quarta-feira, 13 de maio de 2026

O Alberto Gonçalves critica (a meu ver, com razão) o André Ventura, a quem chama "o anti-Milei"


        Acrescento que as posições económicas do Chega começam a preocupar-me seriamente. Tenho dado o desconto ao partido por acreditar que se trata sobretudo de uma estratégia eleitoral(ista), mas começo a achar que poderemos estar mesmo perante convicções ideológicas de pendor neomarxista.
 
O André Ventura tem dito repetidamente que é possível equiparar todas as pensões baixas ao salário mínimo e reduzir a idade da reforma "indo buscar dinheiro à corrupção e à economia paralela". Mas isso é pôr o carro à frente dos bois. Primeiro, é preciso ir mesmo buscar esse dinheiro, coisa que não será nada fácil. Só depois é que se poderá decidir o que fazer com ele.
 
Será que não há forma de arranjarmos um partido português que seja liberal na economia e conservador nos costumes ou, pelo menos, que queira dinamizar a economia e preservar Portugal? Será que estamos condenados a esta mediocridade de só termos partidos de pseudo-direita (PSD e CDS), direitinha homoglobalista (IL) e direita socialista (Chega)?
 
 

Sem comentários: