quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Parece que o fim da blogosfera (e não só) está próximo: o PSD quer restringir o acesso de crianças até aos 16 anos às redes sociais


       Era apenas uma questão de tempo... e devo dizer que até eu julgava que, dado o crescimento exponencial do Chega, isto já tivesse acontecido mais cedo. Relembro que a França já aprovou uma medida semelhante. O xuxa Sánchez foi menos sonso do que os "nossos" laranjinhas e explicou claramente que se tratava de "combater o ódio", ou seja, de combater a oposição. Faço notar aos mais "distraídos" que a ordem de censurar as redes sociais veio directamente da UE, mais concretamente do Regulamento dos Serviços Digitais (RSD), que está a ser transposto para as legislações nacionais dos estados-membros. A mesma UE que muitos nacionalistas defendem com unhas e dentes, como se um projecto globalista alugma vez nos pudesse - ou sequer quisesse - salvar.
 
«O PSD entregou esta segunda-feira [2-Fev-2026], no parlamento, um projecto para travar o acesso livre às redes sociais e outras plataformas de crianças até aos 16 anos, passando a exigir-se o consentimento dos seus pais ou seus representantes legais. Este diploma, que visa estabelecer “medidas de protecção de crianças em ambientes digitais”, tem como subscritores o presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Hugo Soares, e o deputado social-democrata Paulo Marcelo. 

(...) 

 

A solução proposta pelo PSD é a seguinte: “A idade mínima digital para acesso autónomo a plataformas de redes sociais, serviços de partilha de vídeos e serviços de comunicação aberta é fixada em 16 anos; crianças com idade igual ou superior a 13 anos apenas podem aceder mediante (…) consentimento parental expresso e verificado”.

 

(...)  


No diploma agora divulgado pela bancada social-democrata, prevê-se que a comprovação da idade mínima digital seja realizada através do sistema Chave Móvel Digital, “mediante autenticação simples ou reforçada, conforme previsto no referencial técnico”.

A bancada social-democrata realça que, com este projecto, “não se pretende banir ou proibir o acesso de crianças às redes sociais e a outras plataformas digitais“, mas “promover que elas dominam o ambiente digital em vez de serem dominadas por ele, reduzindo riscos de adição, exposição a conteúdos nocivos e a aliciamentos ilícitos”.»

 

Por outras palavras, caros leitores, se esta lei for aprovada, eu e vocês apenas poderemos aceder ao Blogger, ao X, ao Instagram, ao Facebook, etc. se revelarmos a nossa identidade logo à entrada. Isto significa que, na prática, seremos impedidos de aceder às fontes de notícias que os mé(r)dia escondem, a menos que permitamos ao (des)governo saber o que andamos a ver e a escrever na Internet.

A pretexto de proteger as crianças - porque estas coisas são feitas sempre em nome do bem comum - o PSD vai criar um mecanismo orwelliano de identificação dos opositores políticos. O Xixi Pingas da China não faria melhor!

Sempre quer ver como é que os nacionalistas que se recusam a votar - e que, por isso, são co-responsáveis pela perpetuação do centrão abrilão no poder -  vão "fazer oposição" agora. Inúteis de merda, que só têm ajudado a abrilada a oprimir os portugueses!

Resumindo e concluindo: aproveitem em quanto podem, caros leitores, que o TU(f), bem como o resto da blogosfera, já não vão durar muito... 


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Ver também: 

O Pedro Rosário e a Rita Matias desmontam mais um pulhígrafo traiçoeiro


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

André Ventura e a falácia reductio ad Salazarum


Em Espanha, uma eurodeputada do "Podemos", o Bloco de Esquerda espanhol, pediu a substituição populacional dos espanhóis


       Não concordo NADA com o Alexandre quando ele diz que isto é liberalismo. É verdade que o liberalismo também apela à imigração, mas não pelos mesmos motivos que o Podemos. O que o Podemos advoga é exactamente o mesmo que os neomarxistas da Escola de Francoforte já advogavam nos anos 20 do século passado: trocar os povos europeus que não votam neles por povos extra-europeus que eles, os marxistas, acreditam que vão votar neles.
 
