Eu concordo com aquilo que é dito na maior parte deste vídeo, sendo por isso que o partilho aqui no TU(f). Mas não posso concordar quando o JMF diz que "toda a gente faz" obras ilegais nas suas casas! Eu não fiz. Os meus familiares não fizeram. Nenhum dos meus amigos e conhecidos fizeram. Bem sei que há muitos "tugas" que fazem, mas nós, os portugueses, não fazemos. Pelo que eu não posso admitir que alguém nos meta a todos no mesmo saco!
Aliás, esta conversa nauseabunda do "toda a gente faz" faz lembrar os tempos do Passos Coelho, o Dom Sebastião da direitinha, salvador da Pátria e quiçá de toda a humanidade, quando ele e os seus ministros diziam, descaradamente, que "os portugueses tinham vivido acima das suas possibilidades", como se a culpa pela crise das dívidas soberanas fosse de todos os portugueses, ou sequer dos portugueses em geral!
De salientar que estas generalizações abusivas são sempre contra os portugueses. Quando nós, os nacionalistas, apontamos a sobre-representação dos imigrantes nas estatísticas de criminalidade, muitos dos direitinhas que maldizem impunemente os portugueses vêm imediatamente manifestar a sua indignaçãozinha em público, rasgando altivamente as suas vestes de falsa superioridade moral jactante. E até, não raras vezes, apelando directamente à censura daqueles que simplesmente denunciam o que é matéria de facto (e.g. o Montenegro já apelou várias vezes a um maior “controlo” das redes sociais).
Aliás, esta conversa nauseabunda do "toda a gente faz" faz lembrar os tempos do Passos Coelho, o Dom Sebastião da direitinha, salvador da Pátria e quiçá de toda a humanidade, quando ele e os seus ministros diziam, descaradamente, que "os portugueses tinham vivido acima das suas possibilidades", como se a culpa pela crise das dívidas soberanas fosse de todos os portugueses, ou sequer dos portugueses em geral!
De salientar que estas generalizações abusivas são sempre contra os portugueses. Quando nós, os nacionalistas, apontamos a sobre-representação dos imigrantes nas estatísticas de criminalidade, muitos dos direitinhas que maldizem impunemente os portugueses vêm imediatamente manifestar a sua indignaçãozinha em público, rasgando altivamente as suas vestes de falsa superioridade moral jactante. E até, não raras vezes, apelando directamente à censura daqueles que simplesmente denunciam o que é matéria de facto (e.g. o Montenegro já apelou várias vezes a um maior “controlo” das redes sociais).
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