Introdução
A primeira fase do Inquérito aos gangues de violadores foi concluída. O Inquérito foi criado para examinar um dos escândalos mais horríficos da longa história do nosso país: o ataque sistemático a raparigas vulneráveis, na sua grande maioria britânicas brancas, por parte de gangues predominantemente muçulmanos e paquistaneses em cidades e vilas de todo o país.
As provas apresentadas ao longo das audições confirmaram o que já se sabia há muito tempo, mas que era repetidamente negado pela classe política. O Inquérito ouviu raparigas, rapazes, homens e mulheres de todas as raças e religiões para testemunharem sobre as suas experiências, de forma a obter um panorama completo do fenómeno dos gangues de violadores.
O Relatório Casey de 2025 [um relatório anterior ao Inquérito, encomendado pelo governo britânico] afirmava que um número desproporcional de homens de “origem étnica asiática” estava entre os suspeitos de exploração sexual infantil em grupo. A Baronesa Casey citou relatórios locais que mostravam que uma parte significativa dos condenados era de origem paquistanesa e/ou muçulmana. Os crimes remontam a várias gerações.
A Inquérito aos gangues de violação era necessário porque o Estado e as suas instituições falharam catastroficamente ao longo de décadas. A polícia, os serviços sociais, as escolas, o Serviço Nacional de Saúde, as autoridades locais e os governos permitiram que estes gangues operassem impunemente. Houve uma evidente falta de vontade política para os confrontar. O Partido Trabalhista recusou inicialmente realizar uma investigação pública, cedendo apenas sob uma pressão considerável. Serão necessários muitos anos até que esta investigação esteja concluída e não há garantia de que aborde adequadamente a natureza etno-religiosa e politicamente sensível do fenómeno. Apesar de agora, na oposição, pressionar para uma investigação, o Partido Conservador fez muito pouco quando estava no governo.
A força motriz do Inquérito aos gangues de violadores foram as sobreviventes. Diariamente, o painel [do Inquérito] reunia-se com Sammy Woodhouse, uma sobrevivente que se tornou activista. Também participavam vários peritos que intervinham sempre que a sua área de especialização se tornava o foco dos nossos esforços para chegar à verdade. Examinámos as diferentes áreas do escândalo, uma de cada vez, para que pudéssemos obter um panorama o mais completo possível. Pais e encarregados de educação descreveram as suas experiências. Foram denunciados casos de gravidez, aborto e crianças nascidas na sequência das violações. Denunciantes que tinham sido ignorados em ocasiões anteriores prestaram depoimento. Falhas policiais e judiciais foram documentadas. A assistência social, os serviços do Serviço Nacional de Saúde (incluindo a saúde sexual e mental), a educação, o regulador dos serviços de táxis, as tendências demográficas, as questões culturais e sociais e as obstruções ideológicas à justiça foram todos examinados sem restrições. Nada foi descartado. A insensatez do politicamente correcto e das [falsas] sensibilidades culturais não tiveram lugar no processo. A promessa feita a cada doador foi integralmente cumprida: a verdade foi procurada e a justiça foi o nosso único objectivo.
As sobreviventes tiveram finalmente a plataforma que lhes fora negada durante tanto tempo e puderam finalmente expressar-se, desempenhando o papel central na investigação. A verdadeira dimensão e natureza dos crimes pode agora ser tornada pública. O horror do que aconteceu já não está oculto.
Embora o Inquérito não tenha poderes legais, a resposta foi esmagadora. Participaram políticos, denunciantes, especialistas, familiares e muitos outros. Os poucos em posições de destaque que se recusaram a depor fizeram-no sabendo que a sua recusa seria registada.
Este relatório apresenta as conclusões e faz recomendações claras sobre como o problema dos gangues de violadores pode ser erradicado. O país [o Reino Unido] está agora ao corrente de toda a verdade. O país tem agora a base para que seja feita justiça. O país tem em mãos o roteiro para garantir que estes crimes nunca mais se repetirão.
4 comentários:
Em 2017, o Mark Collett já falou sobre este mesmo assunto no seu livro "A Queda do Homem Ocidental". Numa pequena localidade inglesa eles (imigrantes) chegaram ao ponto de ir "esperar" que as meninas saíssem de casa para as violarem e o mais escandaloso é que no inicio, nem as famílias delas, nem a polícia, faziam nada para impedir tais crimes por medo de virem a ser considerados racistas!!! 😞
É preciso ser-se mesmo muito estupido para pensar desta forma. Mas enfim ! 🙄
Para quem quiser ler e confirmar, que faça o download no site oficial. É grátis:
https://www.thefallofwesternman.com/index.html
«Em 2017, o Mark Collett já falou sobre este mesmo assunto no seu livro»
Sim, mas agora há dados novos, este Inquérito é recente, o relatório que estou a traduzir só foi publicado dia 16.
Temos uma estimativa muito mais elevada das vítimas (250 mil), temos muitos mais depoimentos das vítimas, temos a admissão da inacção por parte de membros das forças de segurança e dos médicos, temos as provas de que havia uma rede organizada de taxistas a servir as redes de violadores e temos até provas de que houve miúdas inglesas a serem enviadas para casamentos forçados no Médio Oriente.
O Mark fez um trabalho muito meritório, tal como outros antes dele (eu já falo nos gangues de violadores "asiáticos" pelo menos desde 2013). Mas isto que o Ruperto Lowe fez é algo muito mais abrangente. É por isso que há tanta gente a falar disto, não apenas britânicos mas também norte-americanos e outros europeus.
Sem sem dúvida!... E um grande bem haja por este relatório vir a público, espero que dê frutos.
Até porque é preciso "chover no molhado": muitos portugueses continuam sem saber ou a não acreditar que isto aconteceu mesmo!
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