Acho estranho a posição de muitas destas pessoas de origens estrangeiras a defenderem mais imigrantes para o pais no qual estão. Porque no final so vai fragilizar a sua posição no sentido em que por exemplo essa pessoa passa de mais um portugues para um estrangeiro.... nao sei se me expliquei bem?
Acho que sim, explicaste-te, bem. Mas o problema é que os "portugueses" de papel não vêem a coisa como tu vês.
Eu percebi isso há uns anos, quando uma "portuguesa" de origem ucraniana que tinha chegado a Portugal na década de 1990 andava a fazer propaganda pela vinda de mais imigrantes africanos. Na cabeça oca dela, haver mais africanos em Portugal significava haver mais gente como ela (imigrantes) em Portugal.
O que se passa é o seguinte: lembras-te daquela miúda indiana que não sentia portuguesa (aquele tik tok que me trouxeste aqui há umas semanas)?
As pessoas como ela, que não se sentem portuguesas, acreditam que a vinda de mais imigrantes equivale a trazer mais pessoas como elas para Portugal. Para usar uma comparação futebolística, é como tu seres portista e viveres num bairro só de benfiquistas: nessa situação, certamente ficarias contente se viessem outros portistas viver no teu bairro.
Como estas pessoas não se sentem portuguesas, elas querem que venham mais pessoas “como elas”, ou seja, mais imigrantes. Muitas destas pessoas acreditam até que o problema de elas não se sentirem portuguesas está nos portugueses e, por isso, querem trazer muitos imigrantes para fazer com que o “problema” se dilua num mar de gente imigrante. A lógica dessas pessoas é mesmo quanto menos portugueses de origem, melhor.
É por isso que a imigração é uma coisa muitíssimo complicada: mesmo quando as pessoas parecem integradas, muitas delas alimentam ressentimentos e fantasias de vingança.
Sim percebi isso, mas ao mesmo tempo que percebo isso não percebo o reverso da medalha, é que no fundo, a Catarina não deve querer viver na India nem em Angola, porque é que faz este tipo de discurso.
O que me leva a querer que deve andar uma confusão gigante naquela cabeça tal como na dos outros, e nunca vai ter um fim, nem mesmo que mudassem o nome etc.. de Portugal, nunca se sentiriam em casa num sitio onde vivessem pessoas como tu e eu.
Eu tambem conheci uma ucraniana nascida em Portugal, que era lindissima ja agora, loira de olhos azuis, um autentico 10/10 para mim melhor que a maioria que ves nas televisões.
Mas mesmo essa comecei a falar com ela, conhecia em Espanha, e a meio ele manda um "Gostas de viver em Portugal? Eu detesto", e a partir dali notei que devia ter algo a ver com isso.
Mas repara, ela é uma convidada nesta terra, deveria sentir-se grata, porque nao se sente?
Foi um autentico let down, nem consegui gostar mais dela, penso tambem que acabou a noite com um frances cheio de pastel.
Mas mesmo assim do ponto de vista destes imigrantes, esperar pela diluição do povo para se sentirem portugueses, nunca ira funcionar, porque por menos que sejamos eles iriam sempre sentir-se estrangeiros, so quando tu e eu deixassemos de existir é que poderia haver possibilidade mas mesmo assim nao haveria porque se existe memoria eles saberiam que nao pertecem aqui.
Ja agora, apareceu um anuncio super esquisito no youtube, ate tirei foto, da peterson academy, um cota a dizer que os nacionalistas da europa deveriam desaparecer. Esta atento a isso se algum dia te aparecer.
«a Catarina não deve querer viver na India nem em Angola, porque é que faz este tipo de discurso.»
As pessoas como ela não entendem, ou melhor, não querem entender que os países são o resultado inevitável do povo que neles habita. Na cabeça dela, os imigrantes que vierem para Portugal serão “portugueses” como ela. Logo, Portugal continuará a existir. A única diferença que ela vê é que já não serão os portugueses a mandar nesse novo “Portugal”, mas sim os imigrantes… e ela acha que isso seria bom.
O Ricardo Costa também pensa desta forma, claramente. Os seus comentários dão a entender que Portugal nunca deixará de existir, apenas que o povo português será completamente diferente.
