sábado, 20 de junho de 2026

Vou traduzir o relatório independente sobre os gangues de violadores do Reino Unido e publicá-lo na íntegra aqui no TU(f)


Começo pelo prefácio escrito pelo seu principal autor e impulsionador, o líder do partido Restore Britain, Rupert Lowe (página 3 do documento original). Os meus comentários aparecerão a cor verde, como já é habitual neste blogue.

 

Prefácio

A [Grã-]Bretanha não tem um problema de racismo, tem um problema de imigração. 

Rupert Lowe

 

Tal como muitos britânicos decentes e trabalhadores, eu desconhecia a enorme dimensão da maldade que foi, e continua a ser, perpetrada por homens, principalmente muçulmanos paquistaneses, contra jovens mulheres e meninas brancas vulneráveis ​​nas comunidades de todo o país. Mas uma única transcrição judicial de um destes casos horríveis — amplificada por Elon Musk no início do ano passado — deu início a um há muito esperado ajuste de contas nacional sobre o assunto, que inspirou mais de 20 mil patriotas britânicos a ajudar a financiar o nosso Grande Inquérito sobre os gangues de violadores. O que se segue [este documento] é um relatório abrangente das suas conclusões. É essencial que todos os documentos judiciais relacionados sejam preservados em segurança, tanto por razões legais como históricas.

Estou grato a todos os membros da minha equipa que contribuíram para denunciar este capítulo demoníaco da história britânica. A combinação do medo paralisante das acusações de "racismo" e a corrida aos votos das subculturas estrangeiras importadas permitiu que o mal puro se metastizasse. E o terrível sofrimento ainda não terminou. A causa principal foi a imigração, começando com a Lei da Nacionalidade Britânica de 1948 e intensificando-se sob o governo de Tony Blair a partir de 1997. Acreditando que as nações orgulhosas [no sentido nacionalista, i.e., orgulhosas de si e da sua história] eram responsáveis ​​pela destruição da Europa em meados do século XX, os nossos líderes do pós-guerra abraçaram a diversidade e o multiculturalismo como a alternativa supostamente civilizada. Este relatório estabelece, sem sombra de dúvida, que esta obsessão por uma "sociedade aberta" possibilitou, na verdade, uma barbárie sem precedentes. Água e azeite não se misturam. E as diferenças culturais, que remontam a séculos, são a génese deste problema.

Exorto todos os britânicos a lerem este relatório na íntegra [e eu exorto todos os portugueses, porque o que aconteceu no Reino Unido pode muito bem acontecer em Portugal, se é que não está a acontecer já]. É preciso aprender com os erros do passado e é necessário que sejam instaurados processos judiciais pela terrível cobardia daqueles que se recusaram a resistir a tais horrores. As penas mais severas possíveis, incluindo a pena de morte, devem ser aplicadas àqueles que ainda não foram devidamente punidos, ou sequer punidos, pelos seus crimes abjectos e inenarráveis.

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