sábado, 31 de janeiro de 2026

O Miguel Macedo denuncia a hipocrisia me(r)diática a favor do xuxa (in)Seguro


O Henrique Raposo é tão burro que me faz pensar que as anedotas sobre alentejanos têm um fundo de verdade...


...felizmente, conheço muitos outros alentejanos que têm vergonha dele!


Recordar é viver: em 2017, Pedro Passos Coelho alertava que o "habilidoso" se preparava para escancarar as fronteiras de Portugal ao resto do mundo; infelizmente, nem mesmo o "seu" próprio PSD lhe deu ouvidos


E, em França, continua a dança (4): os números mais recentes da iminvasão em terras gaulesas


Os 'Epstein files' fazem finalmente uma vítima de alto gabarito


Pois é, como alguém ironizou nas caixas de comentários ao vídeo, "o Sr. Microsoft apanhou um vírus!" 😅

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O Paul Joseph Watson relembra-nos tudo o que já perdemos devido à imigração


E eu volto a insisir: se nada mudar nos próximos anos, perderemos também TUDO o resto!
 

Pasmem: o Alberto Gonçalves ainda conseguiu encontrar pior do que o vídeo anterior! 🤷


É que a ignorância ainda tem desculpa... a propaganda é que não! O vídeo só começa por volta dos 42 segundos.

Como eu já disse aqui muitas vezes, o poder desmesurado que o PS tem em Portugal é o reflexo colectivo da mediocridade portuguesa


       O "senhor" que protagoniza este vídeo é apenas um entre milhares de exemplos da "mentalidade" de merda que impera neste país. Pior do que a pobreza material, só mesmo a miséria intelectual, a incapacidade de nos libertarmos dos dogmas suicidas que nos foram impostos pelas "elites". Não há prisão mais eficaz do que aquela que a aprisiona a mente, porque o prisioneiro nem sequer sabe que está preso.

Esta intervenção do "senhor" entrevistado também constitui um excelente exemplo da autêntica calamidade que tem sido a influência da ICAR na sociedade portuguesa. Que me perdoem os católicos que seguem este blogue, mas isto é o resultado do discurso absolutamente nojento do padralhame em relação à imigração. As pessoas mais vulneráveis e mais susceptíveis à manipulação via complexo de culpa tem sido descaradamente exploradas pelo clero e pelos mé(r)dia... e este é o resultado.
 
Tenho de vos confessar, caros leitores, isto faz-me ferver o sangue. Mas "todas as nuvens têm uma borda de prata", como dizem os anglófonos. A revolta e a indignação que sinto apenas confirmam a justeza do combate nacionalista!


E se ainda houvesse dúvidas...


          ...as "famiglias" esclarecem:


E eis que o farsante covideiro deixa finalmente cair a máscara!


        Mas que "grande surpresa®", pá! O homem que se anunciava como "alternativa ao sistema®", apesar de ter figuras como o Rui Rio e o Isaltino Morais como mandatários é, afinal, apenas mais um agente do sistema! Que "surpresa®", pá! Como diria o xuxa-mor Mário Soares, "eu não estava à espera®"! 

«Henrique Gouveia e Melo, que ficou em quarto lugar na primeira volta das presidenciais e teve quase 700 mil votos, vai votar em António José Seguro. O almirante explicou, num comunicado noticiado pelo Expresso, que encara a escolha como “um voto útil ao serviço de Portugal”, justificando que avaliou “o posicio­namento dos candidatos” e tem a “convicção de que um [André Ventura] se procura afirmar sobretudo como alternativa governativa”.

Numa crítica a André Ventura, mas também aos políticos que nos últimos anos lideraram o famoso ‘sistema’, Gouveia e Melo diz que “é preocupante o crescimento do radicalismo e da polarização da sociedade portuguesa, alimentados por incapacidades e desresponsabilização política, por desigualdades persistentes, falta de oportunidades, dificuldades sociais profundas, falsas percepções propagadas nas redes sociais e nos media, e por uma justiça lenta que mina a confiança dos cidadãos.”»


Reparem, caros leitores, nada - absolutamente NADA - no discurso do "capitão iglo" difere substancialmente do discurso do resto dos candidatos do sistema: "radicalismo, polarização, falsas percepções, redes sociais"... é a mesma cassete de sempre, a mesma conversa da treta que a abrilada está sempre a tentar enfiar-nos pela goela abaixo!

O Pedro Rosário denuncia a sabujice cretina dos três estarolas do "Eixo do Mal"


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O Miguel Macedo, cujo regresso aos vídeos se saúda, comenta a nova "carreira" da Judite de Sousa


O Francisco Araújo comenta o mais recente esquema de imigração maciça que o "habilidoso" e a von der Lies armaram com a Índia


Para quem ainda não estiver ao corrente, o Alexandre Sousa resumiu o essencial neste vídeo


O Alexandre Sousa comenta a declaração de voto do Rio da direitinha


Para relembrar aos mais esquecidos aquilo que o (in)Seguro representa para o futuro de Portugal e dos portugueses, aqui ficam as mais recentes declarações do actual líder do PS, o Carneiro que extinguiu o SEF e criou a AIMA


Eu diria que é preciso ter lata, mas os dirigentes do PS não têm a capacidade de sentir vergonha:

«O líder do PS, José Luís Carneiro, defendeu nesta terça-feira [27-Jan-2026] que Portugal nunca teve as fronteiras abertas, considerando que essa é uma “mentira dita mil vezes” pelo Governo e os seus aliados e desafiando-os para um “debate sério” sobre a imigração.