Posto de uma forma mais simples: a Catarina e o Ricardo não acreditam que a imigração vá alterar substancialmente o país. Apenas acreditam que eles se sentirão muito melhor a viver num oceano de “portugueses” mestiços. Eles não percebem, ou melhor, não querem perceber que um Portugal mestiço não teria qualquer hipótese de continuar a ser Portugal.
«Mas repara, ela é uma convidada nesta terra, deveria sentir-se grata, porque nao se sente?»
Porque ela sabe perfeitamente que não é portuguesa, mas sim estrangeira. Algumas pessoas aceitam isso e seguem em frente, mas a maioria não aceita, fica sempre ressabiada por isso.
«esperar pela diluição do povo para se sentirem portugueses, nunca ira funcionar, porque por menos que sejamos eles iriam sempre sentir-se estrangeiros»
Na cabeça deles, não: em havendo mais imigrantes do que portugueses, eles passariam a estar “em casa” por serem a maioria. É por isso, por exemplo, que as “minorias” nos EUA andam a celebrar tão efusivamente o fim da maioria populacional branca. Eles acreditam que a sociedade vai mudar completamente.
«apareceu um anuncio super esquisito no youtube, ate tirei foto, da peterson academy, um cota a dizer que os nacionalistas da europa deveriam desaparecer. Esta atento a isso se algum dia te aparecer.»
A confirmar-se, será o fim definitivo do Peterson. Não conseguiste apanhar o nome da criatura? Seria o (((Eric Kaufmann)))?
"A confirmar-se, será o fim definitivo do Peterson. Não conseguiste apanhar o nome da criatura? Seria o (((Eric Kaufmann)))?"
Não, deveria estar nos seus 70s diria.
Se entretanto encontrar a personagem digo.
"Posto de uma forma mais simples: a Catarina e o Ricardo não acreditam que a imigração vá alterar substancialmente o país. Apenas acreditam que eles se sentirão muito melhor a viver num oceano de “portugueses” mestiços. Eles não percebem, ou melhor, não querem perceber que um Portugal mestiço não teria qualquer hipótese de continuar a ser Portugal."
Sim mas o pais é o resultado de que manda nele, indianos no poder vao tornar isto na india, africanos na africa, isto está mais que estudado. Aliás, os europeus nao conseguiram converter o sul asiatico ou africa ou mesma america do sul numa europa precisamente porque a certa altura foram tirados do poder e nao tinham demografia para recuperar.
Daniel Bonevac. Não conhecia a criatura. O mais curioso é que ele não parece ser (((um deles))).
Seja como for e para sermos justos, nesse clipe ele não diz aquilo que disseste. Por exemplo, quando ele diz que "a maioria dos homens e das mulheres da Europa devem ser exterminados", ele não está a manifestar a sua opinião, mas sim a expressar a opinião do filósofo Geroge Bernard Shaw, nada mais, nada menos, do que um dos fundadores da Sociedade Fabiana.
Para esclarecer a dúvida, eu perguntei directamente à IA da Google: «I just watched an instagram video clip by Prof. Daniel Bonevac in which he quotes Shaw as advocating for the killing of many Europeans as a way to purify society. Did I get it wrong? Did Shaw really advocate for such thing?»
E a Gemini respondeu:
«You did not get it wrong; Dr. Daniel Bonevac is quoting him accurately. The famous Irish playwright and co-founder of the Fabian Society, George Bernard Shaw, did explicitly advocate for the mass extermination of people he deemed useless to society, including the majority of Europeans.
While many remember Shaw exclusively for witty literary masterpieces like Pygmalion, he possessed a dark, totalitarian streak deeply rooted in the early 20th-century eugenics movement.
Shaw’s Exact Views and Quotes Shaw routinely championed state-sponsored liquidation and even pioneered the concept of using "lethal chambers" to eliminate citizens who could not justify their economic and social value to the state.
The European Quote: In the preface to his 1933 play On the Rocks, Shaw wrote: "If we desire a certain type of civilization and culture, we must exterminate the sort of people who do not fit into it." He followed this by stating that "the majority of men at present in Europe have no business to be alive."
