quarta-feira, 18 de março de 2026

Sobre o mais recente "documentário" anti-manosfera feito no Reino da Censura, perdão, feito no Reino Unido


        Tem havido muitas reacções ao mais recente "documentário" do britânico Louis Theroux, «A Manosfera». Mas eu confesso que, até ao momento, só gostei mesmo da reacção do Carl Benjamin que, por ir mais ou menos ao encontro daquilo que eu penso a respeito desta matéria, partilho mais abaixo.

Previsivelmente, a «A Manosfera» é tudo menos um documentário, no sentido informativo do termo. O sr. Theroux não pretendeu informar ninguém, mas sim diabolizar a manosfera no seu todo, escolhendo deliberadamente os exemplos/personagens mais caricatos e as situações mais rebuscadas que conseguiu encontrar. É como se alguém fizesse um documentário sobre o Chega entrevistando apenas figuras como o ladrão de malas Miguel Arruda ou o abusador de menores Rui Moreira.

Eu sinceramente não entendo como é que ainda há tantas figuras de proa da 
manosfera dispostas a conceder entrevistas aos agentes do sistema. Ninguém, absolutamente ninguém que trabalhe ou esteja de alguma forma ligado aos grandessíssimos mé(r)dia trará alguma vez a público uma representação justa e fidedigna da manosefra. Mesmo que um jornalista ou entertainer quisesse ser imparcial - e a esmagadora maioria deles não quer - os seus patrões acabariam com as suas carreiras em três tempos, pelo que eles nunca produzirão nada que afronte os dogmas instituídos ou ultrapasse as linhas vermelhas estabelecidas.
 
 

 
Aquilo que é realmente importante para o futuro do Ocidente - e que os anormais da estirpe do Louis Theroux nunca discutem - são as razões pelas quais manosfera surgiu e porque é que ela tem cativado tantos homens, em especial tantos homens jovens (sem aspas).
 
E as razões, ou melhor a razão é tão simples quanto isto: no Ocidente, deixámos de dizer aos jovens o que se espera deles enquanto homens adultos e, em particular, o que as mulheres esperam deles enquanto homens adultos. Aliás, é muito pior do que isto: deixámos de dizer aos jovens o que se espera deles, para lhes ensinarmos a fazer tudo o contrário do que se espera deles e, em particular, tudo aquilo que causa repulsa visceral às mulheres. A avaliar pelos dizeres da escumalha  mé(r)diática, dos professores universitários, das legiões de psicólogos e de "peritos" em tudo e mais alguma coisa, o homem branco dos nossos dias deve comportar-se como um eunuco efeminado, constantemente a pedir desculpa pelo simples facto de existir, pelos supostos crimes dos seus antepassados, por ser ambicioso e querer ganhar dinheiro, ou descobrir/inventar coisas novas, por ter gostos e interesses próprios. E, como se isto ainda não fosse suficiente, um homem "decente" também tem que ser "sensível", de ter "inteligência emocional", de ser feminista, ambientalista, cosmopolita, liberal, "tolerante" e todas as demais cretinices castradoras que as elites ocidentais(?) lhe impingirem.
 
E é então que surge a manosfera, constituída por todo o género de opinadores, de todas as raças e cores, uns mais e outros menos esclarecidos, mas com uma mensagem mais ou menos transversal que já Maquiavel nos ensinava há 500 anos: aquilo que a sociedade nos ensina é, demasiadas vezes, exactamente o contrário do que devemos fazer para termos uma vida de sucesso. E no que respeita ao que a sociedade nos ensina em relação às mulheres, isto vale a dobrar!
 
Por exemplo, explicar aos homens que aquilo que determina o seu sucesso no mercado sexual tem pouco a ver com aquilo que determina o seu sucesso no mercado laboral é uma afronta ao poder instalado. Para os donos disto tudo, o dever de um homem adulto - sobretudo de um homem adulto branco - é trabalhar arduamente independentemente de tudo o resto, sobretudo da sua felicidade, que as pessoas felizes tendem a ser mais difíceis de controlar. A ideia de um indivíduo aprender a falar devidamente, ter as suas próprias convicções e nunca se contentar com as migalhas que as "elites" lhe dão é uma afronta intolerável. E se, para além disso tudo, esse homem adulto ainda tiver a ousadia de cuidar do seu corpo e de tratar as mulheres como opções - e não como os seres sagrados e superiores que as "elites" querem à viva força que acreditemos que elas são - então, esse homem adulto torna-se automaticamente um alvo a abater, porque o seu sucesso pessoal pode contagiar outros homens adultos, pondo em risco a estabilidade do sistema de que as "elites" dependem para continuar a prosperar.
 
