Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
segunda-feira, 23 de março de 2026
domingo, 22 de março de 2026
Uma requerente de asilo alemã (sem aspas) nos EUA conta a sua história ao Tommy Robinson
'Marcha pela Vida' em Lisboa atacada por anarquistas que arremessaram um cocktail Molotov contra mulheres e crianças
«A “Marcha Pela Vida”, iniciativa anual que junta pessoasque acreditam[são da opinião] que a vida começa no momento da concepção, que se declaram anti-aborto e contra a despenalizaçãoda morte medicamente assistida[do aborto], ficou marcada pelo lançamento de um objecto incendiário contra as pessoas que se manifestavam pacificamente. A organização da “Marcha” fala em cocktail Molotov. Não houve registo de feridos.»
Corrigi o texto da notícia acima porque o emprego do verbo "acreditar", neste contexto, sugere que estamos no domínio religioso. Como é evidente, não estamos. A convicção de que a vida começa no momento da concepção, i.e. da fertilização do óvulo pelo espermatozóide, não é uma crença. Será, quando muito, uma convenção, tal como dizer que a vida só começa depois de x semanas é uma convenção da "Academia" (notar bem as aspas).
Já o eufemismo "morte medicamente assistida" é novilíngua (orwellianismo) que nunca será tolerada neste blogue. Os únicos termos aceitáveis para a matança cobarde bebés são aborto, homicídio e, no contexto de uma política de extermínio organizada, genocídio. Que se choquem todos os filhos da outra que acharem o contrário, que eu aqui não cedo nem um milímetro. Desde que o aborto foi legalizado em Portugal, em 2007, já foram mortos mais de 250 mil bebés portugueses (números de 2023). Eu sou filho de um homem que, nas condições de hoje, teria quase garantidamente sido abortado. A minha avó confessou várias vezes que não queria ter o meu pai, que já era o seu quinto filho. E que ela só o teve porque a religiosidade a impediu de o matar!
Isto significa - e há muitos nacionalistas que não parecem entender isto - que o aborto não mata apenas os bebés abortados, ele mata também TODOS os seus descendentes! Se o aborto tivesse sido permitido em meados do século XX, eu não estaria aqui hoje!
Por último, o "jornalista" escreve 'Molotov' com letra minúscula. Pode ter sido apenas de ignorância... mas, tratando-se do Carrapatoso Jr., não podemos excluir a hipótese de ter sido uma tentativa de branquear a conduta criminosa do ministro soviético ao qual se deve o nome do "engenho" e, que terá afirmado, durante a Segunda Grande Guerra, que as missões de bombardeamento incendiário sobre a Finlândia eram, na verdade, "entregas humanitárias aéreas de alimentos" aos seus vizinhos "famintos".
«De acordo com a Rádio Renascença, o incidente aconteceu à frente do Parlamento, já no final da iniciativa e já depois de terem acabado os discursos. “Um indivíduo atirou um objecto incendiário na direcção de mulheres, crianças e bebés. O objecto não chegou a incendiar”, avança a mesma Renascença, citando a organização da “Marcha Pela Vida”. O agressor acabou por ser detido pelos agentes da PSP presentes no local.
Em declarações à Agência Lusa, Nuno Marques Afonso, um dos coordenadores da iniciativa, explicou o que aconteceu. “Felizmente o pavio encharcou e a garrafa caiu sem chegar a incendiar-se”. Ninguém ficou ferido, mas muitas pessoas ficaram molhadas com o líquido incendiário.
A Marcha pela Vida, realizada em Lisboa no quadro da Caminhada pela Vida, que hoje teve lugar em 12 cidades do país, “é uma iniciativa pacífica, apartidária e aconfessional”, segundo os organizadores, que “condenam veementemente este acto de violência”.»
Já hoje, o Neves que diz que "é preciso distinguir entre estrangeiros e imigrantes" e que está sempre a alertar para o "perigo da extrema-direita", condenou a extrema-esquerda... só que não! Era só o que faltava!
