terça-feira, 20 de janeiro de 2026

A melhor parte de o André Ventura ter passado à segunda volta...


...é que agora estamos a ver finalmente a verdadeira face da direitinha do sistema:


Pedro Duarte, presidente da Câmara do Porto (PSD), votará em Seguro na segunda volta 

Rui Moreira anuncia voto em Seguro na segunda volta
Poiares Maduro (PSD) apoia Seguro na segunda volta. "Nos aspectos fundamentais do regime político, estou mais próximo de Seguro do que de Ventura"
José Eduardo Martins (PSD) e António Capucho (PSD) anunciam voto em Seguro

José Pacheco Pereira (PSD) votará em "socialista mole" Seguro
Mário Amorim Lopes (IL) e José Miguel Júdice (PSD) apoiam António José Seguro
Rodrigo Saraiva da Iniciativa Liberal anuncia apoio a Seguro
Carlos Guimarães Pinto (IL): “Vou votar em Seguro"
Cecília Meireles (CDS) declara voto em Seguro na segunda volta
Francisco Rodrigues dos Santos, ex-líder do CDS, assume que estará com Seguro na 2.ª volta

 

Tudo isto só no último dia e meio, quando ainda nem sequer passaram 48 h desde as eleições! Se alguém ainda tinha dúvidas, aqui está a verdade nua e crua: os direitinhas apoiam Seguro, tal como apoiaram o Merdama, a Hilária, o Bidé e a Kamela!

No que toca à imigração, os partidos da direitinha querem mais, não menos! E apoiarão sempre o candidato que for mais pró-imigração contra o candidato que for mais anti-imigração!

domingo, 18 de janeiro de 2026

Primeiras impressões sobre as Presidenciais de 2026


       À hora a que escrevo esta posta, os resultados relativos ao território português já estão todos contados, sendo que falta apurar apenas 12 consulados, pelo que os resultados finais já não devem diferir muito disto:

 


Tenho muito a dizer sobre estes resultados, mas já não vai dar para ser hoje, que amanhã vou ter de me levantar muito cedo.

Faço notar apenas o seguinte: aqueles que previam o fim do PS devem pôr bem os olhos nos números destas eleições. Um candidato amorfo, sem carisma nenhum e com uma conversa tão superficial e sonsa que é digna de uma candidata a Miss Portugal, teve mais do que o triplo dos votos que a Ana Gomes tinha tido em 2021! 

Já há muito que eu venho a avisar: o PS nunca, mas nunca pode ser subestimado. É a organização partidária mais poderosa de Portugal e aquela que, infelizmente, continua a cativar a maior fatia do eleitorado, mesmo que esse eleitorado possa oscilar de eleição para eleição.

E o mesmo é válido para outros neomarxismos... tenho ouvido muita gente ingénua a vaticinar o fim do wokismo, mas o wokismo nunca acabará, apenas se metamorfoseará. Só quem não percebe nada de marxismo é que pode pensar o contrário. Os marxistas nunca desistem, eles lutam até ao último suspiro. E nós temos de nos convencer que a luta contra eles é eterna, é a luta do Bem contra o Mal, pelo que nunca poderemos dar-nos ao luxo de baixar os braços, nem dar nenhuma vitória como definitiva.

Mais umas bacoradas por parte do Cardeal Patriarca de Lisboa


Pasmem, caros leitores, que isto que transcrevo a seguir foi dito por um Cardeal da ICAR, não por um padreco qualquer: 

«A presença de muitos imigrantes de outras religiões não diminui o cariz cristão e católico dos valores morais da sociedade portuguesa, porque essa tal matriz a que se refere está no coração das pessoas»

 

Leram bem? Haver "muitos imigrantes de outras religiões" não afecta em nada o cristianismo, pá! Mas mesmo nada, hem!!! Enquanto houver um português cristão, o cristianismo vingará! 🤪 Pelo visto, o declínio da ICAR é tão grande, que agora até temos cardeais que nem sequer compreendem matemática básica! 🤦‍♂️


Presidenciais 2026: uma boa notícia, pelo menos, para já... (2)


Actualização da tabela da posta anterior com o valor da afluência às 16 h:

   

Presidenciais 2026: uma boa notícia, pelo menos, para já...


