Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
segunda-feira, 22 de junho de 2026
O INE estima que havia, no final de 2025, 11,4 milhões de pessoas a viver em Portugal, 14% das quais eram imigrantes
«O Instituto Nacional de Estatística (INE) acaba de divulgar [22-Jun-2026] os dados sobre população residente em Portugal. São 11,4 milhões de pessoas, dos quais quase 1,6 milhões são imigrantes, o equivalente a 14% do total da população residente. Em números mais exactos, são 1 597 539 pessoas.»
Portanto, a acreditar nestes números do INE, a população imigrante em Portugal no final de 2025 (1 597 539) era mais ou menos a mesma do final de 2024 (1 546 521). Alguém acredita nisto? Eu, decididamente, não acredito! Como é que a população a viver em Portugal pode ter aumentado e o número de imigrantes ficado praticamente na mesma? Só há duas respostas possíveis: (1) o ou número de naturalizados (imigrantes que passaram a ser "portugueses") aumentou significativamente, ou o número relativo a 2025 não inclui todos os imigrantes.
«Este valor correspondeu a um aumento de 59 113 pessoas relativamente ao ano anterior, segundo INE. Entre 2021 e 2025, a população de nacionalidade estrangeira mais do que duplicou, o que correspondeu a um aumento de 849 384 pessoas (passando de 748 155 para 1 597 539).»
Ora bem, os números do INE, como já é habitual, não batem certo com os números divulgados por outras entidades. Ainda há uns dias, o Banco de Portugal dizia que, em 2025, tinham entrado em Portugal 6200 pessoas por mês. Isso dá 74,4 mil entradas, não dá 59,1 mil como diz o INE. Claro que aqui haverá que contraponha: "atenção, que os 59,1 mil constituem o saldo líquido, as entradas menos as saídas", mas isto é uma forma muito trapalhona de divulgar os dados.
Continua a haver uma enorme falta de seriedade na forma como cada entidade publica os dados, não havendo, aparentemente, um cruzamento rigoroso dos números provenientes de diferentes fontes.
Aliás, logo no início da página 3 do comunicado do INE, pode ler-se "o acréscimo populacional resultou do saldo migratório positivo, de 70 862 [habitantes]". Ou seja, o próprio INE acaba por se contradizer, apresentando números diferentes em partes diferentes (pág. 3 vs. pág. 9) do documento que divulgou! Porque diferem os números? Uma explicação possível é que o os 59 113 imigrantes do primeiro parágrafo, sendo o número de residentes estrangeiros efectivos, corresponda ao 70 862 substraído dos naturalizados. Mas o documento do INE é omisso a este respeito, pelo que é impossível saber.
«Para chegar a estes dados, o INE utilizou os dados da Agência para Integração, Migrações e Asilo (AIMA), mas não só. Foram cruzados dados administrativos de outras tutelas, como Segurança Social, Finanças e Ministério da Educação.
De acordo com o INE, os aumentos mais expressivos ocorreram nos anos de 2022, com mais (326 090 imigrantes), 2023 (mais 275 929 imigrantes) e 2024, quando foram somados 188 252 cidadãos estrangeiros.»
Faço notar que muitos destes imigrantes vão "deixar de o ser" já para o ano: os brasileiros e os africanos da CPLP podem pedir a nacionalidade portuguesa ao fim de 5 anos, pelo que muitos dos 326 mil imigrantes de 2022 vão "desaparecer" das estatísticas.
«O Algarve foi a região com maior peso da população estrangeira: 27,9%, num total de 161 556 pessoas. O número é mais significativo do que em Lisboa, que apresenta a segunda maior proporção (22,6%), seguida pela Península de Setúbal (18,3%).
Em relação ao perfil desta população, continua a ser predominantemente em idade activa, com 86,1% de pessoas entre os 15 aos 64 anos de idade, "muito distinta da população total". O grupo de menores de 14 anos constitui 8,9% do total de imigrantes e o de idosos 5% (acima dos 65 anos de idade). Segundo o INE, a concentração nas idades activas aumentou relativamente a 2021 em 3,6 pontos percentuais.
Os homens são a maioria entre a população estrangeira, correspondendo a 57% do total (913 249 pessoas). Mulheres são 684 290, o equivalente a 42,8%.
