quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Historiador espanhol do ICS-UL diz que o crescimento do Chega deve deve “fazer soar todos os alarmes”


Haverá algum "cientista" social que não seja comuna?...


«O historiador Antonio Muñoz Sánchez considera que, mais do que o surgimento da extrema-direita em Portugal, é a “enorme força” com que se produziu a irrupção do Chega que deve “fazer soar todos os alarmes”.

(...) O investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, especialista em relações políticas entre a República Federal da Alemanha e Portugal e Espanha, esteve em Frankfurt para uma palestra sobre populismo de direita e os debates sobre a política histórica em Portugal.

“Agora sabemos que não se soube identificar a corrente profunda de mal-estar social em Portugal desde a crise de 2008, e continuou-se a acreditar, de forma muito ingénua, naquela suposta regra da política lusa segundo a qual o 25 de Abril teria imunizado o país contra o fascismo”, apontou. 

“Que um partido racista, xenófobo, ultraliberal, que exagera, insulta e mente como método, tenha entrado como faca quente na manteiga, obriga o sistema democrático português e as forças vivas do país a uma profunda autocrítica. A minha preocupação é que o diagnóstico seja errado e que a ‘terapia’ que se queira aplicar dê ainda mais fôlego ao Chega”, defendeu Antonio Muñoz Sánchez. 

“São as recordações idealizadas das façanhas de todo o tipo realizadas por grandes personalidades, das batalhas medievais que supostamente asseguraram a integridade do Estado face a inimigos externos, dos momentos e das situações que mostram a bondade, a grandeza e a bonomia daquela estirpe abençoada. Neste alegre banquete, mal se encontram referências aos aspetos menos agradáveis da história nacional, como as vítimas que as façanhas dos grandes homens possam ter deixado noutros territórios”, apontou. 

“Se aplicarmos agora este esquema ao caso português, devemos reparar, com alarme, no facto de que a visão, digamos, normalizada, que o país tem da sua própria história, a que se reflecte nos seus monumentos e museus, e a que é transmitida às crianças nas escolas, não se afasta muito da propaganda da extrema-direita”, defendeu.»

 

Como muito bem diz o povo português, "de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento!" Este fulano não é historiador, coisa nenhuma. É apenas mais um ideólogo de extrema-esquerda que invoca a História para espalhar mentiras e agitar fantasmas. Sempre recorrendo à caricatura e à falácia do espantalho, evidentemente, que endereçar as verdadeiras causas da ascensão da "extrema-direita" - o fracasso económico do socialismo e a imigração de fronteiras escancaradas - está fora de questão para esta "gente".

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