A afluência até às 12 h foi a maior dos últimos 20 anos:


Resta saber se ainda o continuará a ser depois de as urnas fecharem...

sábado, 17 de janeiro de 2026

Mais uma eleições, mais um "dia de reflexão"...


       Pois é, caros leitores, o tempo voa... amanhã será, novamente, dia de eleições. Desta feita, de eleições presidenciais. Diz a Lei Eleitoral abrilina... eeer... perdão, portuguesa que, entre hoje e amanhã até às 19h00, “não podem ser transmitidas notícias, reportagens ou entrevistas que de qualquer modo possam ser entendidas como favorecendo ou prejudicando um concorrente às eleições em detrimento ou vantagem de outro”.  

A mesma Lei acrescenta que “toda a actividade passível de influenciar, ainda que indirectamente, os eleitores quanto ao sentido de voto, bem como a exibição, junto das mesas de voto, de símbolos, siglas, sinais, distintivos ou autocolantes de quaisquer listas estão proibidas”.

A pena para os incumpridores pode chegar aos seis meses de prisão... e como agora prisões estão cheias de "jovens", meio-"jovens" e afins, eu vou optar pela preservação do último troço do meu aparelho digestivo - que, aliás, já sofreu o suficiente durante a época de Natal e fim de ano recentes -, e vou fazer apenas aquilo que faço sempre em véspera de eleições: apelar ao voto, i.e., à comparência dos leitores do TU(f) nas urnas.

Porquê, então, votar amanhã?

Desde logo e como eu tenho repetido constantemente ao longo dos anos, porque não votar é votar por omissão. Quando nós não votamos, há sempre muitas outras pessoas que votam. E, votando elas e não nós, são elas - e só elas - quem acaba por decidir o nosso destino colectivo.

Perante este argumento, há quem contraponha, ignorantemente: "ah, mas se houver muita gente a não votar, as eleições ficam postas em causa, pá"! Ficam? Como é que ficam, se a Constituição abrilina... ai, perdão, portuguesa é absolutamente clara a esse respeito? Ora, reparem:


Constituição da República Portuguesa

Artigo 152.º
Representação política
1. A lei não pode estabelecer limites à conversão dos votos em mandatos por exigência de uma percentagem de votos nacional mínima.

Traduzido para totós: quer votem 10 milhões de eleitores, quer votem apenas 10 pessoas, as eleições serão sempre consideradas válidas. SEMPRE! Metam isto nas vossas cabecinhas ocas e analfabrutas de uma vez por todas: apelar à abstenção é apelar à vitória de quem for votar! É dar o ouro todo ao bandido e ainda se congratular por isso!
 
Isto significa que quem não vota, consente. E, nesse sentido, repito novamemnte, não votar é votar por omissão. Os abstencionistas bem podem protestar, espernear e choramingar à vontade, porque a verdade é só uma: quem não vota, é tão responsável pela eleição dos pulhíticos como quem vota neles. Dizer o contrário é como dizer que um tipo que nunca fala com as mulheres merece ter uma namorada toda boazona. Ou que um tipo que não tem trabalho e que nem sequer anda à procura emprego merece ser promovido a chefe de secção. Não se pode renunciar a participar nos processos necessários para se atingir determinados fins e depois reivindicar direitos sobre esses fins. Não há um pingo de seriedade nas pessoas que agem desta forma!

E o que é válido para a abstenção também serve para os votos brancos/nulos, conforme esclarece a Comissão Nacional de Eleições:
 
   «O que é um voto em branco?
 
    É aquele cujo boletim não contenha qualquer marca ou sinal.
 

     O que é um voto nulo?
 
    É aquele em cujo boletim de voto:

       - Tenha sido assinalado mais de um quadrado;
       - Haja dúvidas sobre qual o quadrado assinalado;
       - Tenha sido assinalado o quadrado correspondente a uma candidatura que tenha sido rejeitada;
          ou desistido das eleições;
       - Tenha sido feito qualquer corte, desenho ou rasura;
       - Tenha sido escrita qualquer palavra.

O que acontece se numa eleição os votos brancos e/ou nulos forem superiores aos votos nas candidaturas?

