Aparentemente outro incidente ha uns anos em que um jovem matou um velho no hoquei em gelo, surreal que mal deve haver jovens no hoquei e o unico que conheco matou outro.
A propósito dos comentários sobre a "política DEI" na sociedade e na actividade profissional, ontem ou no domingo, uma avioneta despenhou-se na Flórida, perto da residência de Trump, e não é que a co-piloto era uma mulher, e no som gravado nas "caixas negras" ouve-se ela aos gritos e a entrar em pânico antes da queda, logo quando era necessário calma e sangue-frio.
Sobre a notícia trazido pelo Durius sobre a "entrada bruta" do jogador "jovem", que provocou a morte ao adversário, cada vez mais me convenço que quantos menos pretos no futebol mais bonito e artístico ele é. Provoca-me uma dor na alma ver tantos "jovens" no futebol, em 11 jogadores 6 ou mais são dessa raça. Cada vez mais gosto ver jogos "vintage", no youtube ver o Calcio dos anos 80 e 90, ou futebol inglês dessa altura, sem esta invasão, é uma actividade lúdica para mim.
Havendo mais pretos no futebol, mais bruto e duro fisicamente ele se torna, vai ficar igual ao "futebol americano", que nós europeus designamos por râguebi. Lembro-me anos atrás ver no youtube uma reportagem sobre o que era o “futebol” americano antes de 1970, narrava uma equipa do norte enfrentar uma equipa dos estados do sul (penso que do Texas), e mostrava bem o que era o râguebi sem os pretos, não era necessários os capacetes e sem toda a indumentária plástica e proteger o corpo dos jogadores, obviamente que havia virilidade mas sem a brutalidade que passou a existir com o aumento de “jovens” nas equipas. Hoje em dia é capacetes, ombreiras metálicas para proteger dos choques corporais a torto e a direito. O râguebi anglo-saxônico conservou alguma da sua tradição, mas teve de controlar a presença de “jovens”. Vi esse documentário no youtube, mas como não me interessei pelo histórico no Google, não gravei essa reportagem, foi para 10 anos atrás – bem antes do covid - e nunca mais encontrei esse vídeo, até já pode ter saído da net, mas ficou bem vincada a ideia principal: presença massiva de “jovens” em campo leva a um deporto bruto e sem beleza.
7 comentários:
A noticia do dia é este jovem que matou um velho num jogo da segunda divisao espanhola
https://www.youtube.com/shorts/P0lPZ3cfgxI
Claramente propositado, vamos ver o que lhe acontece. De notar a raiva que ele mostra.
https://x.com/Vanguarda_PT/status/2117416689151197549
https://x.com/Frontera_es/status/2117592806436778236
Aparentemente outro incidente ha uns anos em que um jovem matou um velho no hoquei em gelo, surreal que mal deve haver jovens no hoquei e o unico que conheco matou outro.
que achas deste post do steve laws? concordo
https://x.com/Steve_Laws_/status/2117190464696692893
A propósito dos comentários sobre a "política DEI" na sociedade e na actividade profissional, ontem ou no domingo, uma avioneta despenhou-se na Flórida, perto da residência de Trump, e não é que a co-piloto era uma mulher, e no som gravado nas "caixas negras" ouve-se ela aos gritos e a entrar em pânico antes da queda, logo quando era necessário calma e sangue-frio.
Sobre a notícia trazido pelo Durius sobre a "entrada bruta" do jogador "jovem", que provocou a morte ao adversário, cada vez mais me convenço que quantos menos pretos no futebol mais bonito e artístico ele é. Provoca-me uma dor na alma ver tantos "jovens" no futebol, em 11 jogadores 6 ou mais são dessa raça. Cada vez mais gosto ver jogos "vintage", no youtube ver o Calcio dos anos 80 e 90, ou futebol inglês dessa altura, sem esta invasão, é uma actividade lúdica para mim.
Havendo mais pretos no futebol, mais bruto e duro fisicamente ele se torna, vai ficar igual ao "futebol americano", que nós europeus designamos por râguebi. Lembro-me anos atrás ver no youtube uma reportagem sobre o que era o “futebol” americano antes de 1970, narrava uma equipa do norte enfrentar uma equipa dos estados do sul (penso que do Texas), e mostrava bem o que era o râguebi sem os pretos, não era necessários os capacetes e sem toda a indumentária plástica e proteger o corpo dos jogadores, obviamente que havia virilidade mas sem a brutalidade que passou a existir com o aumento de “jovens” nas equipas. Hoje em dia é capacetes, ombreiras metálicas para proteger dos choques corporais a torto e a direito. O râguebi anglo-saxônico conservou alguma da sua tradição, mas teve de controlar a presença de “jovens”.
Vi esse documentário no youtube, mas como não me interessei pelo histórico no Google, não gravei essa reportagem, foi para 10 anos atrás – bem antes do covid - e nunca mais encontrei esse vídeo, até já pode ter saído da net, mas ficou bem vincada a ideia principal: presença massiva de “jovens” em campo leva a um deporto bruto e sem beleza.
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