“Uma mentira dita mil vezes não se torna uma verdade. E aquilo que o Governo procurou fazer, juntamente com aqueles a quem se decidiu aliar, foi repetir mil vezes uma mentira. Nunca o país teve fronteiras abertas e sempre as entradas ocorreram no quadro do respeito pelas responsabilidades das fronteiras nacionais”, disse José Luís Carneiro.»

 

Das duas uma, ou o líder do PS é burro como um calhau ou ele julga que nós somos burros como calhaus. Durante o período em que ele foi Ministro da Administração Interna do (des)governo do "habilidoso", o número de imigrantes legais a viver em Portugal passou de cerca de 400 mil para 1,6 milhões. Se a isso somarmos os ilegais e os naturalizados, o número total de imigrantes em Portugal já deverá andar próximo dos 2 milhões.

E agora, perante estes números avassaladores, este xuxa desavergonhado ainda quer convencer-nos de que isto foi feito no quadro do respeito pelas responsabilidades das fronteiras nacionais”??? Epá, ó Carneiro, vai mas é gozar com a tua mãezinha!!!

Quem passar por este blogue, não se esqueça disto: votar em Seguro é, em grande medida, votar em Carneiro e em todos os xuxas que pensam como o Carneiro. O xuxa Prata Roque já admitiu que a imigração é uma estratégia da Esquerda para se perpetuar no poder. A eleição do Seguro será um passo decisivo nesse sentido!

E mais um direitinha anuncia que vai votar no (in)Seguro! 🤪


Trata-se de Rui Rio, o tal que jura a pés juntos que o PSD não é um partido de Direita,... e com toda a razão, deva-se dizer!
 
«O ex-líder do PSD e mandatário nacional de Henrique Gouveia e Melo na primeira volta das presidenciais, Rui Rio, anunciou nesta quarta-feira [28-Jan-2026] que vai votar em António José Seguro nas eleições de 8 de Fevereiro 
Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.»

 

Ventura não tem problemas em mentir? Mesmo que isso fosse verdade, e os pulhíticos da abrilada, não mentem? Não têm feito outra coisa nos últimos 51 anos e meio!

Enfim, estamos a falar de um indivíduo que em tempos se juntou ao que de pior existe entre os xuxas (Santos Silva, Ferro Rodrigues, David Justino, etc.) para criar o "manifesto dos 50". Portanto, de todos os direitinhas que já declararam apoio ao (in)Seguro, o Rio acaba por ser o menos surpreendente.

Aqui fica novamente a lista actualizada dos direitinhas que vão votar no (in)Seguro:


CDS (4)

Assunção Cristas
Cecília Meireles
Francisco Rodrigues dos Santos
Paulo Portas
Rui Moreira*

 

IL (4)

Carlos Guimarães Pinto
João Cotrim de Figueiredo
 Mariana Leitão
Mário Amorim Lopes
Rodrigo Saraiva 

 

PSD (8)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

"Surpresa"! Alex Pretti, o "pobre coitadinho" abatido pelo ICE em Mineápolis, já tinha atacado as autoridades noutras ocasiões...


E como se o vídeo anterior não fosse mau o suficiente...


...vêm aí mais imigrantes indianos! Cortesia da UE! 🤪 E ainda julgavam alguns inocentes que o Costa nunca poderia fazer estragos como Presidente do Conselho Europeu!


A criatura "habilidosa" que em tempos foi primeiro-ministro de Portugal exibe o seu passaporte indiano em conferência de imprensa na Índia


O Alberto Gonçalves ridiculariza a forma facciosa como as comentadeiras de serviço avaliam os debates em que o André Ventura participa


O vídeo só começa aos 42 segundos.
 

Entretanto, nos EUA, hollymerda contra-ataca! 🤪


        É só para relembrar que, sempre que pagamos para ver os filmes destes anormais, estamos a enriquecê-los obscenamente enquanto eles apelam abertamente à nossa destruição! 
 
 

O Pedro Rosário comenta a parte mais importante do debate de ontem


À atenção do Durius e do Osbert de Bawdsey


Na sequência da conversa que mantivemos nesta caixa de comentários, deixo aqui algumas previsões para o valor do ouro até 2027:

Para referência, o valor do ouro fechou ontem nos 5181,13 dólares por onça. Façam disto o que quiserem, meus caros...

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Presidenciais 2026: Seguro vs. Ventura II


Afinal, o que é que se passa em Mineápolis?


      Passa-se o mesmo de sempre quando estão envolvidos imigrantes: a Esquerda arranjou uma forma de pôr os imigrantes ilegais a votar... e agora ela não quer perder esse poder eleitoral ilegítimo! É por isso que os "manifestantes pacíficos" estão a tentar travar os agentes do ICE a todo o custo...


Mais um "anti-socialista" que vai votar socialista: o Cotroso delcarou o seu voto no (in)Seguro


Fiz o "Votómetro" do Observador da direitinha para a 2ª volta das Presidenciais de 2026


      Como já vai sendo habitual, o Observador da direitinha presenteou-nos com um novo Votómetro para a 2ª volta das eleições presidenciais. Os resultados não correram tão bem como noutras ocasiões. Desta vez o "votómetro" diz que sou menos conservador do que o André Ventura, o que é impossível de ser verdade. Por exemplo, o André é muito menos rígido em questões como o aborto e o casamento guei do que eu. Infelizmente, os resultados do  "votómetro" são função das perguntas colocadas e as perguntas, desta vez, deixam bastante a desejar...
 