«O ministro da Administração Interna condenou este domingo [22-Mar-2026] o
incidente[atentado falhado] ocorrido durante a Marcha pela Vida, no sábado [21-Mar-2026], em Lisboa, que classificou como uma demonstração de “extremismo violento”, e elogiou a “pronta intervenção da PSP”.
“Não toleramos qualquer forma de extremismo violento e continuaremos a agir com firmeza para o prevenir e combater, garantindo a segurança e a defesa dos valores democráticos”, sublinha Luís Neves, numa nota enviada às redações.
A Marcha pela Vida, realizada no sábado no centro de Lisboa, terminou com um incidente, sem feridos, em que uma pessoa atirou um objecto incendiário para o meio dos participantes.
O agressor — um homem de 39 anos — foi de imediato detido no local pela PSP, cuja “pronta intervenção” foi elogiada pelo ministro, que destacou a “eficácia e o profissionalismo na proteção dos cidadãos”.
De acordo com a PSP, o suspeito, que não participava no protesto, aproximou-se do local e “arremessou um engenho incendiário improvisado do tipo ‘cocktail Molotov’, contendo gasolina, na direcção das pessoas presentes”.
No momento do incidente, participavam no protesto cerca de 500 pessoas, incluindo crianças e bebés. O engenho embateu junto de um grupo de manifestantes, mas não chegou a deflagrar no momento do impacto.
Além do suspeito, estavam no local outras pessoas que acabaram por fugir e que, segundo a PSP, estariam integradas “num grupo alegadamente de conotação anarquista, tendo mais tarde sido identificados três membros em outra artéria”.»
No vídeo que se segue, a parte relevante começa por volta dos 15:45.
sábado, 21 de março de 2026
Discurso de André Ventura na CPAC Hungary 2026
sexta-feira, 20 de março de 2026
Chuck Norris (1940-2026)
Tournament Record: He finished his martial arts career with a widely cited record of 183 wins, 10 losses, and 2 draws.
The "Triple Crown": In 1969, he won the martial arts "Triple Crown" for the most tournament wins in a single year.
Fighter of the Year: He was named "Fighter of the Year" by Black Belt magazine in 1969.
Hall of Fame: He was the first person ever voted into the Black Belt Hall of Fame.
Black Belts: He holds high-ranking black belts in multiple disciplines, including a 10th-degree black belt in his own system, Chun Kuk Do (now known as the Chuck Norris System), an 8th-degree in Taekwondo, and a 3rd-degree in Brazilian Jiu-Jitsu.»
- Google's Gemini AI, 2026 March 20
O Alberto Gonçalves desanca a xuxa Isabel Moreira, a lunática que, juntamente com José Sócrates, representa o PS na perfeição
A Iniciativazinha Libertina voltou a mostrar a sua verdadeira face, juntado-se novamente à Esquerda pela "identidade de género"
quinta-feira, 19 de março de 2026
Israel & EUA vs. Irão: um conjunto de notícias curiosas publicadas nas últimas 48 horas...
Notícia #1: Conselheiro da Segurança Interna dos EUA acusa Witkoff e Kushner de mentirem sobre negociações com Irão
«David Pyne, director-adjunto executivo da task force sobre a Segurança Interna dos Estados Unidos da América, acusou o enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff e Jared Kushner, o genro de Trump, que estiveram na Suíça na última ronda de negociações com Teerão sobre o pacote nuclear, no final de Fevereiro, de mentirem a Donald Trump sobre as conversações com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi.
“O Irão fez-nos uma óptima proposta e Witkoff e Kushner mentiram, alegando que o Irão se recusou a fazer uma proposta de paz decente e aconselharam Trump a rejeitá-la e a entrar em guerra, a pedido de Israel. Ambos deviam ser demitidos, juntamente com Susie Wiles, Rubio, Radcliffe e todos os outros falcões neoconservadores que instaram o Presidente a iniciar a sua nova guerra sem fim no Irão”, lê-se numa publicação na rede social X do veterano do Exército dos EUA que, como líder da task force, assume o papel de conselheiro do Departamento de Segurança Interna. “Israel forçou o Governo Trump a iniciar uma guerra impossível de vencer contra o Irão, na ausência de qualquer ameaça aos EUA”, escreveu o conservador do movimento America First e assumido apoiante das visões anti-intervencionistas de J. D. Vance (apesar de, neste caso, o vice-presidente apoiar o ataque ao Irão.»
