequência óbvia para todos aqueles que não têm outro remédio, por compreenderem que o Estado de Direito e a democracia são mais relevantes do que os alinhamentos político-ideológico-partidários, que não seja reconhecer razões a André Ventura.O ministro desafiou tudo e todos. Não só questionou a autoridade das instituições, antes afirmou cabalmente que ele está acima delas e que não lhes reconhece autoridade alguma que passe por cima da sua grandiosidade. Ventura tem razão, insisto. E o que faz é o que lhe compete: faz um xeque ao Partido Socialista, ao Governo, ao PSD e ao CDS.»«É frustrante que não haja uma maneira de tirar do cargo um ministro que tão escandalosamente não devia estar lá, e a moção de censura é a expressão disso mesmo: de uma impotência perante um pequeno golpe de Estado, que transformou no verdadeiro primeiro-ministro um cangaceiro com uma bagagem tão grande de casos que até tem de os transportar num atrelado.»
Vivemos tempos surreais: o direitinha Miguel Pinheiro volta a elogiar o André Ventura!
Nota-se que lhe custa bastante, mas o MP tem o carácter de engolir o sapinho e voltar a admitir que, no que respeita ao abominável homem das Neves, o André Ventura tem toda a razão! 😅
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
O deputado João Tilly (Chega) comenta a moção de censura interposta hoje pelo Chega contra o abominável homem das Neves
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