 (clicar na imagem para aumentar o seu tamanho)
 
 
 
 (clicar na imagem para aumentar o seu tamanho)
 

Por uma questão de transparência - e também para que os leitores do TU percebam melhor a minha forma de pensar - vou reproduzir aqui todas as respostas que dei ao Observador. Nalguns casos, incluí entre parêntesis o porquê da minha resposta.

 

"1. A Constituição deve ser revista de forma substancial durante o mandato do próximo Presidente da República."
Concordo totalmente.

"2. A intervenção dos Estados Unidos na Venezuela foi uma forma legítima de retirar um ditador do poder."
Tendo a concordar (aqueles que invocam o "direito internacional" não são capazes de apontar alternativas; se dependesse deles, o Maduro ainda lá estava).

"3. O Estado deve criar novos mecanismos, mais apertados, de fiscalização da atribuição de subsídios sociais"
Concordo totalmente.

"4. Os pactos promovidos pelo Presidente da República, nomeadamente na saúde, são um bom instrumento para reformar o país"
Tendo a discordar (os problemas da saúde decorrem da má gestão; ora, a má gestão não se vai resolver com pactos, ela só se vai resolver com reformas estruturais profundas).

"5. Portugal deve enviar tropas para a Ucrânia em missão de manutenção de paz quando houver um cessar-fogo ou um acordo de paz"
Neutro (a pergunta está mal formulada: um cessar-fogo e um acordo de paz são duas situações completamente distintas; eu só aceitaria enviar tropas no segundo caso, nunca no primeiro; sou por isso obrigado a responder "neutro").

"6. A isenção de impostos para os jovens na compra da habitação é positiva e deve ser mantida"
Tendo a concordar.

"7. O Estado deve garantir os meios para que todos os cidadãos tenham acesso a cuidados de saúde, independentemente do prestador de serviços (público, privado ou social)"
Concordo totalmente.
"8. O uso de drogas leves para fins recreativos deve ser legalizado"
Neutro (se, por um lado, o uso de drogas é sempre indesejável, por outro lado, a ilegalidade das drogas leves alimenta o crime organizado, que é muitas vezes de origem imigrante).

"9. O Presidente deve vetar uma lei que legalize a eutanásia"
Concordo totalmente.

"10. Portugal deve continuar a trajetória de descida do IRC para promover o crescimento económico"
Concordo totalmente.
"11. A interrupção voluntária da gravidez deve ser alargada até às 14 semanas"
Discordo totalmente (Portugal precisa urgentemente de mais bebés portugueses para evitar a vinda de mais bebés do terceiro mundo).

"12. A maioria do capital da TAP deve ser do Estado""
Neutro (porque depende do estado em que a TAP se encontrar no momento da privatização).

"13. Os poderes do Presidente da República devem ser reforçados"
Tendo a discordar (ter os poderes de dissolver a AR e de vetar os diplomas aprovados pelo Parlamento já é mau quanto baste).

"14. Devemos aumentar os incentivos aos planos privados de reforma para assegurar a sustentabilidade da segurança social"
Tendo a concordar.
"15. Em Portugal, os criminosos mais violentos devem ser punidos com maior severidade"
Concordo totalmente.
"16. A decisão da NATO de aumentar as despesas em defesa dos Estados-membros para 5% é justificável à luz do actual contexto internacional"
Concordo totalmente.
"17. O Presidente deve opor-se aos esforços do governo na liberalização das leis laborais"
Tendo a discordar (embora isso dependa do tipo de "esforços" em causa).
"18. O Presidente da República deve recusar encontrar-se com chefes de Estado com mandado do Tribunal Penal Internacional (por exemplo Putin ou Netanyahu)"
Tendo a discordar.
"19. O aumento do número de imigrantes em Portugal é necessário e positivo"
Discordo totalmente (nem necessário, nem positivo).
"20. A integração europeia deve ser ainda mais aprofundada"
Discordo totalmente (a UE já tem demasiado poder sobre os estados-membros).

 

Em relação aos ponderadores, eu escolhi dar mais peso (+) às questões 1, 10, 11, 15, 19 e 20. Dei menos peso (–) à questão 8 e mantive as restantes neutras (=). 

Esclareço que votaria no Doutor André Ventura qualquer que fosse o resultado deste "votómetro": a minha prioridade principal é o combate à imigração e só mesmo o Doutor André Ventura é que promete alguma coisa nesse capítulo.

 __________________
Outros "votómetros":
 

Fiz o "Votómetro" do Observador da direitinha para as Autárquicas de 2025 (Porto)
Fiz o "Votómetro" do Observador da direitinha para as Legislativas de 2025
Fiz o "votómetro" do Observador para as Europeias de 2024
Votómetro do Observador da direitinha para as Eleições Presidencias de 2024 (EUA)
Votómetros do Observador da direitinha para as eleições Presidenciais do Brasil 2022
Votómetro do Observador (Legislativas 2022): os meus resultados

Miguel Morgado ARRASA as contradições de Cavaco e Portas no apoio ao Tozé (in)Seguro


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Afinal, Portugal já não está assim tão longe da Alemanha, da França e do Reino Unido...


...pelo menos, em matéria de (falta de) Liberdade de Expressão. Faço notar que isto nunca poderia acontecer nos EUA, porque a Primeira Emenda protege os cidadãos deste tipo de perseguição judicial. Mas depois os norte-americanos é que são estúpidos e nós, europeuzinhos com a mania das grandezas, é que somos espertos!
 
