Obviamente que a política económica-financeira da auto-denominada Esquerda é a responsável pela grave crise que Portugal enfrenta, já desde o tempo do guterrismo. É a consequência directa das ideias que proclama e põe em práctica. Para agravar a situação os socialistas, com as suas políticas “estrangeiras” ainda criam outros problemas indirectos. Tenho um vizinho que é funcionário do BCP e, uns meses atrás, contou-me a seguinte história: um "senhor" angolano comprou na zona de Leça da Palmeira um apartamento, por valor acima de 500 mil €, a pronto, e passado algum tempo também comprou para ele um jipe Mercedes topo de gama que terá chegado perto de 180 mil, e para o filho outro automóvel que terá ficado pelo mesmo valor ou acima. Tudo a pronto sem precisar de empréstimos bancários. Aparte: o dito senhor é alguém da Unita, que terá feito fortuna com os diamantes. Pergunto se isto é justo, baseando-me na noção de justiça que vieram dos pensadores da Antiguidade. Um português médio luta diariamente para sustentar família e arcar as despesas de casa, e alguém vindo de fora esbanja 1 milhão de euros (contando com o recheio da habitação que comprou), sem criar nada. O dito senhor vai viver dos “rendimentos” que o regime africano criou, e o filho vai ter uma vida parasitária. Esta situação é uma disfunção numa sociedade estável.
E para não surjam dúvidas ou equívocos, eu não tenho inveja do dito senhor angolano. Há pessoas na “Direita” que consideram a inveja o “móbil da História”, enquanto que os marxistas consideram ser a luta de classes. Apenas considero que casos como os referidos no meu comentário anterior criam instabilidade social numa sociedade que deve ser profícua e homogénea a nível étnico.
Sem dúvida. Muitos "ingénuos" reclamarão: "ai, mas isso é um caso isolado, a maioria dos imigrantes não são assim nem têm esse poder de compra". Mas o problema é que não é preciso que sejam muitos, basta que sejam em número suficiente para distorcer o suficiente o mercado imobiliário e encarecer o custo de vida de uma forma geral.
Plenamente de acordo. Aliás, essa conversa sonsa da “inveja” tem sido usada e abusada para defender o Maçom Negro e o calhorda do Neves, entre muitos outros, alegando que todas as críticas que lhes são endereçadas são fruto da dor de cotovelo tipicamente portuguesa. Como se aquilo que estivesse em causa fosse o seu património e não a forma escandalosamente suspeita como o acumularam!
Tal argumentação chega a dar raiva, porque dá a entender que ninguém neste país enriquece através da corrupção, quando temos vários indicadores objectivos de que não é assim, desde as estimativas do valor da economia paralela até ao índice de percepção da corrupção.
4 comentários:
Obviamente que a política económica-financeira da auto-denominada Esquerda é a responsável pela grave crise que Portugal enfrenta, já desde o tempo do guterrismo. É a consequência directa das ideias que proclama e põe em práctica.
Para agravar a situação os socialistas, com as suas políticas “estrangeiras” ainda criam outros problemas indirectos. Tenho um vizinho que é funcionário do BCP e, uns meses atrás, contou-me a seguinte história: um "senhor" angolano comprou na zona de Leça da Palmeira um apartamento, por valor acima de 500 mil €, a pronto, e passado algum tempo também comprou para ele um jipe Mercedes topo de gama que terá chegado perto de 180 mil, e para o filho outro automóvel que terá ficado pelo mesmo valor ou acima. Tudo a pronto sem precisar de empréstimos bancários. Aparte: o dito senhor é alguém da Unita, que terá feito fortuna com os diamantes.
Pergunto se isto é justo, baseando-me na noção de justiça que vieram dos pensadores da Antiguidade. Um português médio luta diariamente para sustentar família e arcar as despesas de casa, e alguém vindo de fora esbanja 1 milhão de euros (contando com o recheio da habitação que comprou), sem criar nada. O dito senhor vai viver dos “rendimentos” que o regime africano criou, e o filho vai ter uma vida parasitária. Esta situação é uma disfunção numa sociedade estável.
E para não surjam dúvidas ou equívocos, eu não tenho inveja do dito senhor angolano. Há pessoas na “Direita” que consideram a inveja o “móbil da História”, enquanto que os marxistas consideram ser a luta de classes. Apenas considero que casos como os referidos no meu comentário anterior criam instabilidade social numa sociedade que deve ser profícua e homogénea a nível étnico.
Sem dúvida. Muitos "ingénuos" reclamarão: "ai, mas isso é um caso isolado, a maioria dos imigrantes não são assim nem têm esse poder de compra". Mas o problema é que não é preciso que sejam muitos, basta que sejam em número suficiente para distorcer o suficiente o mercado imobiliário e encarecer o custo de vida de uma forma geral.
Obrigado pelo testemunho!
Plenamente de acordo. Aliás, essa conversa sonsa da “inveja” tem sido usada e abusada para defender o Maçom Negro e o calhorda do Neves, entre muitos outros, alegando que todas as críticas que lhes são endereçadas são fruto da dor de cotovelo tipicamente portuguesa. Como se aquilo que estivesse em causa fosse o seu património e não a forma escandalosamente suspeita como o acumularam!
Tal argumentação chega a dar raiva, porque dá a entender que ninguém neste país enriquece através da corrupção, quando temos vários indicadores objectivos de que não é assim, desde as estimativas do valor da economia paralela até ao índice de percepção da corrupção.
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