Os votos em branco, bem como os votos nulos, não sendo votos validamente expressos, não têm influência no apuramento do número de votos obtidos por cada candidatura e na sua conversão em mandatos.

Ainda que o número de votos em branco ou nulos seja maioritário, a eleição é válida e os mandatos apurados tendo em conta os votos validamente expressos nas candidaturas.
»

...Ou seja, mais uma vez: votar branco/nulo é, na prática, votar por omissão!
 
Quem não vota ou vota branco/nulo, consente. Bem podem os iludidos e os que votam branco/nulo protestar que "não consentem coisa nenhuma" e que "só não alinham na palhaçada democrática" porque, na prática, consentem e alinham de bom grado: os votos não apurados não representam nada de concreto, nenhuma posição ou tendência política em particular. Nem poderiam representar nada, porque não há forma legítima de atribuir intenções a quem não vai votar, muito menos a um voto branco/nulo. Há uma multiplicidade de motivações possíveis para se abster ou votar branco/nulo, pelo que ninguém pode atribuir a esses "não-votos" um significado particular. Não adianta insistir no contrário, porque as coisas só têm valor quando têm efeitos práticos e a abstenção/brancos/nulos não têm efeito prático nenhum. Não causam, nem poderão alguma vez causar qualquer mossa aos partidos que não queremos ver no poder. Pelo contrário, até os favorecem, porque quanto menos votos contra eles houver, maior será a sua percentagem relativa no resultado final do sufrágio. Por isso, deixem de sonhar acordados: não vai haver nenhuma revolução ou mudança radical de regime só por causa da abstenção ou dos votos brancos/nulos; tal coisa nunca aconteceu no mundo civilizado, pelo que muito dificilmente vai acontecer aqui em Portugal, onde nunca nada acontece primeiro.

É preciso lembrar ainda que não se vota apenas para escolher um determinado candidato, vota-se também para impedir ou para mitigar a hegemonia dos outros partidos/candidatos. E que, quando votamos, estamos a dar maior visibilidade política e mediática não apenas ao partido em que votamos, mas também ao movimento ideológico a que ele pertence. Isto não é coisa pouca, porque há ideias e conversas que só entram no espaço público se forem trazidos por certos intervenientes, mesmo que esses intervenientes tenham poucas hipóteses de vencer. Muitos teimam em não perceber isto: muito do que é aceitável hoje em dia não o era há apenas uns anos atrás. E só se tornou aceitável hoje em dia porque houve alguém que teve a coragem de, nalgum momento passado, quebrar tabus. E, sobretudo, porque houve muitas pessoas que recompensaram essa coragem com o seu voto.

Vocês podem sempre optar por fazer como o fulano da imagem que se segue. Mas depois não se podem queixar de que ficou tudo na mesma. Lamento, mas não podem! Cruzar os braços e não fazer nada não é uma estratégia de actuação válida! Estas coisas são como os jogos de futebol: não podemos marcar golos estando sentados no banco de suplentes. Aliás, a analogia ainda é mais grave do que isso, o fulano na imagem abaixo nem sequer respondeu à convocatória, nem sequer compareceu no terreno de jogo, mas julga que pode influenciar o resultado de forma decisiva! Tal é o nível de alucinação desta gente!!!

 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

A tirania da UE (2): as prioridades da Comissão Europeia para 2026 serão a "igualdade de género", a "diversidade" e a "descarbonização"! 🤡


Os açorianos deram menos de 10% ao Chega nas últimas eleições regionais...


...agora, o PS e o PS2 vão recompensá-los devidamente, trazendo mais imigrantes!

 

«A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou esta sexta-feira [16-Jan-2026] uma proposta do PS para agilizar os apoios concedidos pela Região à entrada de novos imigrantes, a pensar, sobretudo, no combate à falta de mão de obra no arquipélago.

“O PS propõe uma abordagem responsável, equilibrada e humanista à imigração, defendendo que a integração, a formação e a regularização de cidadãos estrangeiros, são essenciais para o desenvolvimento económico e social da Região”, justificou a deputada Marlene Damião, durante a apresentação da proposta no plenário do parlamento açoriano, na Horta. 

Os socialistas recordam que o número de estrangeiros residentes nos Açores aumentou cerca de 73% nos últimos dez anos, ultrapassando os oito mil residentes, maioritariamente em idade activa e já integrados no mercado de trabalho.