Hoje em dia, infelizmente, há muita malta na Direita a reduzir tudo ao liberalismo e eu devo dizer que isso é um atrasadice mental de todo o tamanho. O liberalismo é um cancro ideológico e claramente inimigo do nacionalismo. Mas o marxismo é muito, mas MUITO pior do que o liberalismo. E apesar de o liberalismo ser mais antigo, o marxismo já defendia a destruição das nações muito antes do liberalismo. A grande máxima do marxismo foi sempre: "trabalhadores de todo o mundo, uni-vos!", ou será que os novos militantes de Direita não sabem isto?
 
Volto a repetir parte de um texto que publiquei aqui em Abril do ano passado a propósito de um artigo certeiro da Margarida Bentes Penedo:

«Uma das falácias que mais teimosamente perdura em certos sectores do meio nacionalista é a de que "o socialismo é conservador, uma vez que os países comunistas são conservadores". A falácia reside no facto de as pessoas que papagueiam este disparate não perceberem que o "conservadorismo" dos países comunistas não é uma consequência do regime, mas sim da falta de necessidade de alterar a sociedade por parte do regime. Por outras palavras, o conservadorismo já lá estava, é o estado natural da humanidade. Nos países onde o socialismo venceu, não foi preciso alterar esse estado natural, porque a Esquerda já tinha vencido. Ela não precisa(va) de subverter nada, porque já está(va) no poleiro.

Na Europa e na América do Norte, pelo contrário, a Esquerda - sobretudo a extrema - tem tido muita dificuldade em manter-se no poder, mesmo nas raras ocasiões em que o alcança. A razão é simples e já foi identificada pelos marxistas há pelo menos um século: os europeus e os norte-americanos, conhecedores do valor do trabalho, da responsabilidade, da meritocracia e, sobretudo, da prosperidade económica que deles resulta, não vão na conversa sonsa da "redistribuição" da riqueza e da "luta de classes". E é aqui que os marxistas se vêem confrontados com a necessidade de subverter as sociedades ocidentais, de fazer implodir a nossa natalidade ao mesmo tempo que importam - ajudados pelos idiotas úteis dos liberais - milhões e milhões de "pobres coitadinhos" do terceiro mundo: trata-se de substituir os povos que não votam na Esquerda por outros que votarão ou, pelo menos, que a Esquerda acredita que votarão.»

Arre porra, será assim tão difícil perceber isto? É assim tão difícil de acreditar que a esquerda encara a imigração como uma forma de se perpetuar no poder? É que já houve vários esquerdistas a admiti-lo, do xuxa Prata Roque até a esta tolinha do Podemos!!!


 

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Ver também:

Miguel Morgado volta a explicar porque é que a Esquerda quer encher o país Ocidente de imigrantes

E mais uma laranjinha declara o seu amor pelo Tozé (in)Seguro!


E depois da excepção de ontem, eis a tornada da regra: 

 

«A vice-presidente do PSD e presidente da Fundação Champalimaud Leonor Beleza anunciou esta segunda-feira [2-Fev-2026] que apoia "sem reservas" António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais, por ser o candidato da moderação, que valoriza e une os portugueses. "Na segunda volta das presidenciais, não estará o candidato que eu desejava. Mas está um candidato que apoio sem reservas: quem me conhece sabe que é o candidato moderado, e não o radical. Aprecio a moderação, detesto os radicalismos", afirma Leonor Beleza, numa declaração escrita.»

 

Para os mais distraídos, moderação = deixar tudo na mesma; radicalismo = correr com  a abrilada.

 

«A primeira vice-presidente do PSD, que apoiou Luís Marques Mendes na primeira volta, diz apreciar "quem valoriza os portugueses, e não os acusa de não terem sabido escolher os seus representantes durante 50 anos, desde que temos essa liberdade".»

 

Ninguém acusa os portugueses disso. Acusa-se é os partidos como o PSD da Leonor Beleza de terem enganado os portugueses, o que é totalmente diferente. E não é só durante 50 anos, já vamos em 51 e meio.