Esta parte é importante: a idade mediana dos homens em Portugal está a diminuir, enquanto a idade mediana das mulheres está a aumentar. A enorme zona branca na pirâmide etária publicada pelo INE (lado dos homens, faixas dos 25 aos 40 anos) não augura nada de bom para o nosso futuro colectivo: tantos homens sem mulher só podem mesmo acabar por fazer asneiras.
Este desequilíbrio torna-se ainda mais gritante quando olhamos apenas para a população estrangeira a viver em Portugal:
«A nacionalidade brasileira continua a ser a mais representativa, com 35,9% da população estrangeira residente. "Relativamente a 2021, o número de residentes nacionais do Brasil mais do que duplicou (106,5%), tendo registado um acréscimo de 296 086 pessoas", lê-se no relatório.
Em segundo lugar está a nacionalidade angolana, com 103 140 pessoas, o equivalente a 6,5% do total de estrangeiros. De acordo com os dados do INE. O aumento é "acentuado" se comparado com 2021, quando esta população tinha 33 099 pessoas em Portugal.
Cidadãos da Índia estão em terceiro lugar, com um total de 93 683 pessoas a residir em Portugal. Cabo Verde (76 099), Nepal (56 866),BangladeshBangladeche (56 724) e Guiné-Bissau (53 555) completam o conjunto das principais nacionalidades estrangeiras em 2025.»
Os jornalistas "esqueceram-se" de dizer uma coisa extremamente importante: as comunidades estrangeiras que mais cresceram em Portugal entre 2021 e 2015 foram as de Angola, de São Tomé e Príncipe, do Bangladeche e do Paquistão, os dois últimos países altamente islamizados, em grau de fanatismo religioso apenas ultrapassado pelo Afeganistão. Todos estes quatro países mais do que triplicaram o seu número de imigrantes em Portugal!
E estes números, volto a insistir, são apenas uma estimativa, sendo que não contemplam os imigrangtes ilegais!
domingo, 21 de junho de 2026
O Professor Jordan Peterson vai divulgar uma nova série de palestras, todos os domingos, a começar hoje
A realidade supera a ficção: em Jackson (Mississípi, EUA) um vereador "jovem" quer fechar uma estação de serviço argumentando que ela propicia o crime
Estão-se a rir, caros leitores? Então, esperem só mais uns anitos até verem o que os "jovens" em Portugal também vão começar a exigir... ou será que vocês acham que podemos ter centenas de milhares de terceiro-mundistas em Portugal sem passarmos a ter terceiro-mundismo?
Relatório independente sobre os gangues de violadores do Reino Unido (2)
Introdução
A primeira fase do Inquérito aos gangues de violadores foi concluída. O Inquérito foi criado para examinar um dos escândalos mais horríficos da longa história do nosso país: o ataque sistemático a raparigas vulneráveis, na sua grande maioria britânicas brancas, por parte de gangues predominantemente muçulmanos e paquistaneses em cidades e vilas de todo o país.
As provas apresentadas ao longo das audições confirmaram o que já se sabia há muito tempo, mas que era repetidamente negado pela classe política. O Inquérito ouviu raparigas, rapazes, homens e mulheres de todas as raças e religiões para testemunharem sobre as suas experiências, de forma a obter um panorama completo do fenómeno dos gangues de violadores.
O Relatório Casey de 2025 [um relatório anterior ao Inquérito, encomendado pelo governo britânico] afirmava que um número desproporcional de homens de “origem étnica asiática” estava entre os suspeitos de exploração sexual infantil em grupo. A Baronesa Casey citou relatórios locais que mostravam que uma parte significativa dos condenados era de origem paquistanesa e/ou muçulmana. Os crimes remontam a várias gerações.
A Inquérito aos gangues de violação era necessário porque o Estado e as suas instituições falharam catastroficamente ao longo de décadas. A polícia, os serviços sociais, as escolas, o Serviço Nacional de Saúde, as autoridades locais e os governos permitiram que estes gangues operassem impunemente. Houve uma evidente falta de vontade política para os confrontar. O Partido Trabalhista recusou inicialmente realizar uma investigação pública, cedendo apenas sob uma pressão considerável. Serão necessários muitos anos até que esta investigação esteja concluída e não há garantia de que aborde adequadamente a natureza etno-religiosa e politicamente sensível do fenómeno. Apesar de agora, na oposição, pressionar para uma investigação, o Partido Conservador fez muito pouco quando estava no governo.
