quinta-feira, 29 de outubro de 2026

A "escritora" Inês Pedrosa diz que os descarrilamentos em Espanha foram provocados pela extrema-direita! 🤪


Irão os pulhígrafos cá do sítio verificar as afimrmações desta "senhora"? 😜


17 comentários:

Daniel Gonçalves disse...

Ontem vi aqui no teu blog comentários trocados com o Durius sobre este assunto. Hoje ia colocar lá a minha opinião, mas já não sei em que publicação estão, portanto coloco aqui.
Considero que a principal responsabilidade por esta tragédia é das "políticas DEI", ou seja, Diversidade e Inclusão, conforme implantados nos EUA com Obama. Explico: não se coloca a pessoa mais capacitada para exercer um cargo, o mérito não conta para desempenhar uma actividade, o que vale é o sexo e a raça, portanto mulheres, e pessoas de outra raça que não a branca são escolhidos para os lugares.
O nível de desempenho das instituições/organizações desce, assim como a capacidade produtiva, não sendo de estranhar acidentes quando se trata de instituições onde a salvaguarda da vida pessoal é prioritária.
Recordo-me de ainda na administração Biden um navio, numa cidade americana governada pelo Partido Democrata, esbarrar num pilar de uma ponte e derrubar a mesma provocando a morte de várias pessoas que passavam na altura. Tentaram encobrir que as averiguações ao acidente concluíram que não estavam os mais capacitados a trabalhar. E tantos outros acidentes, porque se colocam mulheres ou “jovens” (como o caro Afonso os trata aqui no blog), de outra raça que não a branca, a desempenhar cargos para os quais não estão capacitados ou mentalmente preparados.
Assim é o mesmo com o Socialismo de Sanchez em Espanha, pode ser especulação
minha, mas assim que vi na reportagem que uma mulher era maquinista ou controladora de tráfego, considerei imediatamente a DEI como culpada.

Daniel Gonçalves disse...

Hoje também ouvi na rádio Observador ou na TSF, ou li na net, já não me lembro ao certo onde, que no Japão onde existe comboio de alta velocidade (vulgo TGV) desde os anos 60, nunca houve um acidente, repito NUNCA houve um acidente/tragédia com este tipo de transporte. Vá-se lá saber porquê!

Afonso de Portugal disse...

O caro Daniel é bem capaz de ter razão. Eu não sabia que havia mulheres envolvidas e também me recordo desse caso dos EUA em que o barco que derrubar e ponte, tal como me lembro de uma empresa de engenharia civil que só empregava mulheres e que também esteve envolvida na queda de uma ponte, desta vez sem barcos nem outros veículos envolvidos! 😅

Já agora, esclareço que o meu emprego do termo "jovens" já vem dos tempos em que eu frequentava assiduamente o blogue Gladius. Houve alguém que, nesse blogue, há já mais de 20 anos, observou que os média usavam sistematicamente essa palavra para designar os africanos. Há quem diga até que o termo veio do estrangeiro, uma vez que alguns sectores nacionalistas anglófonos também usam o termo “youths” para designá-los, embora seja relativamente raro.

Afonso de Portugal disse...

Ah ah ah, pois, é mesmo isso! O melhor carro que me passou pelas mãos foi um Nissan Almera de 1996. Era de um familiar e ele ainda o tem em sua posse nos dias de hoje, quase com 700 mil quilómetros! Hoje já não se fazem assim... depois da fusão com a Renault, a Nissan não voltou a ser o que era.

Isto para dizer que, como o caro Daniel bem observou, a qualidade daquilo que se produz num determinado país depende do povo que vive nesse país. Quando o povo muda, ou a sua composição é alterada radicalmente, aquilo que se passa a produzir deixa de ter os mesmos padrões de qualidade. Isto vale para a indústria, como vale para o resto da sociedade. O TGV é apenas um exemplo entre tantos outros.

É por isso que eu tenho muita dificuldade em compreender os argumentos pró-imigração da direitinha. Importar mão-de-obra sem impor critérios de qualidade é como acrescentar água a um bom vinho e esperar que o resultado continue a ser um bom vinho. É fisicamente impossível!

Durius disse...

Daniel, penso que estás certo, e os EUA tambem tiveram um caso famoso de um "jovem" que tava a co pilotar um aviao de encomendas e fez porcaria out of nowhere e morreram todos os tripulantes, eram 4 ou 5 acho.

