sexta-feira, 24 de julho de 2026

O Elon Musk coloca a editora-chefe da revistazeca panfletária e globalista que dá pelo nome "The Economist" no seu devido lugar


         A criatura, para aqueles que tiverem a curiosidade mórbida de querer saber, chama-se Zanny Minton Beddoes. Tem cara de bruxa, tal como a Cristina Lagarde(re), deve ser o look globalista do momento. Perante a calúnia/acusação de que o Sr. Musk seria um apoiante da extrema-direita, o Sr. Musk respondeu que ele defende simplesmente as pessoas normais e que bastaria recuar até aos discursos proferidos pelo Obama ou pela Hilária há 10-15 anos para encontrar posições que, à data de hoje, seriam encaradas como "extremistas" pelas Zannys deste mundo.
 
E isto foi apenas o início! A certa altura, a senhora editora até engole em seco! 😂
 


Aqui fica uma versão mais longa da interacção, para quem estiver interessado: 


4 comentários:

Ricardo A disse...

Em New York o globalista islamo-comunista Mandani já arranjou mais uns "amigos" e não são uns "amigos" de pequena monta, check https://youtu.be/2wGaLAKIwDo?si=y1VND0sfvNNUoC2c (no meu Imagens 2,no post A grande Guerra cultural, tenho mais alguns links de video sobre isto e outros assuntos relacionados com a máfia italo-americana)

Afonso de Portugal disse...

Ah ah ah, pode ser que os "wiseguys" nova-iorquinos consigam fazer o que a Direita lá do sítio não consegue e acabem de vez com o islamista chico-esperto!

Passarei pelos seus blogues ainda hoje, caro Ricardo! Obrigado!

Lol disse...

caramba tu deves ler muito pois atualizas ate mais que o celso mas ambos sao bons

Afonso de Portugal disse...

Eu tenho a vantagem de perceber a língua inglesa quase perfeitamente. Isso possibilita-me ver muitos vídeos no YouTube sem nunca os chegar a ver, isto é, eu ouço os vídeos enquanto faço outras coisas ao mesmo tempo (conduzir o carro, lavar a louça, limpar a casa, etc.) Se assim não fosse, eu nunca coseguiria actualizar o TU tantas vezes.

Isso é algo que recomendo vivamente que você faça: melhorar o seu inglês até onde for possível. O inglês, hoje, é como o latim no Império Romano. Quem não o falar terá muita dificuldade em perceber o mundo na sua totalidade.