terça-feira, 1 de setembro de 2026

A Universidade Federal do Rio de Janeiro retirou o Doutoramento Honoris Causa ao Dr. Oliveira Salazar


         Não se enganem aqueles que não gostam de Salazar: hoje é ele a ser canelado a posteriori, amanhã será qualquer outro que não convenha ao esquerdalho... a partir do momento em que a política passa a nortear as decisões da Academia, ninguém está livre de ser apagado. A Esquerda, ao contrário da direitinha, não tem qualquer pudor em fazê-lo, sempre em nome do "progresso", é claro!


O Alberto Gonçalves arrasa novamente o abominável homem das Neves, o novo José Sócrates da nossa praça


O deputado Bruno Nunes (Chega) denuncia o enorme perigo que o acordo comercial entre a Europa e o Mercosul representa para nossa saúde pública


Chegou a altura de o dizermos sem rodeios: o abominável homem das Neves é o novo José Sócrates e não pode permanecer no poder!


«Helena Matos: Porque se enganam quase sempre os intelectuais?»


         A pergunta é supostamente feita num livro publicado recentemente, sendo que a Helena responde: "os intelectuais enganam-se porque querem e porque acreditam mais no seu ascendente do que na livre iniciativa."
 
Isto é uma forma extremamente benevolente de pôr a coisa. A verdade é muito mais feia: os "intelectuais" "enganam-se" porque são ideólogos, não intelectuais. Um intelectual é, supostamente, alguém que recorre à razão e ao método científico para explicar a realidade e que aceita as evidências independentemente de elas colidirem ou não com as suas convicções pessoais.
 
Ora, a maioria dos "intelectuais" da nossa praça não se encaixa nesta definição. Pelo contrário, eles partem quase sempre das suas próprias conclusões estabelecidas a priori, para depois distorcerem as evidências, muitas vezes de uma forma absolutamente grosseira, numa tentativa desonesta de sustentar essas conclusões. Por outras palavras, eles viciam o método científico, invertendo a ordem entre a formulação da hipótese (passo 3 nesta lista) e a retirada de conclusões (passo 6 nesta lista).
 
Por (de)formação ideológica, os (neo)marxistas são particularmente expeditos nesta "arte" de viciação do método científico, o que explica que haja tantos pseudo-intelectuais de Esquerda armados em cientistas nas nossas universidades e centros de investigação. Mas eu aqui culpo sobretudo a Direita, que continua, ao fim de mais de um século desde que o degenerado do Gramsci preconizou a "hegemonia cultural", incapaz de compreender a necessidade de disputar as instituições capturadas pela Esquerda.
 
 

Mas que grande melão: o Tozé(ro) (in)Seguro promulgou a Lei do Retorno! 😅😂🤣


Repare-se que ele tinha mesmo que aprovar: tendo o Tribunal Constitucional dado luz verde à Lei, se o (in)Seguro a vetasse, o Parlamento voltaria a aprová-la e ele ficaria ainda mais com cara de palhaço! 😂

«O Presidente da República promulgou esta segunda-feira a chamada Lei do Retorno depois de a ter enviado para o Tribunal Constitucional e de os juízes-conselheiros terem considerado que não havia qualquer inconstitucionalidade. António José Seguro justifica, numa nota publicada no site da Presidência, que tinha “fundadas dúvidas” quando fez o pedido de fiscalização, em particular sobre se estava “acautelado o superior interesse da criança e garantida a proporcionalidade da duração da privação da liberdade de cidadãos estrangeiros que não praticaram qualquer crime, por decisão administrativa.”» 



Esta fotografia devia aparecer nos dicionários à frente da expressão "ficar com um melão"! 🤣


O Prof. Miguel Morgado resume o essencial sobre a actuação sonsa do (in)Seguro: 

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Mais um ano, mais um "Carnaval de Notting Hill", mais 169 detenções...


"Circulem, rapazes! Não há nada para ver aqui! Dispersem, por favor!" 🤪 


Indiano "enriquece" um parque aquático algures nos EUA


         É sempre mais emocionante descer um escorrega aquático fechado (coberto) com um indiano parado à nossa espera a meio do caminho, prontinho para abusar de nós sexualmente nos enriquecer! Mais uma prova de que "a diversidade é a nossa força"! 🤪
 

O Alberto Gonçalves denuncia o novo instituto neomarxista do xuxa Miguel Costa Matos, outro radicalzinho de Esquerda que quer mandar nisto tudo


O programa só começa por volta dos 50 segundos do vídeo.


