terça-feira, 21 de julho de 2026

Prémios Darwin 2026: Francisco Sousa


Quem se deita com cães, acorda com pulgas. E quem se deita com brasileiros...

«Francisco Sousa, de 60 anos, foi assassinado pelos pais da ex-namorada que, em conjunto com um terceiro homem, decidiram ir [do Brasil] ao Porto matá-lo. O casal, vindo do Brasil, tinha estado em Portugal de férias no ano passado e percebeu que o empreiteiro tinha sempre muito dinheiro em casa

 

A vítima, o vencedor de um Prémio Darwin, Francisco Sousa. 

 

«Voltaram este ano: esperaram-no à porta, agrediram-no e estrangularam-no. Roubaram tudo: não se sabe quanto, apenas que ainda tinham 15 mil euros na sua posse quando foram presos. Compraram roupa, electrodomésticos e artigos de electrónica.»

 

Este segundo artigo dá-nos mais pormenores acerca do sucedido: 

«Três brasileiros viajaram desde o país natal até Portugal para assaltar e matar um homem no Porto. Foram detidos pela Polícia Judiciária no aeroporto de Lisboa, quando tentavam regressar a casa.

De acordo com a PJ, o crime ocorreu na noite de 8 de Julho, mas o corpo da vítima só foi encontrado dois dias depois, após alerta de amigos. Os suspeitos são dois homens e uma mulher, entre os 40 e os 45 anos. Estão indiciados por crimes homicídio e furto qualificados.

Os suspeitos "saíram do Brasil a 6 de Julho e aterraram no Aeroporto de Lisboa na manhã do dia seguinte". "Seguindo um plano preparado ao pormenor, e sabendo que a vítima guardava valores significativos em casa, os suspeitos deslocaram-se, de imediato, para a cidade do Porto, tendo abordado vítima, com violência, no interior da sua residência. Após manietarem e provocarem a sua morte por asfixia, apoderaram-se de diversos objectos de valor e colocaram-se em fuga para a cidade de Lisboa", explica a PJ em comunicado.

Na segunda-feira [20-Jul-2026], foi desencadeada uma operação policial que permitiu a concretização das detenções por elementos da PJ, no Aeroporto de Lisboa, quando os suspeitos, na posse de uma elevada quantia em numerário e de produtos adquiridos com parte do dinheiro furtado, se preparavam para apanhar um voo de regresso ao Brasil. Vão ser presentes a tribunal.»

 

Moral da história? Cuidado com as "mulheres fáceis" do Brá-Zíu... a conta vem muitas vezes mais tarde, com juros!

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