  

 
Pelo andar da carruagem, qualquer dia estaremos assim:
 
 

O Aníbal recomenda! O Aníbal é que sabe!


Afinal, porque é que a abrilada está tão preocupada com André Ventura?


       O caso do Armando Vara responde exemplarmente: apesar de ter sido condenado pela justiça DUAS vezes e estar a cumprir pena, o fulano recebe 9 297 euros por mês, 5 729 euros dos quais provêm não de uma, mas de DUAS subvenções vitalícias! O Vara ganha mais dinheiro estando preso do que a maior parte dos administradores das empresas portuguesas a trabalhar!
 
Agora multipliquem esta pouca-vergonha pelos vários pulhíticos abrilinos da "nossa" praça!
 
 
(clicar em cima da imagem para aumentar o seu tamanho)


«O sistema permite que antigos deputados e governantes recebam duas subvenções mensais vitalícias, uma por cada função exercida.

As regras que regem as pensões vitalícias atribuídas a titulares de cargos políticos, em Portugal, permitem que quem tenha exercido funções de deputado e de membro do governo receba duas subvenções mensais vitalícias distintas.

Este sistema significa que um antigo parlamentar pode acumular uma pensão vitalícia pelo tempo que serviu na Assembleia da República e outra pelo tempo em que liderou um Ministério ou que foi Secretário de Estado.

Um dos exemplos mais mediáticos é o de Armando Vara. Segundo dados apurados, recebeu duas pensões deste tipo: 3223 euros mensais pela carreira como deputado e mais 2506 euros pela passagem por cargos governamentais.

Para além disso, Armando Vara recebe ainda uma pensão de reforma de 3568 euros.

Assim, por estas três pensões, Vara recebe um total de 9297 euros por mês.

Até agora, a existência destas pensões autónomas para cada cargo não estava amplamente conhecida e a ministra da Segurança Social ainda não comentou oficialmente o caso, quando contactada sobre o assunto.

Este caso surge num momento em que o debate em torno das pensões em Portugal continua muito acesso, com propostas políticas a discutir aumentos permanentes para pensões mais baixas e com a despesa com pensões a crescer significativamente no país.»

O Alberto Gonçalves comenta o apoio do Cavaco da direitinha Silva ao xuxa Tozé (in)Seguro


O vídeo só começa por volta dos 44 segundos.

André Ventura reage ao apoio do Cavaco e do Portas ao (in)Seguro


A reacção do Pedro Rosário ao apoio do Paulo Portas ao Tozé (in)Seguro


Descobri agora mesmo a linda fronha do Alex Pretti, suposta vítima do ICE


É impressão minha, ou o fulano parece um tanto ao quanto (((bonito)))?

O Alberto Gonçalves - que até é um liberal - ironiza sobre a forma caricata como o centrão se uniu contra o André Ventura


E mais DOIS direitinhas declaram apoio ao xuxa (in)Seguro! Um deles é Cavaco Silva, um autêntico ídolo da direitinha!!!


      Sim, meus caros, o prófe Aníbal perdeu a vergonha e diz que vai votar no (in)Seguro! Ainda querem mais provas de que o centrão abrilão é uma realidade? Ainda precisam de mais evidências de que o PS e o PSD são exactamente a mesma coisa??? O homem que a direitinha dizia representar melhor o combate contra o socialismo vai votar num socialista!!!
 
E olha outro paspalho que tem andado a gozar com os conservadores há décadas
 
Paulo Portas assume voto "fácil" em Seguro na segunda volta. “O senhor que grita muito só sabe dividir”

 

Esta de "dividir" é o máximo, vinda de um fulano que passou a maior parte da sua carreira política a criticar a imigração! Eu ainda me lembro de, há quase 20 anos, haver TRISTES que se diziam nacionalistas no blogue Gladius, a dizerem que não iam votar no PNR para dar o seu voto a esta criatura (Portas), racionalizando que "ai, o Portas é o único com hipótese de chegar à AR"! Vejam bem a merda que fizeram, seus idiotas! Levaram esta gentalha ao colo, estes traidores de Portugal e dos portugueses!!!

Esperam que estejam contentes, porque esta lista actualizada dos direitinhas que vão votar no (in)Seguro também é vossa: 


CDS (4)

Assunção Cristas
Cecília Meireles
Francisco Rodrigues dos Santos
Paulo Portas
Rui Moreira*

 

IL (4)

Carlos Guimarães Pinto
 Mariana Leitão
Mário Amorim Lopes
Rodrigo Saraiva 

 

PSD (8)

domingo, 25 de janeiro de 2026

E para começar a semana a irritar as pessoas certas, aqui fica uma pintura de 1908 da autoria de um certo austríaco "sem talento"


Quando a realidade supera a ficção: "jovem" que lidera o Nova Direita apela ao voto em Ventura para combater o socialismo! 😮


Isto é só mesmo para pôr as coisas em perspectiva: há "jovens" em Portugal que são mais coerentes do que a "nossa" direitinha! Eu, se fosse iélico, laranjinha ou "popular" e visse este vídeo, morreria de vergonha!
 

«E agora, algo completamente diferente...» (2)


Este 'short' não tem nada a ver com nacionalismo, mas achei estas imagens demasiado fantásticas para não as partilhar: 
 

O Observador tem um novo cronista, que dá pelo nome de João Maurício Brás. O seu primeiro artigo é soberbo!