O comentadeiro imigracionista desavergonhado Careca (f)Lopes voltou a dar um ar sua desgraça


domingo, 30 de agosto de 2026

Nathan Cofnas, o homem que desmascarou o Professor de Cambridge intrujão "jovem" que dava pelo nome de Jason Arday, atreveu-se a falar em diferenças raciais ao (((Constantino)))! 😂




Actualização: o Durius alertou-me para o facto de que o Prof. Cofnas, afinal, também é um (((Cofnas))). Portanto, caros leitores, talvez isto tudo não passe de uma encenação por parte do (((Constantino))). Seja como for, não deixa de ser positivo que até mesmo (((eles))) se vejam obrigados a falar sobre este tema.

Sobre o 'NÃO' da Islândia a retomar as negociações sobre a adesão à UE


         Tenho de vos confessar, caros leitores: neste momento, eu estou roído de inveja dos islandeses! Viver em Portugal, um país onde praticamente toda a gente lambe o traseiro à UE, e depois ver a Islândia, um país onde as pessoas são suficientemente civilizadas para perceberam o MONSTRO que a UE é neste momento, é como viver numa cabana de palha e depois ver um palácio real.

A única coisa preocupante é que o 'NÃO' venceu por uma margem relativamente reduzida:


«Os dados finais da contagem de votos dão a vitória ao “não” no referendo ao regresso às negociações para a adesão à União Europeia. A meio da manhã deste domingo, já com contagem fechada na região sudoeste do país (a última a fechar as contas), os islandeses rejeitaram Bruxelas: 52,8% dos votos no referendo foram para o “não”, contra 47,2% para o “sim”.

Este sábado
[29-Ago-2026], a Islândia votava pela retoma ou não das negociações de adesão à União Europeia, suspensas há 11 anos. As urnas encerraram pelas 22h locais, 23h em Portugal continental.»

 

Volto a sublinhar: o problema aqui não é a UE enquanto ideia de união política entre os países da Europa. O problema é que este modelo de UE a que pertencemos, mediante o qual tudo é decidido por um pequeno grupo de burocratas que não são eleitos directamente pelos cidadãos europeus, a Comissão Europeia, é um projecto de natureza globalista. Poder-se-á dizer até, se olharmos para as medidas orwellianas que foram aprovas recentemente, como o chat control , a rejeição da petição contra a imigração e a imposição do marxismo cultural aos europeus, um projecto de natureza totalitária!


O Alexandre Sousa comenta as estatísticas da criminalidade na Alemanha...


         De referir que o Alexandre não pode fazer comentários semelhantes para o caso da criminalidade em Portugal, porque os (des)governos do centrão abrilão insistem em manter essas estatísticas escondidas. O povo português, permanentemente anestesiado pelo futebol, pelas telenovelas e por outras distracções tão ou mais destrutivas, também não exige a sua divulgação, portanto...
 

Entretanto, algures no Reino Unido...


Afinal, é mesmo verdade! "Eles vêm fazer o que nós não queremos!" 🤪
 

sábado, 29 de agosto de 2026

Os alunos estrangeiros nas escolas portuguesas aumentaram 283%!


Saliente-se que esta percentagem só inclui aqueles que (ainda) não têm a nacionalidade portuguesa! Há outros tantos que, sendo estrangeiros de facto, já contam como portugueses!
 

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Não sei se repararam, mas o Alexandre Sousa foi censurado


        Mais uma vez, constata-se que o lóbi LGBT tem uma força colossal no YouTube (e na sociedade em geral). O vídeo que o Alexandre Sousa tinha feito anteontem a criticar as declarações do alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, feitas a pedido do Bloco de Esterco, foi removido por "violação dos termos de utilização".

Ora, o Alexandre tinha-se limitado a citar as declarações da criatura e a denunciar as suas ligações à extrema-esquerda. Não discriminou ninguém, não apelou à violência contra ninguém, nem sequer abordou a ideologia de "género" propriamente dita, muito menos condenou o transsexualismo.

