«A Fundação Calouste Gulbenkian vai destinar um total de 2,5 milhões de euros para apoiar programas de integração de imigrantes. O programa “Iniciativa Gulbenkian Integração (2026-2027)” tem as candidaturas abertas até 10 de Abril.(...)Entre os projectos que podem enquadrar-se no apoio, estão, por exemplo, a aprendizagem da língua portuguesa e a formação cívica, a integração no mercado de trabalho, de acesso à saúde, à educação e ao desenvolvimento de competências pessoais e profissionais. E esta é a visão da fundação, baseada naquilo que acreditava o fundador. “Assenta na convicção de que uma sociedade mais justa se constrói por meio de práticas que promovam a inclusão de todas as comunidades, neste caso, compreendendo a integração de imigrantes, e abraçando a ideia de que as sociedades se fundam no conhecimento mútuo e na participação plena de todas as pessoas e comunidades”»
No "conhecimento mútuo"? Que conhecimento relevante é que os imigrantes têm trazido ao Ocidente? O crioulo? O Islão? O hip-hop? O vudu? O caril? A muamba? Já sei, os atentados de Natal e as violações em massa! É isso, certo?
«O director [da Gulbenkian] recorda que há exemplos de outros países que mostram o custo da não integração. “A marginalização territorial, o insucesso escolar, a precariedade laboral persistente ou a ausência de canais de participação alimentam desconfiança e fragmentação social. Esses custos recaem sobre toda a sociedade”, destaca.
No final do projecto, espera “ver uma sociedade portuguesa mais capaz de integrar, onde a diversidade se traduza em maior confiança mútua e em mais oportunidades de participação”.»
Pois claro, a culpa de os imigrantes não quererem nada com os nossos valores civilizacionais só podia ser nossa, dos europeus e norte-americanos, que não os sabemos integrar! Como se fosse sequer possível, no caso de Portugal, integrar os 1,6 milhões de pessoas que chegaram só nos últimos anos!
Alguém devia explicar a este artista que as pessoas não mudam de convicções, muito menos de valores e de religião, só porque trocam de continente. E andar a gastar dinheiro para "integrar" quem nunca se integrará enquanto há portugueses a passar fome é pura e simplesmente obsceno, para não dizer criminoso. Quantos jovens portugueses é que a Gulbenkian já evitou que emigrassem, por exemplo?... Pois!
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