«Marc Carney: do merceeiro de Havel ao banqueiro de Davos - coragem zero, oportunismo total

O discurso de Mark Carney em Davos (20 de Janeiro de 2026) foi saudado pela comunicação social liberal-progressista como exemplar, corajoso e lúcido. Não o é. Trata-se da mais recente e sofisticada tentativa do liberalismo progressista de sobreviver ao colapso da ordem que ele próprio erigiu e de que beneficiou durante décadas. O primeiro-ministro do Canadá anuncia a morte da “ordem internacional baseada em regras” como se descrevesse um acidente inevitável, uma “rupture, not a transition”, o fim de uma “pleasant fiction”. Na realidade, fala do fracasso histórico do seu próprio projecto ideológico. O liberalismo progressista não caiu por traição; caiu por ter sido aplicado na íntegra. Trump e outros fenómenos são efeitos, não causas.

Aqueles que hoje lamentam a “nova realidade brutal” são os principais arquitectos do desastre. Durante décadas, prometeram globalização regulada, justa, inclusiva e pacificadora. Entregaram desindustrialização, erosão das soberanias, dependências estratégicas letais, fragmentação social, erosão cultural e uma oligarquia tecnocrática cada vez mais desligada dos povos. A “ordem baseada em regras” nunca foi universal: foi hierarquia disfarçada, excepções convenientes para os fortes, e moral selectiva administrada por elites financeiras, jurídicas e mediáticas. Carney reconhece agora que essa ordem acabou, “the old order is not coming back”, mas falta-lhe a honestidade de admitir que foi ela própria que destruiu a credibilidade da regra. A “nova ordem” que acena não é renovação; é a velha ordem a tentar sobreviver num mundo desenraizado, de consumo e espectáculo, que se pretendia homogéneo e incontestável. 

O Canadá integrou plenamente essa ordem dos mais fortes que essa elite agora denuncia com falsa humildade. A ordem liberal-progressista quis submeter o planeta, rotulando de antidemocrática qualquer recusa de capitulação. Implodida, os seus líderes deviam assumir as responsabilidades do poder hegemónico exercido sob disfarce de boas intenções. Carney não lamenta o significado perdido da ordem internacional; lamenta que ela já não dependa da sua ideologia. É verdade que o autor do discurso identifica correctamente a instabilidade crescente, a fragmentação do sistema internacional e o regresso da lógica de poder. O problema é que confunde o diagnóstico do colapso com a absolvição dos seus autores. A proposta de coordenação entre “potências médias”, “if you’re not at the table, you’re on the menu”, não é solução; é tentativa de salvar o cosmopolitismo tecnocrático sem o nomear. Troca-se o império por um condomínio de especialistas, mas mantém-se a lógica: decisões afastadas dos povos, legitimadas por “valores” abstractos, blindadas contra a política real e protegidas por retórica moral. 

O banqueiro de Davos fala de realismo, mas recusa a realidade fundamental: as nações não são meras unidades económicas; são comunidades históricas. A política não é gestão de interdependências; é governo de povos concretos. A soberania não é detalhe técnico; é condição da democracia. A ordem verdadeira não nasce de regras abstractas; nasce de lealdades, limites, tradições e responsabilidade partilhada. O liberalismo progressista de Carney persiste em ver os conflitos globais como falhas de coordenação, quando são choques de civilizações, interesses vitais, identidades e visões morais inconciliáveis. A sua linguagem permanece pós-histórica; o mundo regressou ao trágico. Ao citar Havel e “living within a lie”, o merceeiro que retira o cartaz da montra, o orador aproxima-se da verdade que não ousa atravessar. A grande mentira do nosso tempo foi exactamente a de que o mercado global, a governação técnica e o progressismo cultural podiam substituir política, cultura e moral. Mas o “viver na verdade” de Havel, em O Poder dos Impotentes, não é estratégia geopolítica nem reconfiguração de alianças: é acto existencial, solitário, perigoso, muitas vezes autodestrutivo. O merceeiro arrisca tudo, vida, emprego, família, dignidade. Carney e as elites retiram o cartaz só agora que a “polícia”, a hegemonia complacente, já não vigia nem pune. Isso não é coragem; é adaptação tardia, oportunismo tardio. As referências a Tucídides, “the strong do what they can and the weak suffer what they must”, e a Havel iludem as lições verdadeiras: os Estados não caem por falta de valores; caem por má avaliação da sua posição real no poder. Os impérios criam regras enquanto lhes convêm e abandonam-nas quando limitam. Carney lamenta precisamente o fim dessa excepção conveniente para o Ocidente liberal. Substitui um cartaz por outro: as “hortaliças” deram lugar ao chavão vazio de “realismo baseado em valores”. Este discurso é emocionalmente apelativo, mas factualmente oco. Não existe “potência média colectiva” como sujeito histórico unificado; existem Estados com medos, horizontes e tolerâncias ao risco díspares. Se Havel fosse vivo, perguntaria a Carney: onde estavas quando a hipocrisia beneficiava o teu conforto? Se a ordem era má, porque viveste nela confortavelmente durante décadas? Quem denuncia a mentira do sistema sem nomear a própria cumplicidade permanece dentro dela. O novo conservadorismo recusa a nostalgia dessa ordem e a ilusão da sua reforma. Ela não colapsou por imperfeição; colapsou por ser antropologicamente falsa: negou limites humanos, dissolveu vínculos, reduziu o cidadão a consumidor, a pátria a mercado, a cultura a produto, a política a gestão, a verdade a narrativa. 

