«Mariana Fonseca, a ex-enfermeira condenada a 23 anos de cadeia pelo assassinato de outro jovem, foi detida pela Interpol, na Indonésia. Em mais do que uma ocasião, os tribunais condenaram a enfermeira por coautoria no homicídio de Diogo Gonçalves, em 2020. Com a ajuda da ex-namorada, Mariana matou o jovem, desmembrou-o e desfez-se do corpo.
Maria Malveiro, então namorada da mulher que foi expulsa pela Ordem dos Enfermeiros, foi condenada logo na primeira instância à pena máxima pelo Tribunal de Portimão. Mariana foi absolvida, mas o Ministério Público recorreu e a Relação de Évora decidiu condená-la também à pena máxima. Em 2024, o Supremo reduziu a pena em apenas dois anos.
No entanto, Mariana fugiu de Portugal para escapar a um destino que tentou combater pela via judicial. “Eu não sou inocente, mas não cometi esse crime. Não tirei a vida a ninguém”, chegou a admitir. Quando as autoridades iam cumprir o mandado de detenção, não encontraram a antiga enfermeira. A Polícia Judiciária, que pediu ao Tribunal de Portimão a emissão de um mandado de captura, viu este pedido negado. O mandado só chegou quando PSP e GNR tinham perdido o rasto da condenada.»
Serve isto para relembrar aos mais distraídos tolinhos que as mulheres têm tanto potencial para a criminalidade violenta e grave quanto os homens, descontada a inegável diferença na capacidade física para a exercer.
O que estas duas animais fizeram ao rapaz é digno de um filme de mafiosos do Scorsese, mas eu continuo a ouvir demasiada gente parva - incluindo muitos homens que deveriam saber melhor - a defender com unhas e dentes a ideia estapafúrdia de que "o mundo seria muito melhor se fossem as mulheres a mandar". Não, não seria. Trocar o sexo da maioria dos políticos no poder não mudaria o que quer que fosse na forma como o mundo é governado. Aliás, quando se olha para figuras como a von der Leyen, a Hilária ou a Kamela, pulhíticas que acreditam convictamente que a liberdade de expressão dos cidadãos deve ser limitada, fica-se com a sensação de que a mudança seria para pior, não para melhor!
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