«O conselheiro nacional de segurança do Reino Unido, Jonathan Powell, que participou nas negociações finais entre os Estados Unidos e o Irão sobre o programa nuclear iraniano, considerou que a proposta apresentada por Teerão era suficientemente significativa para evitar um conflito armado. As negociações tiveram lugar em Genebra, na Suíça, no final de Fevereiro e a proposta iraniana foi descrita como “surpreendente”.
A proposta iraniana não representava ainda um acordo final, mas demonstrava progressos claros. O Irão mostrou-se disponível para aceitar restrições permanentes ao seu programa nuclear, sem prazos de expiração, e comprometeu-se a reduzir o seu stock de urânio enriquecido sob supervisão internacional. Teerão também admitiu uma pausa de três a cinco anos no enriquecimento interno, embora os Estados Unidos tenham exigido uma suspensão de dez anos.
O acordo também incluía benefícios económicos, com a possibilidade de participação norte-americana num futuro programa nuclear civil iraniano, em troca do levantamento de cerca de 80% das sanções económicas impostas ao país.»
Notícia #3: os Serviços Secretos dos EUA desmentiram o Presidente Trump
«Os serviços de informações norte-americanos concluíram que o Irão não tentou retomar o programa de enriquecimento nuclear, destruído nos ataques dos Estados Unidos e de Israel em 2025, contrariando as justificações da Casa Branca para a guerra.
A avaliação foi apresentada por escrito pela directora dos serviços secretos, Tulsi Gabbard, numa audição no Senado dos EUA. Segundo o documento, “não foi feito qualquer esforço” por parte de Teerão para restaurar as capacidades de enriquecimento nuclear desde os bombardeamentos realizados em Junho do ano passado, acrescentando que as instalações subterrâneas atingidas foram seladas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, tem justificado a intervenção militar com a alegada existência de uma “ameaça nuclear iminente” por parte do Irão, sustentando que o programa teria sido “aniquilado”.»
Notícia #4: "Washington e Israel têm objectivos distintos"
«A directora dos Serviços Secretos dos Estados Unidos, Tulsi Gabbard, afirmou esta quinta-feira [19-Mar-2026] que Washington e Israel têm objectivos distintos no conflito sobre o Irão e que os EUA não estiveram envolvidos no ataque israelita a uma reserva de gás iraniana.
Gabbard clarificou que os objectivos do Governo do Presidente Donald Trump passam por destruir a capacidade do Irão de lançar e produzir mísseis balísticos, bem como neutralizar a sua Marinha e a capacidade de minagem.
A responsável dos Serviços Secretos disse desconhecer a posição do Governo do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, quanto à possibilidade de um acordo com Teerão.
Gabbard afirmou também não dispor de informação sobre as motivações que levaram Israel a atacar o campo de gás de South Pars, o maior da República Islâmica, sublinhando que os Estados Unidos não foram previamente notificados.»
Lembrete diário de que o Reino Unido é um estado totalitário (2)
Terá havido uma tentativa de atropelamento em massa na Nazaré?
Aqui fica mais uma reacção equilibrada ao "documentário" «A Manosfera»
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Ver também:
Um "jovem" humilhou o Piers Morgan no seu próprio programa; o Paul Joseph Watson decidiu colocar sal na ferida! 😅
O Paul Joseph Watson comenta a dualidade de critérios dos neo-inquisidores que condenam veementemente a "manosfera", sem terem palavras equivalentes para a "femisfera"
Quando a misandria e o ódio ao homem branco esbarram na realidade...