A alternativa não está numa nova arquitectura multilateral desenhada em Davos. Está na restauração da política como destino comum, da economia como instrumento e não senhor, da cultura como raiz, da soberania como responsabilidade e da tradição como continuidade viva. Precisamos de pertença antes da interdependência, identidade antes da coordenação, soberania antes da regra, comunidade antes do sistema. Carney propõe resiliência sem pertença, cooperação sem identidade, ordem sem transcendência. Trump também não é a resposta. O liberalismo progressista quer salvar o mundo da história. O que importa é salvar a história do liberalismo progressista. Apesar da elegância retórica e da lucidez táctica parcial, o discurso de Carney não é ruptura. É o lamento de uma elite que percebeu a perda de controlo, mas ainda não entendeu porquê.»

Simplificando a escolha do próximo dia 8 de Fevereiro para os totós...




sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Automobilista aborda um eleitor do PS


Olha, outro abrileiro tido como "moderado" a quem caiu a máscara!


       Quer dizer, caiu a máscara para aqueles que não foram capazes de ler nas entrelinhas, porque eu nunca encarei este indivíduo como moderado. Nenhum xuxa é moderado, NENHUM! O que sucede é que, dependendo do grau de inteligência, alguns xuxas disfarçam melhor do que os outros, mas todos acabam por revelar o seu desprezo pelo eleitorado e a sua face autoritária logo que as coisas lhes começam a correr mal...


Mais uma prova inequívoca de que PS = PSD (17): o pigmeu laranjinha apoia o Tozé xuxinha


       E na sequência da posta anterior, aqui fica mais um pulhítico abrilino a dar o dito por não dito... é que, apesar de ter sido contundentemente derrotado na primeira volta das Presidenciais 2026, o pigmeu ainda precisa de manter os seus donos globalistas contentes! 😅


Mais quatro direitinhas do PSD, da IL e do CDS declaram o seu apoio ao Tozé (in)Seguro


As três entradas novas são as seguintes:


Aproveito para  actualizar a lista dos "anti-socialistas" que vão votar Seguro:

 

CDS (4)

Assunção Cristas
Cecília Meireles
Francisco Rodrigues dos Santos
Rui Moreira*

 

IL (4)

Carlos Guimarães Pinto
 Mariana Leitão
Mário Amorim Lopes
Rodrigo Saraiva 

 

PSD (8)


 

Isto só comprova aquilo que nós, nacionalistas, temos dito ao longo dos anos: na hora da verdade, os direitinhas escolhem sempre a Esquerda, SEMPRE! Porquê? Porque, no fundo, eles comem do mesmo prato que a Esquerda, servem os mesmos amos e prosseguem os mesmos objectivos: a imigração sem limites, a mundialização da economia, a destruição das nações e a miscigenação total dos povos. Tudo em nome do desígnio da criação de um governo mundial onde os direitinhas esperam poder vir a ter um lugar.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Aproveitem, iélicos! Aproveitem, que é de graça!

 


O Alberto Gonçalves faz notar que as acusções de assédio sexual imputado a Cotrim de Figueiredo desapareceram dls mé(r)dia após o acto eleitoral


      Começo por relembrar que eu não posso com o Cotrim, considero-o um exemplo paradigmático de tudo o que está mal com as "elites" da Europa do presente. Mas o Alberto Gonçalves fez muito bem em relembrar o que lhe fizeram em véspera de eleições. Também é assim que a abrilada ganha, inventando casos e casinhos para condicionar e até derrubar os seus adversários.
 
Agora só resta saber qual dos dois, PS ou o PSD, armou a tramóia ao Cotrim. Na prática, acaba por ser indiferente: qualquer pessoa de bem sabe que PS = PSD e o resto é conversa.
 

Mais uma "feminista" desmascarada...


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Mais uma entrevista de André Ventura, mais uma torrente de ataques desonestos


Desde o primeiro momento, o "jornalista" esteve sempre ao ataque... 

 

O Alberto Gonçalves ridiculariza a beatificação do Tozé (in)Seguro pela direitinha globalista


Entretanto, no Fórum Económico Mundial...


"Sou de Direita, mas voto no Seguro"...


        ...é a nova versão do velho "sou heterossexual, mas faço sexo com homens".

O "jornal" Expresso atinge um novo mínimo


      Notícia sobre neonazis, fotografia do André Ventura a acompanhar, que é para tentar que os parolos associem uma coisa à outra! Infelizmente, este tipo de manipulação acaba por resultar com muita gentinha analfabruta...

 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

O Alberto Gonçalves denuncia a hipocrisia da direitinha do sistema que veio a correr, toda afoita, anunciar o voto no Tozé (in)Seguro


O programa só começa aos 17 segundos do vídeo.
 

Miguel Morgado defende que o (in)Seguro será o presidente que o Montenegro sempre quis realmente


Mais uma do indigente mental residente da TVI (2): "o PSD tem que apoiar o Seguro, pá!!!" 🤡


Preço médio de uma casa vs. salário médio nos EUA entre 1925 e 2024: um interessantíssimo gráfico animado


A melhor parte de o André Ventura ter passado à segunda volta...