O sucesso dos inimigos do Ocidente depende largamente da continuidade da atomização dos elementos do sexo masculino. Quando os homens começam a falar entre si, a estabelecer contacto uns com os outros em grandes números, começam inevitavelmente a surgir perguntas muito incómodas para as "elites", como por exemplo: Porque é que olhar para o corpo de uma mulher é reprovável? Porque é que convidar uma mulher para tomar um café é assédio? Porque é que a sexualidade feminina é celebrada, enquanto a sexualidade masculina é condenada? Porque é que há espaços exclusivos para as mulheres, quando não pode haver espaços exclusivos só para os homens? Porque é as taxas de fertilidade dos países do Ocidente colapsaram? Porque é que nos disseram para não termos mais filhos a pretexto de salvar o planeta, mas depois importamos milhões de pessoas de países com taxas de fertilidade escandalosamente elevadas? Porque é que expulsámos a maior religião no Ocidente da esfera pública, mas agora fazemos concessões escandalosas ao Islão? Porque é que as figuras anti-ocidentais mais proeminentes tendem a pertencer sobretudo a uma certa etnia? Porque é que o Reino Unido já prendeu mais de 12 mil pessoas só por postas nas redes sociais? Porque é que se ensina literatura de interesse duvidoso nas nossas escolas, como os livros do comuna Saramerda, mas não se ensina o valor da poupança e do investimento, que são aquilo que pode realmente emancipar as pessoas da sua baixa condição social? Porque é que os pulhíticos ocidentais lamentam sempre os valores da abstenção no dia das eleições, mas depois nunca incentivam ao voto no resto do ano? Etc, etc, etc...
 
Muitos dos que criticam a manosfera não parecem ser capazes de compreender esta dinâmica. Não é por acaso que o sistema está a condicionar fortemente o acesso livre às redes sociais, os donos disto tudo não querem que falemos uns com os outros, porque eles sabem que, se falarmos uns com os outros, tenderemos a chegar mais rapidamente à conclusão de que eles nos têm oprimido. E que os seus planos futuros para nós, ocidentais, só podem ser extremamente funestos.
 
É isso, sobretudo, que eles temem e odeiam na manosfera. Porque a manosfera ensina aos homens que é preciso trabalhar, mas não de qualquer forma e feitio. É preciso trabalhar com inteligência, concentrando as nossas energias naquilo que efectivamente tem retorno, naquilo que conduz de facto à nossa prosperidade e que assegura a nossa continuidade - e a continuidade do nosso povo - neste mundo.
 
E é por tudo isto que eu acredito convictamente que, não obstante os seus excessos, a manosfera é uma coisa boa. É a falar que as pessoas se entendem. Só aqueles que temem a verdade é que querem impedir as pessoas de falarem umas com as outras.

terça-feira, 17 de março de 2026

O deputado Bruno Nunes desmonta as falácias em torno das contribuições dos imigrantes para a segurança social


O Alexandre Sousa denuncia o oicofobia patológica do Cláudio Ramos


O Paul Joseph Watson comenta a dualidade de critérios dos neo-inquisidores que condenam veementemente a "manosfera", sem terem palavras equivalentes para a "femisfera"


Sobre o nojo de "documentário" mencionado pelo PJW logo no início do vídeo, eu irei pronunciar-me brevemente aqui no TU(f).

O orwellianismo continua em força na Universidade de Coimbra


Faço notar que a expulsão dos estudantes envolvidos, a efectivar-se, constituirá uma violação grosseira do ponto 2 do artigo 13º da Constituição da República Portuguesa:
 
«Artigo 13.º

Princípio da igualdade 
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.

2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
»

"Jovens" agridem brutalmente enriquecem generosamente um jovem (sem aspas) à porta de uma escola em Massamá


       Mas, é claro, não ouviremos o SOS Racismo, nem sequer os grandessíssimos mé(r)dia pronunciar-se sobre isto... se fosse ao contrário, seria um escândalo nacional. Passaríamos semanas a falar sobre o "racismo institucional da sociedade portuguesa". Mas como se trata do racismo REAL dos "jovens" sobre os jovens, é para assobiar para o lado e talvez falar do Sporting...