The "Lethal Chamber" Advocacy: In a 1910 lecture before the Eugenics Education Society, Shaw openly stated: "We should find ourselves committed to killing a great many people whom we now leave living... A part of eugenic politics would finally land us in an extensive use of the lethal chamber."
The Appeal to Dictators: Shaw took these ideas further in a filmed 1931 newsreel, where he looked directly into the camera and challenged viewers to justify their existence to a state committee, suggesting they be liquidated if they failed to prove they pulled their own weight.
The Historical Context Eugenics & Fabian Socialism: Shaw believed that a perfected socialist utopia could only exist if the state actively engineered the population. He viewed killing unproductive people not as a punishment, but as a matter of cold, bureaucratic efficiency.
Support for Dictators: Because of his extreme views on state control, Shaw spent the 1930s actively praising dictators like Joseph Stalin, Adolf Hitler, and Benito Mussolini, defending their political purges and authoritarian methods.Literary historians often try to excuse these statements as Shavian irony, hyperbole, or a desire to provoke the British establishment. However, his extensive essays, letters, and public lectures prove that he held a genuine, chillingly literal belief in the scientific»
A seguir pergunta à Gemini se o Bonevac concordava com o Shaw: «Did Prof. Bonevac ever agree with Shaw or, on the contrary, did he condemn his views?»
Ao que ela me respondeu:
«Prof. Daniel Bonevac strongly condemns George Bernard Shaw’s views. He uses Shaw not as an inspiration, but as a chilling historical warning.
The clip you watched is from Dr. Bonevac’s lecture series, Ideas of the 20th Century, where he explores how political ideologies evolved into dangerous extremes.
How Prof. Bonevac Frames Shaw's Ideas Rather than agreeing with Shaw, Dr. Bonevac highlights his quotes to expose the dark undercurrents of early 20th-century intellectual thought. His critique focuses on a few key areas:
The Rejection of Human Rights: Bonevac directly contrasts Shaw's extermination rhetoric with the principles of the American founding. He notes that while the foundation of free societies relies on the idea that "all men are created equal" and endowed with "inalienable rights," Shaw explicitly argued that people must justify their existence to the state or be killed.
The "Intellectual Organization of Political Hatred": In the same lectures, Bonevac pairs Shaw’s quotes with the observations of philosopher Julien Benda. He uses Shaw to illustrate how 20th-century intellectuals began to organize political hatred scientifically, leading directly to the totalitarian horrors of the era.
Cynicism Over Progress: Bonevac points out the deep irony and sudden cynicism of Shaw. He notes that Shaw injected this murderous rhetoric into a time (the late 19th and early 20th centuries) when human civilization was actually making dramatic, unprecedented progress in health, wealth, and living standards.
Prof. Bonevac's goal in sharing these quotes is educational: he is teaching his students how quickly utopian social engineering can transform into a defense for genocide.»
Resumindo e conlcuindo, tudo indica que o Bonevac está apenas a citar outros autores, não a apelar ao exterminínio de europeus.
Claro que é possível que o Prof. Bonevac não goste de nacionalistas pelo mesmo motivo pelo qual o Prof. Peterson não gosta de nacionalistas (o Peterson acha que o nacionalismo desemboca sempre no genocídio). Mas isso não significa que o homem nos queira matar a todos. E mesmo tendo em conta o estado em que se encontra o Peterson actualmente (gravemente doente), não me parece que ele permitisse que um sujeito apelasse abertamente ao genocídio na sua Academia.
Eu bem tenho alertado para isso. Aliás, repara bem no discurso do "jovem", é copy + paste directo das tretas neomarxistas da Joacine, do Mamadou e da Eva Rap Diva. "Vocês foram a África roubar e escravizar, etc."
Isto, à medida que o número de africanos for crescendo em Portugal, vai dar asneira da grossa, garantidamente. E a malta do PS que não pense que eles vão votar socialista para sempre, mais tarde ou mais cedo, eles vão fundar um partido africanista!
Obrigado pelos vídeos. Não sou grande fã do tik tok, mas a atitude desse "jovem" merece divulgação aqui no TU(f)!
12 comentários:
Acho estranho a posição de muitas destas pessoas de origens estrangeiras a defenderem mais imigrantes para o pais no qual estão. Porque no final so vai fragilizar a sua posição no sentido em que por exemplo essa pessoa passa de mais um portugues para um estrangeiro.... nao sei se me expliquei bem?