...é que agora estamos a ver finalmente a verdadeira face da direitinha do sistema:


Pedro Duarte, presidente da Câmara do Porto (PSD), votará em Seguro na segunda volta 

Rui Moreira anuncia voto em Seguro na segunda volta
Poiares Maduro (PSD) apoia Seguro na segunda volta. "Nos aspectos fundamentais do regime político, estou mais próximo de Seguro do que de Ventura"
José Eduardo Martins (PSD) e António Capucho (PSD) anunciam voto em Seguro

José Pacheco Pereira (PSD) votará em "socialista mole" Seguro
Mário Amorim Lopes (IL) e José Miguel Júdice (PSD) apoiam António José Seguro
Rodrigo Saraiva da Iniciativa Liberal anuncia apoio a Seguro
Carlos Guimarães Pinto (IL): “Vou votar em Seguro"
Cecília Meireles (CDS) declara voto em Seguro na segunda volta
Francisco Rodrigues dos Santos, ex-líder do CDS, assume que estará com Seguro na 2.ª volta

 

Tudo isto só no último dia e meio, quando ainda nem sequer passaram 48 h desde as eleições! Se alguém ainda tinha dúvidas, aqui está a verdade nua e crua: os direitinhas apoiam o xuxa (in)Seguro, tal como apoiaram o Merdama, a Hilária, o Bidé e a Kamela!

No que toca à imigração, os partidos da direitinha querem mais, não menos! E apoiarão sempre o candidato que for mais pró-imigração contra o candidato que for mais anti-imigração!

"Coerência" iélica...

 


domingo, 18 de janeiro de 2026

Primeiras impressões sobre as Presidenciais de 2026


       À hora a que escrevo esta posta, os resultados relativos ao território português já estão todos contados, sendo que falta apurar apenas 12 consulados, pelo que os resultados finais já não devem diferir muito disto:

 


Tenho muito a dizer sobre estes resultados, mas já não vai dar para ser hoje, que amanhã vou ter de me levantar muito cedo.

Faço notar apenas o seguinte: aqueles que previam o fim do PS devem pôr bem os olhos nos números destas eleições. Um candidato amorfo, sem carisma nenhum e com uma conversa tão superficial e sonsa que é digna de uma candidata a Miss Portugal, teve mais do que o triplo dos votos que a Ana Gomes tinha tido em 2021! 

Já há muito que eu venho a avisar: o PS nunca, mas nunca pode ser subestimado. É a organização partidária mais poderosa de Portugal e aquela que, infelizmente, continua a cativar a maior fatia do eleitorado, mesmo que esse eleitorado possa oscilar de eleição para eleição.

E o mesmo é válido para outros neomarxismos... tenho ouvido muita gente ingénua a vaticinar o fim do wokismo, mas o wokismo nunca acabará, apenas se metamorfoseará. Só quem não percebe nada de marxismo é que pode pensar o contrário. Os marxistas nunca desistem, eles lutam até ao último suspiro. E nós temos de nos convencer que a luta contra eles é eterna, é a luta do Bem contra o Mal, pelo que nunca poderemos dar-nos ao luxo de baixar os braços, nem dar nenhuma vitória como definitiva.

Mais umas bacoradas por parte do Cardeal Patriarca de Lisboa


Pasmem, caros leitores, que isto que transcrevo a seguir foi dito por um Cardeal da ICAR, não por um padreco qualquer: 

«A presença de muitos imigrantes de outras religiões não diminui o cariz cristão e católico dos valores morais da sociedade portuguesa, porque essa tal matriz a que se refere está no coração das pessoas»

 

Leram bem? Haver "muitos imigrantes de outras religiões" não afecta em nada o cristianismo, pá! Mas mesmo nada, hem!!! Enquanto houver um português cristão, o cristianismo vingará! 🤪 Pelo visto, o declínio da ICAR é tão grande, que agora até temos cardeais que nem sequer compreendem matemática básica! 🤦‍♂️


Presidenciais 2026: uma boa notícia, pelo menos, para já... (2)


Actualização da tabela da posta anterior com o valor da afluência às 16 h:

   

Presidenciais 2026: uma boa notícia, pelo menos, para já...


A afluência até às 12 h foi a maior dos últimos 20 anos:


Resta saber se ainda o continuará a ser depois de as urnas fecharem...

sábado, 17 de janeiro de 2026

Mais uma eleições, mais um "dia de reflexão"...


       Pois é, caros leitores, o tempo voa... amanhã será, novamente, dia de eleições. Desta feita, de eleições presidenciais. Diz a Lei Eleitoral abrilina... eeer... perdão, portuguesa que, entre hoje e amanhã até às 19h00, “não podem ser transmitidas notícias, reportagens ou entrevistas que de qualquer modo possam ser entendidas como favorecendo ou prejudicando um concorrente às eleições em detrimento ou vantagem de outro”.  

A mesma Lei acrescenta que “toda a actividade passível de influenciar, ainda que indirectamente, os eleitores quanto ao sentido de voto, bem como a exibição, junto das mesas de voto, de símbolos, siglas, sinais, distintivos ou autocolantes de quaisquer listas estão proibidas”.

A pena para os incumpridores pode chegar aos seis meses de prisão... e como agora prisões estão cheias de "jovens", meio-"jovens" e afins, eu vou optar pela preservação do último troço do meu aparelho digestivo - que, aliás, já sofreu o suficiente durante a época de Natal e fim de ano recentes -, e vou fazer apenas aquilo que faço sempre em véspera de eleições: apelar ao voto, i.e., à comparência dos leitores do TU(f) nas urnas.

Porquê, então, votar amanhã?

Desde logo e como eu tenho repetido constantemente ao longo dos anos, porque não votar é votar por omissão. Quando nós não votamos, há sempre muitas outras pessoas que votam. E, votando elas e não nós, são elas - e só elas - quem acaba por decidir o nosso destino colectivo.

