segunda-feira, 1 de junho de 2026

Em 2025, 40% dos bebés nascidos no Reino Unido eram filhos de pais imigrantes!


      Pensem bem no que isto significa, caros leitores: estes 40% são apenas os bebés filhos de pais estrangeiros! Depois ainda há muitos mais bebés que são filhos de "ingleses", i.e., de imigrantes naturalizados ou descendentes de imigrantes, pelo que a percentagem de bebés não-brancos nascidos no Reino Unido deverá ser muito, mas muito maior do que isto!

No vídeo em baixo, que até é bastante bom, os comentadores falam em "efeito de dominó" para explicar as consequências do declínio da natalidade, mas eu acho que essa analogia peca por defeito. Numa fila de dominós, cada dominó cai sucessivamente, de uma forma aproximadamente linear, mesmo que a velocidade a que cada dominó vai caindo tenda a acelerar. Mas o fenómeno demográfico a que estamos a assistir é exponencial, não é linear! A cada bebé branco que fica por nascer, perdemos também TODA a sua descendência (filhos, netos, bisnetos, etc.)... e, concomitantemente, a cada bebé não-branco que nasce, "ganhamos" também TODA a sua descendência, pelo que o fenómeno é multiplicativo a cada geração. Parece-me, por isso, que a analogia mais correcta será um "efeito de bola de neve" e não um "efeito de dominó". Bem sei que uma bola de neve cresce cubicamente (i.e., à razão cúbica), não exponencialmente, mas vocês percebem o que eu quero dizer: o processo tende a acelerar com o tempo, tal como a bola de neve tende a ganhar cada vez mais massa à medida que rola pela encosta abaixo.
 
Não pretendo ser pedante com esta conversa, apenas sublinhar que a realidade é muito, mas muito pior do que um simples processo de extinção demográfica linear, em que a cada geração perdemos apenas um bocadinho de terreno. O processo é mesmo exponencial! A cada geração, o declínio demográfico acelera cada vez mais em relação à geração anterior, com o bocadinho de terreno cedido a tornar-se cada vez maior, ano após ano. É por isso que o tempo urge!
 

Um excelente exemplo de como o PS e o PSD se apropriaram do país: entre prendas e prendinhas, favores e desfavores, cunhas e rodriguinhos, tachos e panelinhas, o polvo fortalece-se e enraíza-se nas instituições com o dinheiro dos nossos impostos


Mais uma para os defensores da UE - desta UE, em que a Comissão Europeia manda - tentarem justificar (6)


        A "Comissão Europeia" que é mencionada neste vídeo não é a Comissão Europeia da UE (da Úrsula von der Lies), mas sim Comissão Europeia do Conselho da Europa (do Alain Berset, aposto que a maior parte dos leitores deste blogue nem sabe quem ele é). É que os cabrões do Conselho da Europa são tão desonestos, mas tão desonestos, que até adoptaram as mesmas designações dos órgãos da UE, para além de usarem a bandeira da UE sem pertencerem à UE. A estratégia deles parece ser mesmo semear a confusão nos eleitores europeus que, na sua esmagadora maioria, não têm tempo nem interesse para se inteirar das diferenças entre as duas organizações, União Europeia e Conselho da Europa (≠ Conselho Europeu).
 
E o que é facto é que a União Europeia, em tantas décadas de existência, nunca se demarcou devida e claramente do Conselho da Europa, o que diz muito das suas verdadeiras intenções. O silêncio é cúmplice, como se costuma dizer (e daí o título desta posta).
 
Escrevo isto porque, como mencionei acima, a entidade responsável pelo relatório mencionado no vídeo é a "Comissão Europeia contra o racismo e a intolerância", um tentáculo do Conselho da Europa, e não a União Europeia. Esta "comissão" globalista tem publicado vários relatórios a denunciar o "discurso de ódio®" na Europa, o mais recente dos quais foi publicado no passado dia 28 de Maio de 2026, relativo ao ano de 2025. O relatório que o Miguel mostra no vídeo é de Junho de 2025, não sendo o mais recente. Mas o vídeo não deixa de ser 100% pertinente.