Entretanto, nos EUA... estudante vietnamita levado a tribunal por filmar e fotografar mulheres na casa de banho e por debaixo das saias


      Este vídeo curtinho é só para lembrar aos mais "distraídos" que ter formação académica não é o mesmo que ter educação. E, ainda mais importante, que andar a importar asiáticos só por serem estudantes ou investigadores faz tanto sentido como comprar um carro só porque gostamos da cor: o valor de um imigrante para a sociedade de acolhimento nunca pode ser baseado num único critério, por mais que as elites dessa sociedade nos garantam que se trata "do" critério.

segunda-feira, 16 de março de 2026

O André Ventura denuncia a hipocrisia estratosférica dos extremo-esquerdistas que querem banir o Chega da 'Futurália'


...e também anuncia a chamada ao Parlamento do Governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, para explicar a reforma dourada do xuxa Mário Centeno, outrora designado por "Ronaldo das finanças"!

O Alberto Gonçalves malha nos Óscares e na indústria "cinematográfica" dos EUA


Lembrete diário de que o Reino Unido é um estado totalitário...


....e que este poderá muito bem ser o futuro dos portugueses quando a chave móvel digital nos passar a ser exigida para acedermos às redes sociais!

Ainda sobre a presença do Chega na "Futurália": a esquerda e a extrema-esquerda espumam de raiva! 🤣


O Carl Benjamin denuncia uma "psiquiatra" indiana que diz que "as pessoas brancas são psicopáticas"


Mais uma para o pessoal que acha que importar indianos é uma boa ideia desde que esses indianos sejam instruídos...

«Eles comem tudo e não deixam nada...»


sábado, 14 de março de 2026

O sonsinho do Raposinho voltou a bater o seu próprio recorde de indigência mental: «o Chega é machista, pá!!!»


        Quando alguém vos perguntar porque é que as mulheres portuguesas procuram cada vez mais homens de outras paragens, mostrem-lhes este vídeo. Até eu, que sou homem, sinto uma repulsa visceral ao ouvir o Raposinho. Quanto mais uma mulher!!!

sexta-feira, 13 de março de 2026

O André Ventura reage à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa sobre os cartazes das presidenciais


       O Chega anunciou que vai recorrer ao Tribunal Constitucional. Parece-me bem, sempre quero ver até onde vai a hipocrisia dos abrileiros! Liberdade de expressão sem limites para dizer mal dos portugueses, censura pura e dura para quem critica a iminvasão! 🤬
 

Mais uma do Reino Unido... não pensem que isto não vai acabar por chegar cá!


Vai mesmo, a menos que tenhamos a coragem de votar pela mudança!

As novas da Eurábia: o Reino Unido passou a punir a "hostilidade para com a religião islâmica"


        Perguntas sérias para os leitores cristãos deste blogue: alguma vez viram um governo ocidental a punir a "hostilidade para com a religião cristã" nas últimas décadas? Não, pois não? O que é que isso vos diz sobre o rumo do Ocidente? O que é que isso vos diz sobre os dirigentes políticos ocidentais e sobre os líderes cristãos da actualidade? Vão continuar a votar nos descarados PS ou nos sonsos da Ai Dói mesmo que eles decidam criar leis aqui em Portugal semelhantes a esta do Reino Unido?
 
O Alberto também aproveita para denunciar a hipocrisia me(r)diática em torno do atentado falhado de Nova Iorque, tal como eu tinha denunciado há uns dias aqui no TU(f). O vídeo só começa por volta dos 44 segundos.

A Margarida Bentes Penedo e o Pedro Rosário expõem o fanatismo ideológico da extrema-esquerda "lisboeta" e do careca (f)Lopes do Eixo da treta


A "justiça" abrilina é de uma incoerência vergonhosa: o Tribunal da Relação de Lisboa confirma a remoção dos cartazes do André Ventura e diz que o Tribunal "Europeu" dos Direitos do Homem se sobrepõe à Constituição da República Portuguesa!