 (...)

A proponente explicou que a medida “não tem qualquer carácter ideológico”, mas José Pacheco, líder parlamentar do Chega, não tem a mesma opinião, e sugere outras soluções para combater a falta de mão de obra que existe nos Açores. 

“Nós pagamos a formação, até se possível, no país de origem!”, disse o deputado do Chega, questionando se “aqueles fulanos que estão no café, que não trabalham e vivem de subsídios, não deviam ser os primeiros da fila?”. 

Mas António Lima, deputado único do Bloco de Esquerda, entende que é preciso receber melhor os imigrantes que chegam aos Açores, para evitar comportamentos indesejados, como a “segregação, a desconfiança e a xenofobia”: “os açorianos sabem bem que sair da sua terra, sair da sua ilha, e ir para outro país, com uma cultura e a uma língua diferente, não é fácil”.  

A proposta do PS foi aprovada por todos os partidos com assento parlamentar, à excepção do Chega, que votou contra

 

Pois é, cada povo tem o que merece... e, em democracia, o que os povos merecem é aquilo em que votam.

O historiador Rui Ramos explica, na perfeição, porque é que eu vou votar no André Ventura no próximo domingo...


...e porque é que nenhum nacionalista coerente poderá votar de outra forma:

«Os debates mais vistos foram aqueles em que André Ventura esteve. E foi curioso ver alguns dos seus rivais adoptarem contra ele os tiques e os truques que lhe são atribuídos: interrupções, elevações da voz, risos. Julgam mesmo que o sucesso de Ventura foi apenas técnica de comunicação. Não percebem que foi uma questão de substância, isto é, que Ventura interessou, não porque tivesse jeito e graça, mas porque falou do que os portugueses estavam a falar: o choque a que o país foi sujeito quando percebeu que os governantes, sem lhe perguntarem, tinham decidido abolir qualquer controle da imigração. Toda a gente falava disso em privado, ninguém falava em público, por receio de ser posto na fogueira como racista ou desumano. Ventura foi o líder político que ousou falar do assunto, e da perspectiva que importa: a da coesão nacional, que é o primeiro pilar da democracia, da segurança e da solidariedade social.  
Esqueçam o estilo. Ventura é o único político activo que está associado a uma causa, e mais: à necessidade de manter essa causa, que não é uma causa qualquer, mas existencial, no debate público. Perante Ventura, os demais políticos podiam ter reagido comprometendo-o em políticas públicas de resposta aos problemas; em vez disso, viram apenas a oportunidade de, fazendo dele um monstro a que seria preciso resistir, arranjarem uma maneira de ficarem no poder sem resolverem problema nenhum. Percebe-se que o país não se possa arriscar a não ter André Ventura na segunda volta.»

 

Só falta dizer que, se o André Ventura acabar por defraudar as elevadas expectativas que criou, só restará aos portugueses votarem em alguém ainda mais "radical" do que ele. Mas a mudança é imparável, os que nascemos depois de 1970 estamos fartos da imigração até à ponta dos cabelos. Não mais abdicaremos de lutar contra ela, aconteça o que acontecer!

Portugal é dos portugueses, não é da abrilada, muito menos dos canalhas genocidas que controlam a abrilada a partir dos bastidores. Não descansaremos até que os traidores de Portugal paguem bem caro pelo que nos fizeram! BEM caro!!!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

O André Ventura é o único candidato pró-Portugal às Eleições Presidenciais de 2026


O tipo de filme que a 🌈Disney🌈 faria se vivêssemos numa sociedade saudável...


Historiador espanhol do ICS-UL diz que o crescimento do Chega deve deve “fazer soar todos os alarmes”


Haverá algum "cientista" social que não seja comuna?...


«O historiador Antonio Muñoz Sánchez considera que, mais do que o surgimento da extrema-direita em Portugal, é a “enorme força” com que se produziu a irrupção do Chega que deve “fazer soar todos os alarmes”.

(...) O investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, especialista em relações políticas entre a República Federal da Alemanha e Portugal e Espanha, esteve em Frankfurt para uma palestra sobre populismo de direita e os debates sobre a política histórica em Portugal.