Perante este argumento, há quem contraponha, ignorantemente: "ah, mas se houver muita gente a não votar, as eleições ficam postas em causa, pá"! Ficam? Como é que ficam, se a Constituição abrilina... ai, perdão, portuguesa é absolutamente clara a esse respeito? Ora, reparem:


Constituição da República Portuguesa

Artigo 152.º
Representação política
1. A lei não pode estabelecer limites à conversão dos votos em mandatos por exigência de uma percentagem de votos nacional mínima.

Traduzido para totós: quer votem 10 milhões de eleitores, quer votem apenas 10 pessoas, as eleições serão sempre consideradas válidas. SEMPRE! Metam isto nas vossas cabecinhas ocas e analfabrutas de uma vez por todas: apelar à abstenção é apelar à vitória de quem for votar! É dar o ouro todo ao bandido e ainda se congratular por isso!
 
Isto significa que quem não vota, consente. E, nesse sentido, repito novamente, não votar é votar por omissão. Os abstencionistas bem podem protestar, espernear e choramingar à vontade, porque a verdade é só uma: quem não vota, é tão responsável pela eleição dos pulhíticos como quem vota neles. Dizer o contrário é como dizer que um tipo que nunca fala com as mulheres merece ter uma namorada toda boazona. Ou que um tipo que não tem trabalho e que nem sequer anda à procura emprego merece ser promovido a chefe de secção. Não se pode renunciar a participar nos processos necessários para se atingir determinados fins e depois reivindicar direitos sobre esses fins. Não há um pingo de seriedade nas pessoas que agem desta forma!

E o que é válido para a abstenção também serve para os votos brancos/nulos, conforme esclarece a Comissão Nacional de Eleições:
 
   «O que é um voto em branco?
 
    É aquele cujo boletim não contenha qualquer marca ou sinal.
 

     O que é um voto nulo?
 
    É aquele em cujo boletim de voto:

       - Tenha sido assinalado mais de um quadrado;
       - Haja dúvidas sobre qual o quadrado assinalado;
       - Tenha sido assinalado o quadrado correspondente a uma candidatura que tenha sido rejeitada;
          ou desistido das eleições;
       - Tenha sido feito qualquer corte, desenho ou rasura;
       - Tenha sido escrita qualquer palavra.

O que acontece se numa eleição os votos brancos e/ou nulos forem superiores aos votos nas candidaturas?

Os votos em branco, bem como os votos nulos, não sendo votos validamente expressos, não têm influência no apuramento do número de votos obtidos por cada candidatura e na sua conversão em mandatos.

Ainda que o número de votos em branco ou nulos seja maioritário, a eleição é válida e os mandatos apurados tendo em conta os votos validamente expressos nas candidaturas.
»

...Ou seja, mais uma vez: votar branco/nulo é, na prática, votar por omissão!
 
Quem não vota ou vota branco/nulo, consente. Bem podem os iludidos e os que votam branco/nulo protestar que "não consentem coisa nenhuma" e que "só não alinham na palhaçada democrática" porque, na prática, consentem e alinham de bom grado: os votos não apurados não representam nada de concreto, nenhuma posição ou tendência política em particular. Nem poderiam representar nada, porque não há forma legítima de atribuir intenções a quem não vai votar, muito menos a um voto branco/nulo. Há uma multiplicidade de motivações possíveis para se abster ou votar branco/nulo, pelo que ninguém pode atribuir a esses "não-votos" um significado particular. Não adianta insistir no contrário, porque as coisas só têm valor quando têm efeitos práticos e a abstenção/brancos/nulos não têm efeito prático nenhum. Não causam, nem poderão alguma vez causar qualquer mossa aos partidos que não queremos ver no poder. Pelo contrário, até os favorecem, porque quanto menos votos contra eles houver, maior será a sua percentagem relativa no resultado final do sufrágio. Por isso, deixem de sonhar acordados: não vai haver nenhuma revolução ou mudança radical de regime só por causa da abstenção ou dos votos brancos/nulos; tal coisa nunca aconteceu no mundo civilizado, pelo que muito dificilmente vai acontecer aqui em Portugal, onde nunca nada acontece primeiro.

É preciso lembrar ainda que não se vota apenas para escolher um determinado candidato, vota-se também para impedir ou para mitigar a hegemonia dos outros partidos/candidatos. E que, quando votamos, estamos a dar maior visibilidade política e mediática não apenas ao partido em que votamos, mas também ao movimento ideológico a que ele pertence. Isto não é coisa pouca, porque há ideias e conversas que só entram no espaço público se forem trazidos por certos intervenientes, mesmo que esses intervenientes tenham poucas hipóteses de vencer. Muitos teimam em não perceber isto: muito do que é aceitável hoje em dia não o era há apenas uns anos atrás. E só se tornou aceitável hoje em dia porque houve alguém que teve a coragem de, nalgum momento passado, quebrar tabus. E, sobretudo, porque houve muitas pessoas que recompensaram essa coragem com o seu voto.

Vocês podem sempre optar por fazer como o fulano da imagem que se segue. Mas depois não se podem queixar de que ficou tudo na mesma. Lamento, mas não podem! Cruzar os braços e não fazer nada não é uma estratégia de actuação válida! Estas coisas são como os jogos de futebol: não podemos marcar golos estando sentados no banco de suplentes. Aliás, a analogia ainda é mais grave do que isso, o fulano na imagem abaixo nem sequer respondeu à convocatória, nem sequer compareceu no terreno de jogo, mas julga que pode influenciar o resultado de forma decisiva! Tal é o nível de alucinação desta gente!!!