 

«"Aprecio quem nos respeita, mas não quem despreza e condena todos os que servimos o nosso País. Aprecio quem deseja unir-nos, ajudar-nos a juntos enfrentar desafios e dificuldades. Não quem nos divide em puros e impuros, em bons e maus, em santos e pecadores. E, já agora, acredita que a maioria é impura, má e pecadora", sustenta.»

 

O (in)Seguro deseja unir? Unir o quê, exactamente? A Beleza só pode estar a gozar! Eu ainda me hei-de rir muito desta malta quando o Seguro dissolver a AR! 😂 E a conversa dos "puros" e "impuros" é simplesmente mentira. Nunca ninguém do Chega usou tal adjectivação. Aquilo que os dirigentes do Chega dizem é que a abrilada, o conjunto de partidos que tem (des)governado Portugal desde o dia da Grande Tragédia Abrilina, falhou redondamente o propósito delcarado de elevar o nosso país ao nível dos seus congéneres europeus. E essa é que é a verdade, quer a Beleza goste, quer não goste.

 

«"Aprecio quem se afirma com urbanidade, discute de forma civilizada, não insulta, e não quem acha que precisa de ser rude, de desprezar os adversários, de acusar a generalidade dos Portugueses de não saber escolher os seus representantes. Aprecio a serenidade, detesto o ruído feito arma política!", prossegue.»

 

A isto chama-se virar o bico ao prego: tem sido precisamente a abrilada a insultar os dirigentes e os apoiantes do Chega, não o contrário. É "fascistas" para aqui, "racistas" para acolá, "frustrados" para fulano, "antidemocratas" para sicrano e "analfabetos" para beltrano.

De resto, a "serenidade" é a postura dos sonsos. As pessoas honestas dizem abertamente o que pensam, por mais inconveniente que seja.

 

«Leonor Beleza afirma que exercerá a sua liberdade no próximo dia 8 de Fevereiro, assim como hoje, ao dizer publicamente como tenciona participar na eleição do Presidente da República. "Votarei em António José Seguro", declara.»

 

Está declarado e fica devidamente registado: na hora da verdade, quase todos os laranjinhas preferem o socialista ao patriota, confirmando que, de facto PS = PSD!

domingo, 1 de fevereiro de 2026

O último homem realmente de Direita entre os laranjinhas: Henrique Chaves, militante nº 2 do PSD, anuncia voto em André Ventura


É bem capaz de haver outros PSDs a votar Ventura mas, até ao momento o Dr. Henrique Chaves foi o único que teve a hombridade de se assumir:

«Henrique Chaves, militante n.º 2 do PSD, anuncia voto em André Ventura e deixa uma crítica devastadora à direita tradicional, que acusa de viver presa ao passado e sem conteúdo político.

Ventura é muito inteligente. Tem linhas de actuação claras podendo-se dizer (…) que, ao menos, ao contrário de Seguro, existe conteúdo nas opções.”

O apoio surge de Henrique Chaves, identificado como militante n.º 2 do PSD, que anunciou publicamente o seu voto em André Ventura, presidente do Chega, num artigo de opinião publicado no Jornal Sol que assume contornos de ruptura com décadas de percurso partidário.

No texto, o histórico social-democrata traça um retrato duro do PSD, acusando o partido de ter perdido identidade, coerência e coragem política. Fala numa verdadeira “inversão ideológica”, critica a duplicidade de discursos, a promiscuidade entre cargos e interesses e a incapacidade de enfrentar os problemas estruturais do país.

É nesse contraste que fundamenta o apoio a Ventura. Henrique Chaves admite divergências, mas destaca o que considera decisivo: clareza, frontalidade e existência de conteúdo político. Ao contrário de António José Seguro, sustenta, Ventura apresenta opções, linhas de actuação definidas e autoridade para decidir, mesmo quando isso incomoda.

O antigo militante vai mais longe ao condenar a forma como parte do sistema político e mediático trata os eleitores de Ventura, considerando insultuosa a tentativa de desqualificar democraticamente milhões de portugueses. Para Henrique Chaves, esse discurso revela medo da mudança e desprezo pelo eleitorado.

