quarta-feira, 24 de junho de 2026

As novas do Afrogal


       O segundo vídeo (mais abaixo) confirma uma velha previsão que eu tenho feito ao longo dos anos: a conversa do colonialismo e das "reparações" vai servir cada vez mais de pretexto para os "jovens" abusarem dos portugueses.
 
É por isso que o revisionismo histórico de Esquerda não é apenas uma monstruosidade anticientífica, mas sobretudo criminosa, porque legitima a agressão dos negros aos brancos do presente como retribuição por supostos crimes do passado longínquo.
 

6 comentários:

Durius disse...

No outro dia fui a Setubal, completamente iminvadida por "jovens" e venho num comboio da fertagus de volta para Lisboa e aparecem uns 7 ou 8 deles, todos deviam ter menos de 18 anos, e metem a musica aos berros e começam todos a cantar. Por acaso a maioria ate era mulher e a musica era daquelas brasileiras de amor, mas aquilo foi tao cringe e tao diferente da nossa cultura, mas o mais engraçado é que me pareceu muito intuitivo da parte deles, que é aquilo que ja digo ha muito tempo, isto faz parte do caracter natural deles, a parte do ritmo e mostrar as emoções ao mundo, algo que nos nao fazemos ate porque para sobrevivermos nos tivemos que nos conter e aprender a viver em comunidade, ja eles...

Afonso de Portugal disse...

Acabei de publicar um vídeo do PJW que mostra que, em vários países da Europa, os revisores dos transportes públicos já nem pedem os bilhetes aos passageiros "diversos", para não causar problemas!

Somos oficialmente cidadãos de segunda categoria nos nossos próprios países. E, pelo andar da carruagem, um dia teremos que lhes ceder os nossos lugares quando eles não tiverem onde se sentar...

Nos tempos do Al-Andaluz, os cavaleiros não-muçulmanos eram obrigados a desmontar sempre que se cruzavam com um muçulmano. Quem não o fizesse era multado, numa primeira instância, e depois preso, se reincidisse.

Durius disse...

"Nos tempos do Al-Andaluz, os cavaleiros não-muçulmanos eram obrigados a desmontar sempre que se cruzavam com um muçulmano. Quem não o fizesse era multado, numa primeira instância, e depois preso, se reincidisse."

Isso antecedeu a reconquista.

Aqui vai ser igual, tenho boas esperanças.

Afonso de Portugal disse...

Espero sinceramente que tenhas razão!

Durius disse...

Eu por acaso acho que os indicadores da reconquista começam a aparecer, noto a mudança de atitude das pessoas etc... e isso é meio caminho andado.

Ainda hoje tava a falar com um gajo na empresa, ele com 40 e tal anos, a dizer que o Costa merecia pagar pelo que fez, ao que eu lhe disse que Deus cobra sempre, hoje ou amanha ahahah.

Mas vejo que a atitude contra a qual eu lutava ha 20+ anos, esta aos poucos a se desfazer, e isso mostra que nos vamos ganhar. Mas é preciso paciencia, e isso é algo dificil de ter.

Eu identifico isso com o que me aconteceu na vida, sabes que para eu ter a maioria das coisas que conquistei tive que trabalhar, ver a montanha a frente, acreditar e com suor e lágrimas e muitas noites ao claro conseguir. Neste momento estou a fazer 3 projetos a longo prazo em áreas diferentes, nao comercieias, mas que alimentam esta sede de conquista com que eu felizmente nasci. Posso nunca ter sido o mais atletico, inteligente, bonito, alto etc... mas fui muito consistente, persistente e trabalhei duro pa conquistar o que conquistei. O mesmo vai acontecer com os europeus, nos vamos conquistar so que vai demorar e ser dificil. Basta pensares numa coisa, se nao ganharmos é porque nao merecemos, mas tu consegues ver isso? eu nao? por mais (((amigos))) que tenhamos contra eu sei que o nosso espirito é indomavel e no final vamos ganhar.

Afonso de Portugal disse...

«noto a mudança de atitude das pessoas etc.»

Na malta mais nova, claramente. Mas na malta mais velha, nem por isso. Ainda ontem fiz com que o blogue (Im)Pertinencias fechasse os comentários. Não foi de propósito, simplesmente respondi à letra tanto ao dono do blogue e a outro comentador que andava lá a defender a imigração em números do indiano Costa. A malta mais velha está tão convencida da superioridade do seu argumentário pretensamente científico (i.e. os imigrantes vêm pagar as nossas reformas e manter abertas as nossas empresas) que não aceita o contraditório.


«vejo que a atitude contra a qual eu lutava ha 20+ anos, esta aos poucos a se desfazer, e isso mostra que nos vamos ganhar»

Fico muito contente, porque eu tenho de confessar que ainda não vejo isso. É certo que, há 20 anos, praticamente ninguém admitia um comentário que fosse contra a imigração. Era logo racismo, intolerância, primarismo… mas a malta dos 50 anos para cima ainda está, no geral, muito presa ao PS e ao PSD e, sobretudo, à “visão” do mundo sem fronteiras.


«fui muito consistente, persistente e trabalhei duro pa conquistar o que conquistei»

Fico contente por ti. A consistência nunca foi o meu forte, tenho períodos de rendimento muito elevado, mas tenho outros em que nada me parece correr bem.


«Basta pensares numa coisa, se nao ganharmos é porque nao merecemos, mas tu consegues ver isso?»

Há uma coisa que noto em mim próprio, começo a ter aquela mentalidade de que já não temos nada a perder. E os vídeos que tenho visto ultimamente, sobretudo do Reino Unido (Richard the Fourth, Sargon of Akkad, etc.) dão-me a sensação de que há muita malta pela Europa fora a sentir o mesmo. Eu ando com uma raiva tão grande aos globalistas que às vezes até tenho de parar um bocado e falar comigo próprio racionalmente, se é que me faço entender, convencer-me a manter a calma.

Mas está a ficar difícil. Tenho momentos em fico mesmo convencido de que nos vão roubar o país e fazer de nós cidadãos de segunda categoria. E, nessas alturas, vejo-me capaz de tudo!