quarta-feira, 25 de março de 2026

Ainda o atentado contra a Marcha pela Vida (4): um bom comentário do Pedro Rosário ao comportamento repugnante dos mé(r)dia


6 comentários:

Durius disse...

Video magistral do Rollo https://www.youtube.com/watch?v=bhCeU4x7nCA

Teoria interessante

Afonso de Portugal disse...

Já não vou conseguir ver hoje, mas amanhã digo qualquer coisa! Obrigado!

Afonso de Portugal disse...

Muito interessante, de facto. Faz até lembrar os vídeos mais antigos do Rollo, quando ele ainda estava em Reno, antes de se mudar para Las Vegas. É o que eu digo, ele é quase sempre melhor quando está sozinho. Quando os outros gajos estão no estúdio, ele tende a dispersar-se.

Quanto à teoria avançada pelo Rollo, ela vem exactamente ao encontro daquilo que eu penso: na sedução, é tudo uma questão de evolução, ou melhor, de psicologia evolutiva, como o próprio Rollo diz no vídeo. E a maquinaria psicológica evolutiva é implacável. As mulheres desprezam homens fracos porque a sua máquina evolutiva está optimizada para maximizar a probabilidade de sobrevivência da sua prole. É assim é todo o reino animal, os machos lutam ou competem, as fêmeas vêm depois escolher os vencedores, porque os vencedores têm uma maior probabilidade de proteger a sua descendência.

Os homens também têm esse instinto natural, mas de uma forma diferente. Por exemplo, quando sentimos repulsa por mulheres obesas, é porque o nosso ADN sabe que a probabilidade de uma mulher obesa levar uma gravidez a bom porto é muito reduzida, mesmo que os nossos cérebros conscientes não saibam.

Porém, como o Rollo bem observa no vídeo, os homens têm ainda um problema adicional. Como não somos nós que parimos, nunca podemos ter a certeza absoluta de que @ filh@ é mesmo o noss@. A solução que as sociedades civilizadas encontraram para este problema foi penalizar fortemente a promiscuidade, sobretudo a promiscuidade feminina. O exemplo evidente é o Islão, mas a Europa cristã também foi assim até ao último quarto do século XX.

Quando a sociedade falha em penalizar a promiscuidade, como acontece actualmente no Ocidente, entra em acção um mecanismo evolutivo muito mais antigo, enraizado no cérebro dos homens: a injúria da infidelidade. Os homens saudáveis não suportam ser traídos, mesmo que não saibam exactamente porquê. A máquina evolutiva criou nos homens uma intolerância extrema à rejeição, que se torna tão mais forte quanto maior for o investimento na mulher. Assim, se uma coleguinha de faculdade lhes puser os cornos, dói de caralho, mas um gajo supera ao fim de umas semanas ou, no máximo, uns meses.

Mas se a mãe dos nossos filhos nos puser os cornos? Para um homem, isso é o mais parecido com o Inferno na Terra, porque significa que os próprios filhos podem não ser dele, como já aconteceu a muito boa gente.

Lembro-me, por exemplo, de ver uma vez um documentário sobre a infidelidade no Reino Unido. Havia um gajo que vivia nos subúrbios de Londres e tinha criado três filhos. Um dia levou o filho mais novo ao médico e descobriu que ele tinha uma doença rara que requeria medicação especial para ser controlada. O médico perguntou então ao homem (ao pai dos três filhos): “o que é que você toma para controlar a doença?” Ao que o homem, perplexo, respondeu: “Como assim? Eu não tenho a doença do meu filho!”…

O médico disse-lhe então “Tem de ter, ou então este menino não é seu filho. Esta doença requer que ambos os progenitores sejam portadores da doença!

Resumindo e concluindo, o homem acabou por descobrir que TODOS os seus três filhos tinham a doença mas, no caso dos primeiros dois, a mulher tinha conseguido escondê-la. O homem só descobriu por acaso, porque o filho mais novo apresentou sintomas sem a mulher se dar conta. Todos os três eram filhos de outro homem e ele tinha-os criado como se fossem seus!

É evidente que este é um caso extremo, mas ilustra bem o porquê de um homem saudável, insisto SAUDÁVEL, sentir tanta dor e revolta perante a infidelidade. Está em causa a continuidade do próprio sangue. E, como bem diz o Rollo, quem manda mais alto é sempre o ADN…

Afonso de Portugal disse...

Já agora, compara o vídeo do Rollo, que édescrito muitas vezes como um analfabruto não obstante ter formação universitária, com esta sucessão de generalidades publicada por "especialistas" no Observador:

https://observador.pt/explicadores/possessao-medo-raiva-controlo-desconfianca-vergonha-tristeza-como-e-que-o-ciume-afeta-a-nossa-saude-mental/

Estás a ver porque é que eu tenho tantas reservas em relação à "ciência"?

Durius disse...

"Resumindo e concluindo, o homem acabou por descobrir que TODOS os seus três filhos tinham a doença mas, no caso dos primeiros dois, a mulher tinha conseguido escondê-la. O homem só descobriu por acaso, porque o filho mais novo apresentou sintomas sem a mulher se dar conta. Todos os três eram filhos de outro homem e ele tinha-os criado como se fossem seus!"

O que me incomoda aqui é que foram 3, ou seja, a gaja escondeu e conseguiu manipular o marido 3 vezes. Não só revela a maldade e a falta de respeito da mulher como revela a esperteza na hora de mentir e fazer de conta, que os homens cada vez mais se vao aprecebendo.

Para mim descobrir isso seria um pesadelo completo, por isso é que eu se alguma vez, e espero que sim, tiver um filho vou arranjar maneira de lhe fazer o teste de paternidade.

Afonso de Portugal disse...

Eu acho que fazes muito bem em fazer o teste. Este exemplo do homem inglês que criou três filhos de outor homem é um caso extremo, mas nenhum homem, por melhor que seja, está totalmente fora de perigo.

Há gajos que têm sorte, percebe-se desde cedo que os miúdos são demasiado parecidos com eles para serem de outro pai. Mas há situações lixadas. Eu tenho um amigo que tem uma filha que se parece muito mais com o irmão dele do que com ele! É o problema de pertencerem todos à mesma família! 😅