«Lara, de 8 anos, foi asfixiada até à morte pela madrasta, de 48, em Valpaços. A mulher confessou o crime à Polícia Judiciária e indicou onde estava o corpo da menina.
O crimeterá sidofoi planeado e o objectivo era simular um rapto. O pai de Lara serviu o pequeno-almoço à menina na manhã de quarta-feira [17-Jun-2026] e seguiu para o trabalho. Como era habitual, o autocarro escolar foi buscar a Lara a casa mas a madrasta, que agiu por vingança, chegou primeiro à escola e quando a menina saiu do autocarro fingiu que tinha de a levar a uma consulta médica.
A madrasta levou a menina para uma serra onde deixou o corpo.Terá tapadoTapou a boca da menina com uma das mãos e com a outra agarrou-a na nuca.
A Polícia Judiciária de Vila Real encontrou o corpo da menina junto a uma mochila na serra da Padrela, em Vila Pouca de Aguiar, perto da estrada. Foi o pai da menor que participou o seu desaparecimento no posto da Guarda, pelas 20h30. O caso aconteceu na freguesia de Friões, no concelho de Valpaços, distrito de Vila Real.
A suspeita deverá ser ouvida no tribunal de Chaves esta sexta-feira.
O corpo da menina já está no Instituto de Medicina Legal para ser autopsiado.»
Se esta menina fosse minha filha, eu esperava que a assassina cumprisse pena. Depois, quando ela saísse finalmente da prisão, eu matava-a da forma mais sádica e horrível que conseguisse engendrar! Não há perdão possível para um crime destes. Até porque eu não sou cristão, nem tenho qualquer intenção de seguir um Deus que me obrigaria a perdoar um crime destes.
Não é que não tenha medo das chamas eternas. Mas tenho muito mais medo da injustiça terrena. E suportarei de bom grado todas as dores do Inferno se for lá parar com a minha consciência intacta. Porque o verdadeiro Inferno, para mim, é a perspectiva de vir a morrer sem ter feito o que tinha mesmo de ser feito.
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