quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Nos EUA, o Estado do Massachusetts passou a permitir o aborto em qualquer estádio da gestação! 🤬


        Relembro que o aborto até ao nascimento também já é permitido em Inglaterra e Gales. Faço notar que os ideólogos abortadeiros, quase sempre gente de Esquerda, foram argumentando, ao longo dos anos, que matar bebés nas primeiras semanas de gestação não era um crime, porque "um feto ainda não é um bebé e não sente dor como um bebé".
 
Esta "argumentação" era, evidentemente, do mais descaradamente mentiroso que podia haver. E qualquer pessoa minimamente clarividente percebia que o que esta gente queria realmente era poder matar bebés à vontade e à fartazana, mais nada. Tudo o resto era relativismo pseudocientífico. Agora, perante a aceitação legal da possibilidade de matar bebés até aos nove meses, as intenções assassinas dos abortadeiros neomarxistas já não podem ser negadas.
 
Como expliquei aqui, o aborto é parte integrante do genocídio branco. Cada bebé branco que fica por nascer implica a perda não apenas desse bebé, mas de toda a sua descendência. E, perante o inevitável declínio demográfico resultante (recordo que só aqui em Portugal já tivemos 300 mil bebés abortados desde a legalização do aborto, em 2007), o poder político e económico trata de substituir cada bebé branco em falta por um ou mais iminvasores não-brancos.
 
Infelizmente, demasiados europeus e norte-americanos - incluindo demasiados nacionalistas - têm-se revelado incapazes de compreender que o genocídio branco não se resume à importação de imigrantes, nem à simples miscigenação. O aumento exponencial do número de abortos no Ocidente, a par da queda vertiginosa da natalidade, da promoção do anti-natalismo niilista, da ideologia de "género" aos menores de idade e da propaganda pró-LGBT ao nível institucional, fazem parte da estratégia de substituição populacional em curso. É tão simples quanto isto: nós não poderemos vencer as batalhas do futuro se não tivermos gerado soldados/combatentes suficientes para as travar. Logo, tudo aquilo que contribua para gerarmos menos soldados/combatentes trabalha contra nós, não a nosso favor.
 
 

4 comentários:

Lol disse...

eu nem vejo so pela demografia coletiva pois nao me considero natalista mas a nivel individual e anti etico tambem..

Lol disse...

legalizacao do homicidio mas depois wokes sao diferentes dos nazis confia..

Afonso de Portugal disse...

Nunca foram. Simplesmente foram os vencedores da Segunda Grande Guerra e puderam contar a versão da História que melhor lhes conveio...

Afonso de Portugal disse...

O problema é que muitos no Ocidente acreditam que o "direito" da mulher a abortar se deve sobrepor ao direito do bebé a nascer. E, infelizmente, muitos nacionalistas acreditam o mesmo.

É por isso que eu apelo ao critério demográfico. O aborto que é praticado no Ocidente afecta sobretudo bebés ocidentais. E mesmo que esses bebés sejam maioritariamente não-brancos (sabemos ser o caso nos EUA), o problema é que não há praticamente brancos a nascer em mais nenhuma outra parte do planeta, enquanto há milhões não-brancos a nascer no resto do mundo.