Acho que sim, explicaste-te, bem. Mas o problema é que os "portugueses" de papel não vêem a coisa como tu vês.
Eu percebi isso há uns anos, quando uma "portuguesa" de origem ucraniana que tinha chegado a Portugal na década de 1990 andava a fazer propaganda pela vinda de mais imigrantes africanos. Na cabeça oca dela, haver mais africanos em Portugal significava haver mais gente como ela (imigrantes) em Portugal.
O que se passa é o seguinte: lembras-te daquela miúda indiana que não sentia portuguesa (aquele tik tok que me trouxeste aqui há umas semanas)?
As pessoas como ela, que não se sentem portuguesas, acreditam que a vinda de mais imigrantes equivale a trazer mais pessoas como elas para Portugal. Para usar uma comparação futebolística, é como tu seres portista e viveres num bairro só de benfiquistas: nessa situação, certamente ficarias contente se viessem outros portistas viver no teu bairro.
Como estas pessoas não se sentem portuguesas, elas querem que venham mais pessoas “como elas”, ou seja, mais imigrantes. Muitas destas pessoas acreditam até que o problema de elas não se sentirem portuguesas está nos portugueses e, por isso, querem trazer muitos imigrantes para fazer com que o “problema” se dilua num mar de gente imigrante. A lógica dessas pessoas é mesmo quanto menos portugueses de origem, melhor.
É por isso que a imigração é uma coisa muitíssimo complicada: mesmo quando as pessoas parecem integradas, muitas delas alimentam ressentimentos e fantasias de vingança.
Sim percebi isso, mas ao mesmo tempo que percebo isso não percebo o reverso da medalha, é que no fundo, a Catarina não deve querer viver na India nem em Angola, porque é que faz este tipo de discurso.
O que me leva a querer que deve andar uma confusão gigante naquela cabeça tal como na dos outros, e nunca vai ter um fim, nem mesmo que mudassem o nome etc.. de Portugal, nunca se sentiriam em casa num sitio onde vivessem pessoas como tu e eu.
Eu tambem conheci uma ucraniana nascida em Portugal, que era lindissima ja agora, loira de olhos azuis, um autentico 10/10 para mim melhor que a maioria que ves nas televisões.
Mas mesmo essa comecei a falar com ela, conhecia em Espanha, e a meio ele manda um "Gostas de viver em Portugal? Eu detesto", e a partir dali notei que devia ter algo a ver com isso.
Mas repara, ela é uma convidada nesta terra, deveria sentir-se grata, porque nao se sente?
Foi um autentico let down, nem consegui gostar mais dela, penso tambem que acabou a noite com um frances cheio de pastel.
Mas mesmo assim do ponto de vista destes imigrantes, esperar pela diluição do povo para se sentirem portugueses, nunca ira funcionar, porque por menos que sejamos eles iriam sempre sentir-se estrangeiros, so quando tu e eu deixassemos de existir é que poderia haver possibilidade mas mesmo assim nao haveria porque se existe memoria eles saberiam que nao pertecem aqui.
Ja agora, apareceu um anuncio super esquisito no youtube, ate tirei foto, da peterson academy, um cota a dizer que os nacionalistas da europa deveriam desaparecer. Esta atento a isso se algum dia te aparecer.
«a Catarina não deve querer viver na India nem em Angola, porque é que faz este tipo de discurso.»
As pessoas como ela não entendem, ou melhor, não querem entender que os países são o resultado inevitável do povo que neles habita. Na cabeça dela, os imigrantes que vierem para Portugal serão “portugueses” como ela. Logo, Portugal continuará a existir. A única diferença que ela vê é que já não serão os portugueses a mandar nesse novo “Portugal”, mas sim os imigrantes… e ela acha que isso seria bom.
O Ricardo Costa também pensa desta forma, claramente. Os seus comentários dão a entender que Portugal nunca deixará de existir, apenas que o povo português será completamente diferente.
Posto de uma forma mais simples: a Catarina e o Ricardo não acreditam que a imigração vá alterar substancialmente o país. Apenas acreditam que eles se sentirão muito melhor a viver num oceano de “portugueses” mestiços. Eles não percebem, ou melhor, não querem perceber que um Portugal mestiço não teria qualquer hipótese de continuar a ser Portugal.