A força motriz do Inquérito aos gangues de violadores foram as sobreviventes. Diariamente, o painel [do Inquérito] reunia-se com Sammy Woodhouse, uma sobrevivente que se tornou activista. Também participavam vários peritos que intervinham sempre que a sua área de especialização se tornava o foco dos nossos esforços para chegar à verdade. Examinámos as diferentes áreas do escândalo, uma de cada vez, para que pudéssemos obter um panorama o mais completo possível. Pais e encarregados de educação descreveram as suas experiências. Foram denunciados casos de gravidez, aborto e crianças nascidas na sequência das violações. Denunciantes que tinham sido ignorados em ocasiões anteriores prestaram depoimento. Falhas policiais e judiciais foram documentadas. A assistência social, os serviços do Serviço Nacional de Saúde (incluindo a saúde sexual e mental), a educação, o regulador dos serviços de táxis, as tendências demográficas, as questões culturais e sociais e as obstruções ideológicas à justiça foram todos examinados sem restrições. Nada foi descartado. A insensatez do politicamente correcto e das [falsas] sensibilidades culturais não tiveram lugar no processo. A promessa feita a cada doador foi integralmente cumprida: a verdade foi procurada e a justiça foi o nosso único objectivo.
As sobreviventes tiveram finalmente a plataforma que lhes fora negada durante tanto tempo e puderam finalmente expressar-se, desempenhando o papel central na investigação. A verdadeira dimensão e natureza dos crimes pode agora ser tornada pública. O horror do que aconteceu já não está oculto.
Embora o Inquérito não tenha poderes legais, a resposta foi esmagadora. Participaram políticos, denunciantes, especialistas, familiares e muitos outros. Os poucos em posições de destaque que se recusaram a depor fizeram-no sabendo que a sua recusa seria registada.
Este relatório apresenta as conclusões e faz recomendações claras sobre como o problema dos gangues de violadores pode ser erradicado. O país [o Reino Unido] está agora ao corrente de toda a verdade. O país tem agora a base para que seja feita justiça. O país tem em mãos o roteiro para garantir que estes crimes nunca mais se repetirão.
Ainda o caso do exame do Politécnico de Setúbal: a Doutora Teresa Nogueira Pinto arrasa a doutrinação universitária de Esquerda
Ainda sobre o caso da pergunta anti-Chega num exame do Instituto Politécnico de Setúbal
sábado, 20 de junho de 2026
Gen Z Simulator
Entretanto, no Chicongo...
Vou traduzir o relatório independente sobre os gangues de violadores do Reino Unido e publicá-lo na íntegra aqui no TU(f)
Prefácio
A [Grã-]Bretanha não tem um problema de racismo, tem um problema de imigração.
Rupert Lowe
Tal como muitos britânicos decentes e trabalhadores, eu desconhecia a enorme dimensão da maldade que foi, e continua a ser, perpetrada por homens, principalmente muçulmanos paquistaneses, contra jovens mulheres e meninas brancas vulneráveis nas comunidades de todo o país. Mas uma única transcrição judicial de um destes casos horríveis — amplificada por Elon Musk no início do ano passado — deu início a um há muito esperado ajuste de contas nacional sobre o assunto, que inspirou mais de 20 mil patriotas britânicos a ajudar a financiar o nosso Grande Inquérito sobre os gangues de violadores. O que se segue [este documento] é um relatório abrangente das suas conclusões. É essencial que todos os documentos judiciais relacionados sejam preservados em segurança, tanto por razões legais como históricas.
Estou grato a todos os membros da minha equipa que contribuíram para denunciar este capítulo demoníaco da história britânica. A combinação do medo paralisante das acusações de "racismo" e a corrida aos votos das subculturas estrangeiras importadas permitiu que o mal puro se metastizasse. E o terrível sofrimento ainda não terminou. A causa principal foi a imigração, começando com a Lei da Nacionalidade Britânica de 1948 e intensificando-se sob o governo de Tony Blair a partir de 1997. Acreditando que as nações orgulhosas [no sentido nacionalista, i.e., orgulhosas de si e da sua história] eram responsáveis pela destruição da Europa em meados do século XX, os nossos líderes do pós-guerra abraçaram a diversidade e o multiculturalismo como a alternativa supostamente civilizada. Este relatório estabelece, sem sombra de dúvida, que esta obsessão por uma "sociedade aberta" possibilitou, na verdade, uma barbárie sem precedentes. Água e azeite não se misturam. E as diferenças culturais, que remontam a séculos, são a génese deste problema.
