domingo, 23 de agosto de 2026

Ainda as questões do aborto, do infanticídio, da identidade de "género" e da criminalização da masculinidade que contribuem para o colapso da natalidade


         Este brilhante segmento do (((Bill Maher))) relembra-nos outra dimensão do problema: até ao virar do século passado, muitas famílias começavam a ser formadas quando duas pessoas, futuro marido e mulher, se conheciam no trabalho. O local de trabalho era um dos melhores lugares paras se conhecer a futura esposa ou o futuro marido. Porquê? Porque o local de trabalho era um dos poucos lugares onde duas pessoas podiam conversar recorrentemente, tendo tempo suficiente para se conhecerem devidamente, interagindo um grande número de vezes uma com a outra. Não sou eu que o digo: o próprio (((Bill Maher))) cita um estudo da Forbes segundo o qual 43% dos romances no local de trabalho acabaram em casamento!

Mas hoje, graças às políticas de “igualdade” dos departamentos de recursos humanos, fortemente doutrinados na inenarrável ideologia feminista, isso é praticamente impossível. Bem sei que o assédio sexual existe e deve ser combatido, mas hoje em dia basta um 'bom dia' ou um convite para um café mal interpretado para se poder ser despedido. E não pensem que isto é só nos EUA, que eu conheço dois casos ocorridos aqui em Portugal em que os moços não fizeram nada de mais!

Agora pensem, caros leitores: porque é que tanto na sociedade actual parece ter sido concebido para impedir os homens e as mulheres de estabelecerem relações amorosas saudáveis e, sobretudo, de se reproduzirem? Acham mesmo que isto tudo é apenas coincidência?


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