Quando importamos trabalhadores estrangeiros, não estamos apenas a importar mão-de-obra, estamos automaticamente a assumir despesas implícitas: de educação, de saúde, de justiça, etc. Essas despesas são tão mais elevadas quanto maiores forem as necessidades de formação dos imigrantes.
A respeito do acordo recentemente celebrado entre a Comissão Europeia e a Índia, tenho ouvido muita gente a minimizar a importância do CRIME contra a Europa que foi cometido pelo "habilidoso" e pela von der Leyen, ao facilitarem a vinda de "estudantes" indianos para a Europa.
Ora, como ilustra o tuíte abaixo para o caso do Canadá, os governos nacionais nunca se limitam a importar "estudantes", eles acabam muitas vezes a pagar o sustento a pelo menos alguns desses "estudantes":
Para agravar a situação, esses "estudantes", uma vez formados, vão desempenhar cargos de elevada importância nas sociedades que os "receberam". Reparem, o tuíte acima menciona 200 posições na Universidade de Toronto - a mesma que correu com o Jordan Peterson - e mais de 300 lugares em áreas de investigação. Ou seja, os "estudantes", uma vez formados, vão passar a mandar nos canadianos, sendo que todos nós já vimos o quão bem isso resultou connosco no caso do "habilidoso".
Em vez de darem mais oportunidades aos nacionais, os governos ocidentais optam cada vez mais por elevar gente vinda do outro lado do mundo. Gente que, na esmagadora maioria dos casos, não se revê na cultura ocidental nem pretende integrar-se nas nossas sociedades, muito menos respeitar os nossos valores e modo de vida.
E depois, é claro, ainda há a questão da subversão da democracia: esta gente NUNCA irá votar em partidos nacionalistas. Essa é, aliás, a principal razão pela qual os canalhas como o Mark Carney os importam em tão grande quantidade... e também é a razão pela qual o Costa e a von der Leyen os querem trazer para a Europa aos milhões.
Da Índia, ao contrário do que alguns dizem, nunca virá nada de bom para Portugal. NUNCA!!!

2 comentários:
😢
O Costa nunca dá ponta sem nó, meu caro. Infelizmente, nem toda a gente compreende o enorme perigo que o Sul da Ásia representa.
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