Estamos perante mais um caso de censura que tem de ficar devidamente registado: a extrema-esquerda continua a de ter um poder desmesurado sobre a sociedade e, a seu tempo, terá de pagar o preço devido por todo o silenciamento que nos impõe. Ninguém tinha o direito de apagar o vídeo do Alexandre, tal como ninguém tinha o direito de apagar os SEIS vídeos que, ao longo dos anos, foram ou removidos, ou fortemente restringidos na minha conta do YouTube.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Maravilhas da globalização: a malária matou duas pessoas... na Alemanha!


Parece que os mosquitos africanos decidiram imitar os hominídeos e vir para a Europa! 🤪 

«As autoridades de saúde pública alemãs confirmaram, na quarta-feira [26-Ago-2026], a morte de dois dos funcionários do Aeroporto de Frankfurt que haviam contraído malária. O raro surto infectou ainda outros quatro trabalhadores, avança a BBC.

Os seis homens desempenhavam funções diferentes em várias partes do aeroporto mais frequentado da Alemanha. As autoridades acreditam que os mosquitos terão chegado ao país num avião, tendo o surto sido detectado em Julho.

A primeira morte, que já tinha sido noticiada, terá ocorrido em 
Julho e as causas não foram identificadas imediatamente. A segunda morte ocorreu já neste mês de Agosto, indica a agência de notícias alemã DPA, citada pelo jornal DW. Esta quarta-feira [26-Ago-2026], as autoridades de saúde pública acabaram por confirmar os dois óbitos. “O risco é considerado muito, muito baixo para a população de Frankfurt. A doença não é transmissível de pessoa para pessoa e é sempre passada por mosquitos”, lê-se no comunicado das autoridades de saúde pública. 

Os casos de malária verificados na Alemanha são quase todos referentes a passageiros provenientes de zonas afectadas por epidemias do vírus, [sendo] a transmissão de malária em aeroportos rara. 

O último caso de malária detectada em aeroportos também foi registado no Aeroporto de Frankfurt, em 2023.»

 

A única parte realmente triste desta história é que nenhum dos mortos era um globalista ocidental. Se há gente que merecia uma morte destas, são eles!

O Prof. Miguel Morgado denuncia a ingerência da ONU na questão dos transcoisos e aponta a hipocrisia do Carlos Guimarães Pinto (IL); logo a seguir, a deputada Cristina Rodrigues (Chega) corrige o libertino iélico e pega-se com a sonsa da "moderadora"


Para quem não estiver ao corrente das declarações do alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, feitas a pedido do Bloco de Esterco, eu fiz uma posta sobre isso ontem

Em Lisboa, um gangue de motoqueiros "sul-americanos" conhecido como o "Gangue do Rolex" assaltou um português que lhes deu troco, matando um dos "seres humanos como nós"... e agora corre o sério risco de ir para a prisão!


       Um 'muito obrigado!' ao Durius por nos ter trazido aqui esta notícia ilustrativa do processo de terceiro-mundização em curso em Portugal. Chamo a atenção para a forma escandalosamente marxista como foi redigida a notícia: começa-se por referir a morte do assaltante, em vez do assalto em si, para a seguir referir o "avultado património" da vítima, quase como que a dar a entender que ela merecia ser assaltada, que estava mesmo a pedi-las por ter tanto dinheiro!


«Um homem suspeito de participar num roubo de relógios de luxo morreu ontem, terça-feira, 25 de Agosto, após a mota em que seguia ter embatido na viatura da vítima do assalto, na Avenida de Berlim, em Lisboa.

O ladrão pertencia, alegadamente, ao já conhecido gangue do Rolex e o homem assaltado será dono de "avultado património imobiliário".

O subcomissário Rúben Neves, porta-voz da Polícia de Segurança Pública (PSP), confirmou que a morte ocorreu no contexto de um roubo de dois relógios de luxo e de um fio de ouro, avaliados em 100 mil euros, levado a cabo por quatro pessoas em dois motociclos.

Um dos motociclos embateu na viatura da vítima do assalto numa tentativa de a obrigar a parar, tendo depois surgido uma segunda mota, cujos ocupantes exibiram uma arma de fogo, sem que tenham sido efectuados disparos.

