Totalitarismo Universalista
- versão fofinha, aprovada pela censura xuxo-comuna -
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Petição pela ilegalização do Partido Socialista
E depois do comenteko careca (l)oliveira, foi a vez do comentadeiro careca (f)lopes insultar os portugueses
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
O Tribunal Supremo dos EUA anulou várias das tarifas alfandegárias que tinham sido impostas pelo Presidente Donald Trump
Ou como disse o Presidente Bukele:
É exactamente isto que também aconteceu aqui em Portugal. Fala-se constantemente em separação de poderes, mas os juízes do Tribunal Constitucional protegem sistematicamente a fortaleza de leis iníquas criada pela abrilada, impedindo qualquer reforma ou medida necessária para resgatar Portugal.
O comuna raivoso que odeia Portugal e os portugueses com um fervor doentio voltou a insultar-nos
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
O eunuco gerontófilo que preside à República Francesa deixou finalmente cair a máscara
«A imigração torna tudo melhor...»
Carl Benjamin entrevista Rupert Lowe, líder do recém-criado Restore Britain
Há um novo partido no Reino Unido, chama-se Restore Britain e pretender disputar o eleitorado do Reform UK
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
O Paul Joseph Watson desmascara uma série de anúncios anti-assédio sexual em que a realidade é completamente invertida
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
Mais detalhes sobre o homicídio do jovem nacionalista em França pelos cobardolas terroristas antifa
Por cá, já se sabe, "é só grilos", que os mé(r)dia não se atrevem a tocar nesta história...
O Alexandre Sousa volta a lembrar-nos que muitos dos bebés que estão a nascer em Portugal já não são portugueses
O que vale é que "a natalidade não conta para nada, pá! O que interessa é fechar as fronteiras!!!" 🤪
Aqui o Afonso recomenda vivamente a leitura de «Presidenciais 2026: A vitória que revelou o sistema»
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
Sente saudades de Passos Coelho? Então, tome lá uma bocadinho de Johann Wadephul, enquanto o D. Sebastião da direitinha não volta! 🤪
«A Alemanha pediu esta segunda-feira [16-Fev-2026] aos países europeus, especialmente a França, que adoptem medidas de austeridade que permitam cumprir a meta da NATO de investir 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa.
"Este apelo dirige-se a todos os países europeus. Serão necessárias discussões abertas e sinceras. Quem fala hoje de independência face aos Estados Unidos tem de fazer primeiro os trabalhos de casa", afirmou.
Wadephul rejeitou a emissão de dívida comum para financiar o aumento dos gastos militares, sublinhando que a meta de 5% aprovada na cimeira da NATO em Haia se refere a "prestações nacionais".
O ministro visou directamente o Presidente francês, Emmanuel Macron, que deverá discursar ainda em Fevereiro sobre temas estratégicos. "Quem fala de soberania europeia tem de agir no seu próprio país. Infelizmente, na República Francesa, os esforços têm sido insuficientes", criticou, sugerindo que Paris siga o exemplo de Berlim.
Wadephul defendeu que será necessário enfrentar "debates difíceis" e cortar na despesa social e noutros sectores para garantir a "capacidade de defesa da Europa".
O ministro elogiou ainda a intervenção do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na Conferência de Segurança de Munique, no fim-de-semana. "Sem o guarda-chuva nuclear dos Estados Unidos não somos capazes de nos defender, é a pura realidade", reconheceu.»
Isto podem ser boas ou péssimas notícias. A privação económica tende a fazer crescer os extremos do espectro político. Agora resta saber quem vai ganhar a corrida, se o Nacionalismo, se uma nova metamorfose do Marxismo...
O Alberto Gonçalves comenta o recente discurso do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na Conferência de Segurança de Munique
O grande problema da direitinha...
«Há décadas que sucessivos governos põem e dispõem sobre a família, com a arrogância de quem se considera superior e melhor informado que as famílias, essa instituição que na impossibilidade de substituir há que iluminar, no sentido jacobino do termo.»
Esta análise não está incorrecta: ao aprovar uma lei que impede os menores de aceder às redes sociais, o Estado está, efectivamente, a substituir-se às famílias dos menores.
Mas este problema, sendo grave, é o menor dos problemas que a lei suscita. O grande problema da lei é que todo e qualquer caramelo que queira aceder às redes sociais, menor ou não, vai ter que passar a identificar-se. O grande problema da lei é o controlo abusivo e orwelliano exercido sobre todos os cidadãos a pretexto de proteger alguns.
Dir-me-ão algumas alminhas menos dadas a pensar por si próprias: "mas não é assim nas salas de jogo, nos casinos, nos bares e nas discotecas? Não temos que mostrar a nossa identificação à entrada?" Temos, pois, mas em nenhum desses casos há uma limitação implícita da Liberdade de Expressão das pessoas controladas. Mostrar o cartão de cidadão à porta de uma discoteca não faz com que a pessoa controlada seja impedida de se expressar livremente e, mais importante, seja impedida de vocalizar a sua oposição contra os dirigentes políticos do seu e de outros países.
Mas controlar uma pessoa "à porta" das redes sociais, faz. E é aqui que reside o busílis da questão. Ter de se identificar antes de entrar no Facebook, no Instragram ou aqui no Blogger faz silenciar imediatamente as pessoas que frequentam essas plataformas no que respeita à sua opinião política. A menos, é claro, que essas pessoas só tenham coisas boas a dizer do governo e das elites.
Ao reduzir tudo à família, a Helena Matos comete um erro(?) muito típico da direitinha, que é o de inocentar os políticos de más intenções, em particular de intenções totalitárias. O problema é que essas intenções totalitárias são manifestas e já foram até verbalizadas pelo próprio líder do governo, Luís Montenegro, em ocasiões anteriores.
Cingindo-se apenas ao argumento liberal de que o Estado se está a substituir à família, a Helena falha(?) em denunciar o problema central, que é controlo e a censura estatais em nome do bem-estar dos menores.
O Orwell e o Huxley fazem muita falta. O apreço pelo valor liberdade, em particular pela Liberdade de Expressão, faz ainda mais...



