sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O historiador Rui Ramos explica, na perfeição, porque é que eu vou votar no André Ventura no próximo domingo...


...e porque é que nenhum nacionalista coerente poderá votar de outra forma:

«Os debates mais vistos foram aqueles em que André Ventura esteve. E foi curioso ver alguns dos seus rivais adoptarem contra ele os tiques e os truques que lhe são atribuídos: interrupções, elevações da voz, risos. Julgam mesmo que o sucesso de Ventura foi apenas técnica de comunicação. Não percebem que foi uma questão de substância, isto é, que Ventura interessou, não porque tivesse jeito e graça, mas porque falou do que os portugueses estavam a falar: o choque a que o país foi sujeito quando percebeu que os governantes, sem lhe perguntarem, tinham decidido abolir qualquer controle da imigração. Toda a gente falava disso em privado, ninguém falava em público, por receio de ser posto na fogueira como racista ou desumano. Ventura foi o líder político que ousou falar do assunto, e da perspectiva que importa: a da coesão nacional, que é o primeiro pilar da democracia, da segurança e da solidariedade social.  
Esqueçam o estilo. Ventura é o único político activo que está associado a uma causa, e mais: à necessidade de manter essa causa, que não é uma causa qualquer, mas existencial, no debate público. Perante Ventura, os demais políticos podiam ter reagido comprometendo-o em políticas públicas de resposta aos problemas; em vez disso, viram apenas a oportunidade de, fazendo dele um monstro a que seria preciso resistir, arranjarem uma maneira de ficarem no poder sem resolverem problema nenhum. Percebe-se que o país não se possa arriscar a não ter André Ventura na segunda volta.»

 

Só falta dizer que, se o André Ventura acabar por defraudar as elevadas expectativas que criou, só restará aos portugueses votarem em alguém ainda mais "radical" do que ele. Mas a mudança é imparável, os que nascemos depois de 1970 estamos fartos da imigração até à ponta dos cabelos. Não mais abdicaremos de lutar contra ela, aconteça o que acontecer!

Portugal é dos portugueses, não é da abrilada, muito menos dos canalhas genocidas que controlam a abrilada a partir dos bastidores. Não descansaremos até que os traidores de Portugal paguem bem caro pelo que nos fizeram! BEM caro!!!

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