«Mas repara, ela é uma convidada nesta terra, deveria sentir-se grata, porque nao se sente?»
Porque ela sabe perfeitamente que não é portuguesa, mas sim estrangeira. Algumas pessoas aceitam isso e seguem em frente, mas a maioria não aceita, fica sempre ressabiada por isso.
«esperar pela diluição do povo para se sentirem portugueses, nunca ira funcionar, porque por menos que sejamos eles iriam sempre sentir-se estrangeiros»
Na cabeça deles, não: em havendo mais imigrantes do que portugueses, eles passariam a estar “em casa” por serem a maioria. É por isso, por exemplo, que as “minorias” nos EUA andam a celebrar tão efusivamente o fim da maioria populacional branca. Eles acreditam que a sociedade vai mudar completamente.
«apareceu um anuncio super esquisito no youtube, ate tirei foto, da peterson academy, um cota a dizer que os nacionalistas da europa deveriam desaparecer. Esta atento a isso se algum dia te aparecer.»
A confirmar-se, será o fim definitivo do Peterson. Não conseguiste apanhar o nome da criatura? Seria o (((Eric Kaufmann)))?
eles fogem do sul global pra converter o norte em outro sul..
"A confirmar-se, será o fim definitivo do Peterson. Não conseguiste apanhar o nome da criatura? Seria o (((Eric Kaufmann)))?"
Não, deveria estar nos seus 70s diria.
Se entretanto encontrar a personagem digo.
"Posto de uma forma mais simples: a Catarina e o Ricardo não acreditam que a imigração vá alterar substancialmente o país. Apenas acreditam que eles se sentirão muito melhor a viver num oceano de “portugueses” mestiços. Eles não percebem, ou melhor, não querem perceber que um Portugal mestiço não teria qualquer hipótese de continuar a ser Portugal."
Sim mas o pais é o resultado de que manda nele, indianos no poder vao tornar isto na india, africanos na africa, isto está mais que estudado. Aliás, os europeus nao conseguiram converter o sul asiatico ou africa ou mesma america do sul numa europa precisamente porque a certa altura foram tirados do poder e nao tinham demografia para recuperar.
Encontrei o video e o "filosofo"
Aqui está: https://www.instagram.com/reels/DWEt1adiVKJ/
Daniel Bonevac. Não conhecia a criatura. O mais curioso é que ele não parece ser (((um deles))).
Seja como for e para sermos justos, nesse clipe ele não diz aquilo que disseste. Por exemplo, quando ele diz que "a maioria dos homens e das mulheres da Europa devem ser exterminados", ele não está a manifestar a sua opinião, mas sim a expressar a opinião do filósofo Geroge Bernard Shaw, nada mais, nada menos, do que um dos fundadores da Sociedade Fabiana.
Para esclarecer a dúvida, eu perguntei directamente à IA da Google: «I just watched an instagram video clip by Prof. Daniel Bonevac in which he quotes Shaw as advocating for the killing of many Europeans as a way to purify society. Did I get it wrong? Did Shaw really advocate for such thing?»
E a Gemini respondeu:
«You did not get it wrong; Dr. Daniel Bonevac is quoting him accurately. The famous Irish playwright and co-founder of the Fabian Society, George Bernard Shaw, did explicitly advocate for the mass extermination of people he deemed useless to society, including the majority of Europeans.
While many remember Shaw exclusively for witty literary masterpieces like Pygmalion, he possessed a dark, totalitarian streak deeply rooted in the early 20th-century eugenics movement.
Shaw’s Exact Views and Quotes
Shaw routinely championed state-sponsored liquidation and even pioneered the concept of using "lethal chambers" to eliminate citizens who could not justify their economic and social value to the state.
The European Quote: In the preface to his 1933 play On the Rocks, Shaw wrote: "If we desire a certain type of civilization and culture, we must exterminate the sort of people who do not fit into it." He followed this by stating that "the majority of men at present in Europe have no business to be alive."
The "Lethal Chamber" Advocacy: In a 1910 lecture before the Eugenics Education Society, Shaw openly stated: "We should find ourselves committed to killing a great many people whom we now leave living... A part of eugenic politics would finally land us in an extensive use of the lethal chamber."