Mas neste caso não me parece que o problema sejam politicas de DEI ou mesmo alguem que agiu mal. Alguém certamente agiu mal mas os sistemas de redundancia, especialmente em 2026 não deveriam permitir isto.

No máximo, criavam um sistema final por localização via gps do motorista de uma carruagem e o da outra para bloquear os comboios. Mas isto seria se nao houvesse dinheiro ou um dos ultimos sistemas redundates.

A verdade é que não houve. E isto pode ser algo já mais cimentado na sociedade espanhola.

Recordo que uma famosa falha de sistemas criticos aconteceu em espanha num modulo de radioterapia https://en.wikipedia.org/wiki/Clinic_of_Zaragoza_radiotherapy_accident

E Espanha está cheia destes acidentes, aliás, tivemos tambem o comboi a descarrilamento do comboio em Santiago da Compostela em 2013 https://en.wikipedia.org/wiki/Santiago_de_Compostela_derailment

Ou seja Daniel, apesar do que dizes ser verdade, especialmente nos EUA com a Boeing por exemplo, no caso de Espanha parece já ser algo que existe na sociedade de um certo descontrolo ou descuido neste tipo de matérias. A quantidade de pessoas que morreu em Espanha em acidentes de comboio nos ultimos 20 anos é surreal.

Durius disse...

O meu teamleader é um sambista que até tem qualidade, mas o gajo quer tudo e quer tudo rápido, tipica má mentalidade e que depois resulta nesses acidentes.

Afonso de Portugal disse...

Entretanto, parece que está confirmado que a culpa será de um controlador de tráfego:

https://sapo.pt/artigo/antonio-acedo-o-maquinista-que-morreu-a-tentar-evitar-a-tragedia-em-toledo-e-que-temia-mais-acidentes-em-espanha-6ae47117f8020b0595a7ddd0

https://sapo.pt/artigo/espanha-operador-que-deu-ordem-para-comboio-retomar-marcha-normal-remete-se-ao-silencio-6ae484617853f8c564dbfefb

Durius disse...

Para mim a culpa disto é dos sistemas criticos não terem redudancia que mesmo no overrida manual façam a paragem obrigatoria. Não faz sentido, tal como nos aviões eles têm radares e sensores para mesmo qeu o piloto queira ir contra outro aviao no ar não conseguir, o mesmo deveria acontecer aqui. Portanto a falha sera mesmo inicial e de design, mas isso não dá jeito, dá mais jeito queimar uma pessoa e tá feito.

Afonso de Portugal disse...

És capaz de ter razão mas, tanto quanto dizem as notícias, o sistema estava totalmente offline. Houve um caramelo que tomou a decisão de pôr os comboios todos a andar sem sequer avisar os maquinistas de que tinham de circular a uma velocidade limitada e que havia outros comboios parados ao longo do trajecto.

Quanto ao que dizes sobre os aviões, não sei se será bem assim:

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_mid-air_collisions

Durius disse...

Mas a redundancia tem que existir mesmo offline, tem que haver mecanismos na pista, nos comboios ou em cada piloto que permita identificar estas situações. A Nasa nas missões que faz leva isso ao extremo, existe redundancia para tudo. O filme the Martian mostra que no espaço tem que haver redundancia ate para o mais improvavel dos casos, e havia, se bem que muita dela não era propositada ahahaha

Afonso de Portugal disse...

Sim, tendo a concordar. Deixar tudos nas mãos dos controladores é muito arriscado.

Mas também te digo: gostava muito de ver a cara e o nome do controlador que disse aos comboios para retomar a marcha...

Durius disse...

"Mas também te digo: gostava muito de ver a cara e o nome do controlador que disse aos comboios para retomar a marcha..."

Sim, tambem eu, mas acho que o grande problema aqui sao o cutting corners como fizeram na boeing para dar lucro imediato. E isto á custa da segurança dos passageiros.

Faz-me lembrar estediscuros do (((nosso))) amigo Milton Friedman
https://www.youtube.com/watch?v=Bb7Fi8I-qOk

Penso que o outro nao seja na realidade o Michael Moore.

Daniel Gonçalves disse...