       Ontem, o Ministério Público arquivou as queixinhas contra os cartazes que o André Ventura colocara nas ruas antes da primeira volta das eleições presidenciais. Mas hoje, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a decisão inicial do Tribunal Cível de Lisboa que ordenou a retirada dos cartazes! A "justiça" abrileira é isto, cada cabeça, sua sentença!
 
«O Tribunal da Relação de Lisboa chumbou esta sexta-feira [13-Mar-2026] o recurso de André Ventura e confirmou a decisão inicial do Tribunal Cível de Lisboa que ordenou a retirada dos cartazes da sua candidatura presidencial que visavam a comunidade cigana.

O líder do Chega e antigo candidato presidencial invocou várias razões no seu recurso contra a decisão de Dezembro, entre as quais o “direito à liberdade de expressão política”, mas o colectivo de juízes da Relação considerou que o exercício desse direito “tem que se harmonizar com outros direitos e interesses de superior ou igual dignidade”, como é o caso “da dignidade da pessoa humana”, que foi atingido.
»

 

É realmente curioso, nunca ouvimos falar da dignidade da pessoa humana” quando as Joaquinas e os Mamakis acusam os portugueses de serem racistas ou quando os brasileiros e os africanos nos exigem reparações por "crimes" de há vários séculos...


«Na decisão de Dezembro da juíza Ana Barão, André Ventura foi condenado a “retirar, no prazo de 24 horas, todos os cartazes que colocou na via pública e nas diversas localidades do país com a menção “os ciganos têm de cumprir a lei – André Ventura presidenciais 2026”.

A juíza condenou ainda Ventura “a abster-se de, no futuro, determinar ou promover, directa ou indirectamente, a afixação de cartazes de teor idêntico ou equivalente”.

Por cada dia de atraso, por cada cartaz que permanecesse na via pública para além do prazo de 24 horas definido pelo tribunal para a retirada, ou por cada novo cartaz que pudesse vir a ser colocado, o líder do Chega teria de pagar uma multa de 2.500 euros, ordenou ainda a sentença.

Agora, perante a contestação do deputado, a Relação considerou que o facto de André Ventura ser político não lhe confere especiais direitos de liberdade de expressão que ultrapassem a Constituição Portuguesa, a Convenção Europeia dos Direitos Humanos ou a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, que proíbem a “discriminação em razão da ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.
»

 

E agora pasmem, caros leitores: o Tribunal da Relação de Lisboa diz que o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem se sobrepõe à Constituição da República Portuguesa! Só que o TEDH nem sequer pertence à União Europeia! Nenhum dos seus membros foi eleito pelos europeus!!!

 

«Apesar de a Constituição não estabelecer hierarquia de direitos (liberdade de expressão e direito ao bom nome ou de não discriminação), o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos definiu que a liberdade de expressão tem restrições, “nomeadamente em virtude da proibição da discriminação, em conjunto com o direito ao respeito pela vida privada”.

Para os juízes, “é também evidente que a mensagem ‘os ciganos têm de cumprir a lei’ é discriminatória”, porque “tem implícita a asserção de que ‘os ciganos não cumprem a lei’, o que tem de ser conjugado com a discriminação negativa de que as comunidades ciganas são alvo na sociedade” portuguesa.
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Portanto, os juízes do TEDH que, volto a sublinhar, nem sequer foram eleitos, é que mandam na boca dos portugueses! Estão acima da Constituição abrileira e tudo!!!

É MENTIRA que os ciganos sejam alvo de  "discriminação negativa" em Portugal! A desconfiança e a má fama dos ciganos entre os portugueses decorre única e exclusivamente do mau comportamento recorrente dos ciganos, não do suposto preconceito dos portugueses!

E mais: nem sequer é certo que a mensagem nos cartazes do Ventura tenha "implícita a asserção de que ‘os ciganos não cumprem a lei"! Quando se diz, por exemplo que "os portugueses têm de cumprir a Lei", não se está a afirmar que os portugueses não cumprem a lei! Está-se apenas a afirmar que há um conjunto de regras que todos os portugueses têm de seguir! Mas quando se troca os portugueses por outra "minoria" qualquer, os juízes 'tugas' insistem logo em ver o que não está lá! Este acórdão do TRL é manifestamente ideológico, não é politicamente isento! Estes juízes são a vergonha e o atraso de Portugal!!!