“Agora sabemos que não se soube identificar a corrente profunda de mal-estar social em Portugal desde a crise de 2008, e continuou-se a acreditar, de forma muito ingénua, naquela suposta regra da política lusa segundo a qual o 25 de Abril teria imunizado o país contra o fascismo”, apontou. 

“Que um partido racista, xenófobo, ultraliberal, que exagera, insulta e mente como método, tenha entrado como faca quente na manteiga, obriga o sistema democrático português e as forças vivas do país a uma profunda autocrítica. A minha preocupação é que o diagnóstico seja errado e que a ‘terapia’ que se queira aplicar dê ainda mais fôlego ao Chega”, defendeu Antonio Muñoz Sánchez. 

“São as recordações idealizadas das façanhas de todo o tipo realizadas por grandes personalidades, das batalhas medievais que supostamente asseguraram a integridade do Estado face a inimigos externos, dos momentos e das situações que mostram a bondade, a grandeza e a bonomia daquela estirpe abençoada. Neste alegre banquete, mal se encontram referências aos aspetos menos agradáveis da história nacional, como as vítimas que as façanhas dos grandes homens possam ter deixado noutros territórios”, apontou. 

“Se aplicarmos agora este esquema ao caso português, devemos reparar, com alarme, no facto de que a visão, digamos, normalizada, que o país tem da sua própria história, a que se reflecte nos seus monumentos e museus, e a que é transmitida às crianças nas escolas, não se afasta muito da propaganda da extrema-direita”, defendeu.»

 

Como muito bem diz o povo português, "de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento!" Este fulano não é historiador, coisa nenhuma. É apenas mais um ideólogo de extrema-esquerda que invoca a História para espalhar mentiras e agitar fantasmas. Sempre recorrendo à caricatura e à falácia do espantalho, evidentemente, que endereçar as verdadeiras causas da ascensão da "extrema-direita" - o fracasso económico do socialismo e a imigração de fronteiras escancaradas - está fora de questão para esta "gente".

O Paul Joseph Watson ataca a Sabrina Carpenter e o (((Ben Stiller)))!


O xuxa descarado Miguel Prata Roque volta a carga sobre o impacto da imigração nas eleições


Sobre a forma como a imposição da "diversidade" guinou os homens norte-americanos brancos para a Direita


terça-feira, 13 de janeiro de 2026

A tirania da UE: "para evitar receber 420 requerentes de asilo, Portugal vai ter de pagar 8,4 milhões de euros a Bruxelas»


E ainda há tolinhos que acham que vai ser esta UE a salvar-nos da imigração:

«O Governo decidiu pagar 8,4 milhões de euros à Comissão Europeia para não acolher mais 420 requerentes de asilo oriundos de outros Estados-membros — como Espanha ou Grécia. O Executivo português vai aceitar participar no mecanismo de solidariedade imposto pela União Europeia (UE), ainda que tenha pedido uma excepção aos órgãos comunitários.

A notícia foi avançada esta segunda-feira [12-Jan-2026] pela SIC Notícias. O Governo justifica o pagamento de 8,4 milhões de euros, uma vez que prefere pagar essa verba em vez de acolher os 420 requerentes de asilo, dizendo que Portugal não condições para receber mais pessoas sem comprometer o sistema.

O Executivo vai pagar o valor a partir de Junho para reserva de solidariedade, que tem como objectivo apoiar países que estão sob pressão imigratória.

Em Dezembro de 2025, os 27 países da União Europeia acordaram redistribuir, durante este ano, 21 009 requerentes de asilo. Portugal teria de ficar com 2% desse número (o equivalente a 420 pessoas), mas o Governo não aceitou receber nenhum.

O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, contestou a fórmula de cálculo de distribuição de migrantes pela Comissão Europeia, apelando a Bruxelas para que reavaliasse os números das migrações e asilo para Portugal.

Neste momento, a Comissão Europeia está a ponderar se Portugal terá ou não direito a uma excepção do mecanismo de solidariedade. Nesse espaço de tempo, o Governo decidiu integrar o processo e pagar a verba acordada.»

Este vídeo mostra, mais uma vez, que o Miguel Morgado é o único comentador de jeito na televisão "portuguesa"