Só para provar a capacidade produtiva fruto de rigor e de respeito pelo consumidor, vou contar esta história: a minha memória recorda-se de nas "férias grandes" de 1990, eu rapaz frequentador do 2º ciclo de escolaridade, ter ido com o meu Pai a uma loja de electrodomésticos em Cedofeita comprar um rádio despertador, foi comprado um produto nipónico/japonês. Este Agosto quando estava na casa dos meus Pais reparei que, no quarto deles pousado na mesinha-de-cabeceira, ainda lá estava o tal rádio despertador adquirido em 1990, o meu Pai ainda o conserva. Obviamente que o desgaste do tempo se faz notar, tem de se carregar com maior força no botão/teclas de mudança (resultado do desgaste diário) mas o som é nítido como se fosse novo. Passado 36 anos ainda mantém um nível aceitável de funcionamento, é o tal “padrão de qualidade” que o Afonso falou no seu comentário. A nível europeu também temos marcas que asseguram tal nível, por exemplo a Grundig ou a Philips só para citar as mais famosas.
Ora no funcionamento em sociedade o serviço prestado pelo Estado/Empresas deve ter em consideração que, estando em risco a vida das pessoas, unicamente o melhor serviço é admissível.

Afonso de Portugal disse...

Acho que já me tinhas trazido aqui esse vídeo. Ou melhor, acho que foste tu que mo trouxeste, porque me lembro perfeitamente de o ter visto.

Já não me lembro o que te disse na altura, mas isto vem ao encontro do argumento antiliberal de que o Estado tem, de facto, de intervir na economia, pelo menos, como agente regulador.

Claro que aqui é preciso garantir a independência entre o regulador e as organizações reguladas, coisa que falha redondamente aqui em Portugal e ainda mais nas nossas ex-colónias.

A crise do sub-prime é outro excelente exemplo disso. O excesso de liberdade concedido às instituições financeiras foi determinante para a dimensão da crise. Não sei se alguma vez visto o filme The Big Short mas, se não viste, recomendo-to vivamente. Para além de explicar bastante bem o que aconteceu, o filme faz um excelente trabalho a denunciar a cumplicidade criminosa das agências de rating que, ao contrário dos bancos e das correctoras, nunca foram responsabilizadas pelo que aconteceu.

Afonso de Portugal disse...

Plenamente de acordo! O padrão de qualidade exigido devia ser o mais alto possível.

Mas o que verificamos é precisamente o contrário, quanto mais tempo passa, mais as nossas organizações se abandalham. Há vários motivos para isso, desde as ideologias que nivelam tudo por baixo até à corrupção que desvia o dinheiro para os bolsos de terceiros.

Mas ninguém tenha a menor dúvida, por mais que a Esquerda e a direitinha apátridas digam o contrário: muito do abandalhar recente das nossas instituições e empresas está directamente relacionado com a imigração massiva. Os exemplos mais flagrantes são a saúde e a habitação, saturados pelo aumento da procura devido à imigração.

Mas há outros fenómenos que, infelizmente, só se tornarão visíveis muito mais tarde, como a degradação do nosso sistema educativo, levando à deterioração da qualidade dos nossos profissionais, numa primeira instância, e mais tarde à incapacidade de as nossas empresas – e, por arrastamento, a nossa economia – competir com os rivais estrangeiros.

Por exemplo, ainda se lembram quando não se podia entrar na universidade com nota negativa? Pois agora há quem defenda o fim total dos exames de acesso à universidade! E, pelo andar da carruagem, poderá ser apenas uma questão de tempo!

Durius disse...

Eu ja te tinha dito isto mas volto a repetir, numa mudança de curso em ainda na decada dos 2000s... portanto pre iminvasao massiva, eu fiquei atras de um cabo verdiano quando o gajo nem sequer se podia qualififcar para aquela mudança de curso quando na realidade pediam exames matematica A, isto dito explicitamente nas regas entre outros. Claramente estes de cabo verde nao deveriam estar abrangidos para este contigente visto que entravam no contingente geral, mas o comuna de merda que tava a decidir isso disse me na cara que eles tinham prioridade e que nao interessavam as regras. Só não levei isto para tribunal porque entrei neste curso numa fase mais tarde.

Mas isto foi horrivel, o gajo eram um asco de pessoal, horrivel mesmo e com uma cara no minimo manhosa, talvez cristao novo como o nb diz ahahahaha

Na altura passei me dos cornos quando fui falar com ele. Senti-me na merda mesmo.

Mas isto foi a merda que nos deixamos que governasse as faculdades no pos 25 de Abril.

E como isto acredito que hajam muitas outras historias.

Durius disse...

https://www.tiktok.com/@videotendenciaes/video/7702557956897836310

Este disse tudo.