terça-feira, 14 de julho de 2026

Sempre gostava de ouvir o que é que aqueles que dizem que "a natalidade não interessa para nada" têm a dizer sobre isto


Se "a natalidade não interessa para nada", então, porque diabo é que a ERC faz questão de punir os canais de televisão que passaram o anúncio anti-aborto do Miguel Milhão?
 
O Alexandre não diz isto, mas reparem, caros leitores: a argumentação da ERC de que o anúncio do Miguel Milhão não se enquadra no âmbito da publicidade comercial também se aplicaria aos anúncios da prevenção rodoviária,  às campanhas contra o racismo, aos apelos à poupança da água, à reciclagem ou à participação em eleições. Ao longo dos anos, houve pelo menos dezenas de anúncios destas categorias em blocos comerciais a meio dos telejornais e das telenovelas. Portanto, o argumento da ERC não cola.
 
Isto não é regulação, é censura! A ERC, ao abrir estes processos sem precedentes, está efectivamente a censurar. Estão a ver porque é uma péssima ideia deixar o Estado mandar no que as pessoas podem dizer? É que o Estado não é uma entidade abstracta, muito menos benevolente... o Estado são as pessoas que estão no poder. E as pessoas, uma vez no poder, tendem a não querer abrir mão dele, pelo que farão tudo ao seu alcance para o preservar. Convencer os portugueses a não ter filhos é parte dessa estratégia: os filhos que não temos hoje serão os imigrantes que virão no futuro. Ou pior, que já nascerão portugueses. A ERC sabe disto perfeitamente. É por isso que não quer anúncios nas televisões a apelar a que não se matem mais bebés portugueses.


9 comentários:

Osbert of Bawdsey disse...

😲

Afonso de Portugal disse...

É graças a estas "pequenas intervenções" que podemos inferir as grandes tendências... mas deixa lá, "o importante é fechar as fronteiras", dizem os que não percebem que isto é uma guerra a várias gerações!

Lol disse...

esse dogma do aborto nem e anti natalista senao eles esterelizariam as pessoas eles sao satanicos sentem prazer em destruir os fetos..

Afonso de Portugal disse...

O aborto e o anti-natalismo são estratégias complementares: o anti-natalismo serve para convencer os brancos a não terem mais filhos, enquanto o aborto serve como solução de último recurso para quando o convencimento falhou.

O aborto também serve para eliminar todos os bebés brancos que vão sendo concebidos por acidente, i.e., vão sendo concebidos por distracção ou descuido dos pais.

Alguns nacionalistas protestam, mas a minha simples existência é prova do que digo: no início da década de 50, a minha avó paterna pensou seriamente em abortar o meu pai. Só não o fez porque, sendo ela devotamente católica, sentiu uma culpa irreprimível. Se ela tivesse abortado o meu pai, haveria agora menos nove portugueses em Portugal: eu, os meus irmãos e os nossos filhos!

Agora multiplique isto pelos mais de 300 mil abortos que já foram feitos em Portugal desde que a lei foi aprovada…

White_Cat disse...

👍

Osbert of Bawdsey disse...

[... Agora multiplique isto pelos mais de 300 mil abortos que já foram feitos em Portugal desde que a lei foi aprovada ...]
Muita gente mesmo!... E que nos faziam tanta falta.

Afonso de Portugal disse...

😉

Afonso de Portugal disse...

Verdade! Mas repara que este é um tema difícil mesmo entre os nacionalistas. Isto, para mim, devia ser consensual. O aborto é parte integrante do genocídio branco, é uma das muitas ferramentas que eles têm usado para acabar connosco. Há até feministas que escreveram que se deveria encorajar o aborto no Ocidente como forma de controlo populacional, mais precisamente o canalha do (((Larry Lader))) e a cadela da (((Betty Friedan))).

Infelizmente, o pessoal da nossa área tende a ler única e exclusivamente a literatura da nossa área. É um erro crasso! Quando lemos o que os nossos inimigos escreveram, sobretudo o que (((os nossos maiores aliados))) escreveram, o padrão genocida anti-branco surge com uma clareza horrífica!

White_Cat disse...

😜