quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Ainda o caso Lindsay Clancy: confirma-se que o jurado "rebelde" é negro, republicano e católico


         Bem sei que isto deixará muitos leitores deste blogue desconfortáveis, mas a pergunta é inevitável: se este homem fosse branco, "progressista" e ateu, teria feito o mesmo? Acho que todos sabemos a resposta. E isso deve fazer-nos pensar seriamente. A demografia e o globalismo são as duas maiores razões pelas quis estamos a perder, mas não são as únicas razões pela quais estamos a perder. Este homem negro conserva dentro de si algo que a esmagadora maioria dos brancos do presente perdeu, que é a sua integridade, a força das suas convicções.

Foi essa força que, no passado, fez dos portugueses grandes, a começar pelo próprio Afonso Henriques, que recusou o destino de submissão e subserviência que tanto outros portugueses, como sobretudo os galegos, leoneses, castelhanos e mouros queriam para ele. Ninguém pode aspirar ao que quer que seja sem acreditar em nada, muito menos a passar a vida a bajular os outros e a tentar ficar bem na fotografia.
 
Isto não quer dizer que tenhamos de ser todos uns rebeldezinhos indomáveis. Apenas quer dizer que há limites que não são negociáveis, sendo o infanticídio claramente um desses limites. Se nem sequer somos capazes de punir exemplarmente os assassinos das nossas crianças, como poderemos aspirar a expulsar os iminvasores? Ou vocês acham que uma coisa não tem nada a ver com a outra? É que tem, caros leitores... tem mesmo!!!
 

2 comentários:

Lol disse...

tem tudo a ver ela e endeusada justo por genocidar brancos

Afonso de Portugal disse...

Eu também acho que é isso. Só não digo que tenho a certeza absoluta porque as feministas nunca o confessaram abertamente. Mas todas as suas acções apontam nesse sentido...