"Após o roubo, o condutor da viatura perseguiu as motos tendo batido numa delas. Após o despiste dessa moto, o passageiro cai e fica inanimado. Viria a morrer no local", relatou Rúben Neves, acrescentando que o condutor da mota sinistrada acabou por fugir do local, assim como os ocupantes do segundo motociclo.

O caso foi entregue, entretanto, à Polícia Judiciária (PJ), que esteve no local a realizar perícias.
»

 

Ora, nojo dos nojos, os grandessíssimos mé(r)dia 'tugas' (não confundir com portugueses, que isso é outro campeonato), logo se apressaram a "alertar" que a vítima portuguesa tem uma grande probabilidade de ir para à prisão, não vão outros portugueses começar a fazer aos criminosos "sul-americanos" (e outros) o que este português fez ao "Gangue do Rolex":


«Alguém é vítima de um assalto e, em alguns minutos, transforma-se no principal suspeito de outro crime. Depois de ser alvo de um roubo com uma faca e uma arma de fogo, a vítima começa uma perseguição que acaba com a morte do assaltante, após uma queda de mota. 
Mas o que se segue agora para o condutor que reagiu ao roubo? O Observador falou com dois advogados para esclarecer que consequências jurídicas arrisca o condutor que decidiu perseguir os seus assaltantes. 
Sempre que há uma morte por causa não natural, a instauração de um inquérito criminal é inevitável. Embora neste caso, segundo o penalista Paulo Saragoça da Matta, não existam dúvidas de que o condutor cometeu um crime, há muitos factos por apurar. “Houve um crime praticado pelo motorista do automóvel, disso não há nenhuma dúvida”, afirma o penalista ao Observador. 
Mas o mesmo advogado adverte que é preciso perceber se a acção da vítima do assalto “está ‘coberta’ e é considerada não punível por força da legítima defesa, se é punível com uma pena leve ou se merece punição nos termos gerais de um homicídio doloso”. 
Por sua vez, o penalista Paulo Sá e Cunha sublinha que, “em princípio, não há grandes alternativas”, situando o caso entre o “homicídio negligente” e o “homicídio doloso”. A diferença entre ambos — cujas penas variam entre 3 e 5 anos (com possibilidade de pena suspensa) no primeiro caso, e sobem para um intervalo entre os 8 e os 16 anos, no caso de homicídio simples (onde a pena suspensa já não é opção) — reside na intenção, ou seja, no eventual dolo. 
“Uma coisa é a perseguição estar a ser feita para passar por cima dele. Outra coisa é uma perseguição em que ele [a vítima do assalto], quando se aproxima, dá um pequeno toque na mota”, explica Saragoça da Matta. “Esta é a diferença total, porque é a diferença entre um homicídio negligente e um homicídio doloso, com aquele chamado dolo eventual ou até mesmo necessário”.»

 

Portanto, se vocês algum dia forem assaltados, caros leitores, só terão três hipóteses: (1) não fazer nada, que é exactamente aquilo que os estafermos que redigiram as nossas "leis" querem que vocês façam; (2) reagir contra os assaltantes e arriscar ir vários anos para a prisão, onde encontrarão muitos outros criminosos como aqueles que vos assaltaram; (3) reagir contra os assaltantes e depois eliminar todas as provas da vossa reacção, algo extremamente difícil, senão mesmo impossível nas circunstâncias deste assalto em Lisboa em concreto... mas que, quando possível, será a única forma de fazer justiça de facto neste país parido pela abrilada.

Não pensem que estou a exagerar: em Março do ano passado, o Supremo Tribunal de Justiça confirmou uma pena de 8 anos de prisão a um homem da Moita de 60 anos que matou um ladrão com uma única paulada na cabeça. Os juízes consideraram a acção "desproporcional".

Já há quatro anos, em Felgueiras, o dono de um café local foi condenado 5 anos de prisão com pena suspensa e a pagar 30 mil euros a um assaltante por ter usado uma arma de fogo para o travar. Também aqui os juízes entenderam que dar um balázio a um ladrão era "desproporcional".

Resumindo e concluindo: a justiça é o reflexo do poder político que, por sua vez, é o reflexo da sociedade. Quando se elege recorrentemente partidos que colocam os "direitos humanos" dos criminosos acima do direito à defesa das vítimas, o resultado é um país onde os criminosos podem actuar com cada vez mais impunidade, com as vítimas que ousarem defender-se a serem tratadas como criminosas.