A posição é assumida sem ambiguidades: após mais de meio século ligado ao PSD, rompe com o partido e escolhe Ventura como alternativa a um sistema que descreve como fechado, esgotado e incapaz de se reformar.

Um apoio simbólico, ruidoso e politicamente incómodo, que expõe fissuras profundas na direita tradicional e acrescenta tensão à corrida presidencial.»

André Ventura vs. jornalixos, parte 96467013976091234805982371063


Sargão da Acádia: «A demografia como arma»


       Em mais um excelente vídeo, o Sargão desmonta várias das falácias habituais da trupe imigracionista. Por exemplo, "se toda a gente tem direito a vir para o nosso país", como advogam os inimigos de Portugal, "então, o país não é nosso". O que nos leva à pergunta: se não é nosso, de quem é? Quem é que realmente manda no nosso país? 

Para aqueles que tiverem dificuldade com a língua inglesa, relembro que podem activar legendas carregando no botão "CC" (closed captions) do vídeo. 


Mais uma do indigente mental residente da TVI (4): "os eleitores do Chega são todos frustrados e desempregados, pá!" 🤡


       É impressão minha ou as comentadeiras do sistema estão a usar "argumentos" cada vez mais estúpidos contra o Chega? Ontem foi o Raposo, hoje é este autêntico imbecil! Já não há pachorra para tanta estupidez!!!


sábado, 31 de janeiro de 2026

O Miguel Macedo denuncia a hipocrisia me(r)diática a favor do xuxa (in)Seguro


O Henrique Raposo é tão burro que me faz pensar que as anedotas sobre alentejanos têm um fundo de verdade...


...felizmente, conheço muitos outros alentejanos que têm vergonha dele!


Recordar é viver: em 2017, Pedro Passos Coelho alertava que o "habilidoso" se preparava para escancarar as fronteiras de Portugal ao resto do mundo; infelizmente, nem mesmo o "seu" próprio PSD lhe deu ouvidos


E, em França, continua a dança (4): os números mais recentes da iminvasão em terras gaulesas


Os 'Epstein files' fazem finalmente uma vítima de alto gabarito


Pois é, como alguém ironizou nas caixas de comentários ao vídeo, "o Sr. Microsoft apanhou um vírus!" 😅

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O Paul Joseph Watson relembra-nos tudo o que já perdemos devido à imigração


E eu volto a insisir: se nada mudar nos próximos anos, perderemos também TUDO o resto!
 

Pasmem: o Alberto Gonçalves ainda conseguiu encontrar pior do que o vídeo anterior! 🤷


É que a ignorância ainda tem desculpa... a propaganda é que não! O vídeo só começa por volta dos 42 segundos.

Como eu já disse aqui muitas vezes, o poder desmesurado que o PS tem em Portugal é o reflexo colectivo da mediocridade portuguesa


       O "senhor" que protagoniza este vídeo é apenas um entre milhares de exemplos da "mentalidade" de merda que impera neste país. Pior do que a pobreza material, só mesmo a miséria intelectual, a incapacidade de nos libertarmos dos dogmas suicidas que nos foram impostos pelas "elites". Não há prisão mais eficaz do que aquela que a aprisiona a mente, porque o prisioneiro nem sequer sabe que está preso.

Esta intervenção do "senhor" entrevistado também constitui um excelente exemplo da autêntica calamidade que tem sido a influência da ICAR na sociedade portuguesa. Que me perdoem os católicos que seguem este blogue, mas isto é o resultado do discurso absolutamente nojento do padralhame em relação à imigração. As pessoas mais vulneráveis e mais susceptíveis à manipulação via complexo de culpa tem sido descaradamente exploradas pelo clero e pelos mé(r)dia... e este é o resultado.
 
Tenho de vos confessar, caros leitores, isto faz-me ferver o sangue. Mas "todas as nuvens têm uma borda de prata", como dizem os anglófonos. A revolta e a indignação que sinto apenas confirmam a justeza do combate nacionalista!