The Appeal to Dictators: Shaw took these ideas further in a filmed 1931 newsreel, where he looked directly into the camera and challenged viewers to justify their existence to a state committee, suggesting they be liquidated if they failed to prove they pulled their own weight.
The Historical Context
Eugenics & Fabian Socialism: Shaw believed that a perfected socialist utopia could only exist if the state actively engineered the population. He viewed killing unproductive people not as a punishment, but as a matter of cold, bureaucratic efficiency.
Support for Dictators: Because of his extreme views on state control, Shaw spent the 1930s actively praising dictators like Joseph Stalin, Adolf Hitler, and Benito Mussolini, defending their political purges and authoritarian methods.Literary historians often try to excuse these statements as Shavian irony, hyperbole, or a desire to provoke the British establishment. However, his extensive essays, letters, and public lectures prove that he held a genuine, chillingly literal belief in the scientific»
A seguir pergunta à Gemini se o Bonevac concordava com o Shaw: «Did Prof. Bonevac ever agree with Shaw or, on the contrary, did he condemn his views?»
Ao que ela me respondeu:
«Prof. Daniel Bonevac strongly condemns George Bernard Shaw’s views. He uses Shaw not as an inspiration, but as a chilling historical warning.
The clip you watched is from Dr. Bonevac’s lecture series, Ideas of the 20th Century, where he explores how political ideologies evolved into dangerous extremes.
How Prof. Bonevac Frames Shaw's Ideas
Rather than agreeing with Shaw, Dr. Bonevac highlights his quotes to expose the dark undercurrents of early 20th-century intellectual thought. His critique focuses on a few key areas:
The Rejection of Human Rights: Bonevac directly contrasts Shaw's extermination rhetoric with the principles of the American founding. He notes that while the foundation of free societies relies on the idea that "all men are created equal" and endowed with "inalienable rights," Shaw explicitly argued that people must justify their existence to the state or be killed.
The "Intellectual Organization of Political Hatred": In the same lectures, Bonevac pairs Shaw’s quotes with the observations of philosopher Julien Benda. He uses Shaw to illustrate how 20th-century intellectuals began to organize political hatred scientifically, leading directly to the totalitarian horrors of the era.
Cynicism Over Progress: Bonevac points out the deep irony and sudden cynicism of Shaw. He notes that Shaw injected this murderous rhetoric into a time (the late 19th and early 20th centuries) when human civilization was actually making dramatic, unprecedented progress in health, wealth, and living standards.
Prof. Bonevac's goal in sharing these quotes is educational: he is teaching his students how quickly utopian social engineering can transform into a defense for genocide.»
Resumindo e conlcuindo, tudo indica que o Bonevac está apenas a citar outros autores, não a apelar ao exterminínio de europeus.
Claro que é possível que o Prof. Bonevac não goste de nacionalistas pelo mesmo motivo pelo qual o Prof. Peterson não gosta de nacionalistas (o Peterson acha que o nacionalismo desemboca sempre no genocídio). Mas isso não significa que o homem nos queira matar a todos. E mesmo tendo em conta o estado em que se encontra o Peterson actualmente (gravemente doente), não me parece que ele permitisse que um sujeito apelasse abertamente ao genocídio na sua Academia.
Ja agora, tens aqui um jovem a destilar o odio natural e os comentrios tens a jovenlandia toda cheia de sede de vingança
https://www.tiktok.com/@brakingoficial/video/7661712098862353682
https://www.tiktok.com/@brakingoficial/video/7665459820610293000
Eu bem tenho alertado para isso. Aliás, repara bem no discurso do "jovem", é copy + paste directo das tretas neomarxistas da Joacine, do Mamadou e da Eva Rap Diva. "Vocês foram a África roubar e escravizar, etc."
Isto, à medida que o número de africanos for crescendo em Portugal, vai dar asneira da grossa, garantidamente. E a malta do PS que não pense que eles vão votar socialista para sempre, mais tarde ou mais cedo, eles vão fundar um partido africanista!
Obrigado pelos vídeos. Não sou grande fã do tik tok, mas a atitude desse "jovem" merece divulgação aqui no TU(f)!
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