Exorto todos os britânicos a lerem este relatório na íntegra [e eu exorto todos os portugueses, porque o que aconteceu no Reino Unido pode muito bem acontecer em Portugal, se é que não está a acontecer já]. É preciso aprender com os erros do passado e é necessário que sejam instaurados processos judiciais pela terrível cobardia daqueles que se recusaram a resistir a tais horrores. As penas mais severas possíveis, incluindo a pena de morte, devem ser aplicadas àqueles que ainda não foram devidamente punidos, ou sequer punidos, pelos seus crimes abjectos e inenarráveis.
Não admira que o Ocidente esteja a ser destruído a partir de dentro...
A realidade supera a ficção: o partido animalista queria substituir os animais dos veículos de tracção animal por...
Brasileiro indignado por ser (justamente) multado
Suponho que o cinto de segurança também seja colonialista e opressor! 😅
sexta-feira, 19 de junho de 2026
O número de alunos estrangeiros nas escolas públicas cresceu 283% em dez anos
Faço notar que esta percentagem não inclui os alunos portugueses de papel, i.e., alunos extra-europeus que já nasceram "portugueses".
«No ano lectivo de 2023/2024, cerca de um em cada sete alunos nas escolas públicas tinha nacionalidade estrangeira. O estudo destaca ainda que as taxas de retenção dos alunos estrangeiros são três a cinco vezes superiores às dos portugueses e, no secundário, atingiram 29%, contra 8,3% para os portugueses. Mais de 80% dos alunos estrangeiros não realizaram as provas finais do nono ano de português e de matemática.»
Sublinho: as provas finais do nono ano, não é do décimo segundo! Isto vai ser lindo, vai!
A ex-Directora de Inteligência dos EUA, Tulsi Gabbard, denuncia o covideiro-mor Anthony Fauci, por ter usado dinheiros públicos para financiar a criação da Covid-19 e silenciar todos os que o denunciaram
O rabeta Goucha está indignado com o "discurso de ódio"!
"O mundo seria muito melhor se fossem as mulheres a mandar, pá!" (11): por ciúme, uma mulher de Valpaços raptou e asfixiou até à morte uma menina de 8 anos
«Lara, de 8 anos, foi asfixiada até à morte pela madrasta, de 48, em Valpaços. A mulher confessou o crime à Polícia Judiciária e indicou onde estava o corpo da menina.
O crimeterá sidofoi planeado e o objectivo era simular um rapto. O pai de Lara serviu o pequeno-almoço à menina na manhã de quarta-feira [17-Jun-2026] e seguiu para o trabalho. Como era habitual, o autocarro escolar foi buscar a Lara a casa mas a madrasta, que agiu por vingança, chegou primeiro à escola e quando a menina saiu do autocarro fingiu que tinha de a levar a uma consulta médica.
A madrasta levou a menina para uma serra onde deixou o corpo.Terá tapadoTapou a boca da menina com uma das mãos e com a outra agarrou-a na nuca.
A Polícia Judiciária de Vila Real encontrou o corpo da menina junto a uma mochila na serra da Padrela, em Vila Pouca de Aguiar, perto da estrada. Foi o pai da menor que participou o seu desaparecimento no posto da Guarda, pelas 20h30. O caso aconteceu na freguesia de Friões, no concelho de Valpaços, distrito de Vila Real.
A suspeita deverá ser ouvida no tribunal de Chaves esta sexta-feira.
O corpo da menina já está no Instituto de Medicina Legal para ser autopsiado.»
Se esta menina fosse minha filha, eu esperava que a assassina cumprisse pena. Depois, quando ela saísse finalmente da prisão, eu matava-a da forma mais sádica e horrível que conseguisse engendrar! Não há perdão possível para um crime destes. Até porque eu não sou cristão, nem tenho qualquer intenção de seguir um Deus que me obrigaria a perdoar um crime destes.
Não é que não tenha medo das chamas eternas. Mas tenho muito mais medo da injustiça terrena. E suportarei de bom grado todas as dores do Inferno se for lá parar com a minha consciência intacta. A coisa que mais detesto nos cristãos é que eles usam a justiça de Deus como desculpa para não fazerem a justiça em vida. Neste sentido, o cristão médio é um cobardolas que se esconde atrás do seu Deus. Mas o verdadeiro Inferno, para mim, é a perspectiva de vir a morrer sem ter feito neste mundo o que tinha mesmo de ser feito.
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